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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A minha declaração

Queria dizer-te tanto... conseguir descrever tudo aquilo que vai cá dentro.
Queria que estes momentos não fosse só pontuais, mas frequentes.
Queria parar de viver nas incertezas e dúvidas, e viver nas tuas certezas.
Queria que não houvesse nada a impedir, e que tudo acontecesse.
Agradeço-te por quando consegues voltar a ser querido e fofo, pelas caminhadas pela cidade, pela companhia, pela amizade, pela confiança, pela partilha, pelo conforto e segurança que, em momentos excessivamente raros, me dás.
Obrigada por me teres feito apaixonar por ti.
Porque apesar de não haver hipóteses de algo, me fizeste sentir este sentimento tão bom.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Desgracei-me


Ontem fui jantar a casa de uma amiga, com mais outra pessoa.
Saí de lá já passava da meia-noite, mas a vontade de vir para casa não era muita. E não havia sono, nem nada. Resolvemos ir dar uma volta.
Acabei por dormir fora de casa. E cheguei à pouco.
O pior disto é que estou cheia de trabalhos. Trabalhos para ontem, como se costuma dizer, e só me apetece tomar banho, vestir o pijama quentinho, e enfiar-me na cama. Mas só me vejo a ter de prescindir disto e a ter duas noitadas.
Mas penso "vá, é última semana, depois já vais para tua casinha", e ganho motivação. 
Porém, é só mesmo motivação, porque a vontade de trabalhar continua inexistente. E este frio que sinto também não está a ajudar.

Mas vamos lá a ver se ganho coragem para trabalhar.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vou falar por imagens





A nostalgia, a tristeza

Ontem celebrou-se a latada em terras albicastrenses.
A última latada a que eu podia ir, e à qual não fui por falta de companhia.

Estou bastante desanimada com alguém que me disse que não queria ir porque não fazia o seu género, mas que, quando convidado por colegas de turma, aceitou todo animado.
E depois ainda me liga a contar das suas conquistas.
E o meu coração desfaz-se. 
Posso ter desistido, mas em termos de esquecer o que se sente a história é outra.

Passei o dia em casa, no quentinho. Meia doente, desanimada e triste, não presenteei este cortejo em que, finalmente, a ESART foi a que saiu mais vitoriosa! E hoje, quando soube da notícia pelo facebook, ainda fiquei mais triste, por não ter presenciado este marco.

E para castigo meu, não fui, não vi, não apanhei frio nem chuva e, mesmo assim, hoje estou doente. Com dores de garganta, de cabeça, no corpo... E sinto-me uma menina pequenina e indefesa que só quer os miminhos da mamã. E que não os pode ter.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

E que assim comece a nascer a felicidade

Isto começa a ser preocupante... Começa a ser fazer muitas coisas a dois, a passar grande parte do meu tempo livre com ele, e eu começo a ter medo de estar a viver uma ilusão, ou de estar feliz com uma realidade que não existe.
Mas, por mais medo que tenha, não quero ficar sem isto. Porque me sabe bem, porque me faz feliz. Porque torna a minha estadia em CB mais agradável, porque me faz caminhar, coisa que o médico mandou-me fazer com regularidade.
Já fizemos jantares um para o outro, outras vezes eu levo a comida já feita e jantamos juntos, outras vezes é só para eu ter companhia naqueles trabalhos mais chatos e aborrecidos em que só me apetece desistir deles.
Depois há os momentos de relax, que acaba com arrepios, risos e brincadeira e que eu ADORO!
Como cá nenhum de nós tem popó, ás vezes vamos a pé, juntos, ás compras. Outras fazemos companhia um ao outro a ir para a escola, quando calha de entrarmos à mesma hora e nenhum de nós tem boleia.
Ele precisava de comprar roupa e eu tinha um livro para ir levantar à Bertrand. E este sábado fomos juntos, ao Fórum de Castelo Branco, tratar disso. (por falar em ir ás compras, comprei uns bálsamos de aromas na loja da Ale-hop, numa tentativa de ter um que soubesse a baunilha, e eles revelaram-se uma verdadeira merda!) 
Ir com um rapaz, comprar roupa, é estranho. Para começar, acho isso algo muito "casal", e depois só estou habituada a ir com a Inês, não com um rapaz, Ainda por cima, para ele.
Mas gostei. Acabou por ser uma tarde bem passada, e acabei por fazer a boa de uma caminhada! (e ainda trouxe bombocas de morango para me deliciar).
Hoje ele lembrou-se que havia uma feira cá em CB e perguntou-me se eu já tinha ido lá. Como respondi que não, combinámos que hoje de manhã iríamos lá para ele me mostrar aquilo (outra coisa muito "casal", a meu ver. E sim, eu vou acordar cedo no único dia em que não tenho aulas para estar com ele).

A verdade é que, graças a ele, já conheci bastante coisa em que em CB. Coisas que sabia das sua existência, mas que nunca as tinha ido visitar. Muito por falta de vontade, de curiosidade e de companhia.
Ás vezes até que quero visitar as coisas e conhecê-las, mas não companhia ou quem me puxe para tal, e acabo por me entregar à preguiça e não ir à descoberta de nada.
Ou seja, se não fosse ele, andaria aqui 3 anos e acabaria por ir embora por não conhecer quase nada de Castelo Branco.

E estas coisas que eu digo que são muito de "casal" sabem tão bem... Mas confesso que tenho receio de levitar alto demais. De um dia perceber que andei a viver uma felicidade ilusória, que eu criei com pequenas coisas que me faziam sorrir e sentir-me bem.

Porém, a esperança é a última a morrer, e eu vivo muito com base nela.
Sei também que não é a melhor altura para ele se envolver seja no que for. Que precisa de tempo, de espaço, de voltar a se encontrar, de voltar a sentir-se bem com ele próprio, e de querer voltar a arriscar partilhar a sua vida com outra pessoa.
Portanto, pretendo viver todos estes bocadinhos como se fossem a melhor coisa do mundo, e continuar a guardar e a agarrar a este esperança que tenho dentro de mim.

E que assim comece a nascer a felicidade...

domingo, 5 de outubro de 2014

Aquele mal chamado ciúmes e que existe quando se gosta de alguém

Sim, eu sofro daquele mal chamado ciúmes.
Não tenho culpa, é uma coisa que desperta, volta e meia, dentro de mim e que eu tento, eu tento controlar, mas é mais forte que eu.
E claro, quando vejo alguém a "roubar-me" tempo em que eu podia estar a aproveitar a passá-lo ao lado da pessoa de quem gosto, é algo que me faz ficar ciumenta e chateada, claro que sim!
É que se fosse uma amiga daquelas próximas, chegadas, em que eu sei que posso confiar... Mas não, não é o caso. É somente uma pessoa com que me dou relativamente bem. Mas se confio nela? Não. Óbvio que não!

E pronto, estou irritada. Vim tentar deitar para fora.

sábado, 2 de agosto de 2014

Só passei cá para dizer que...

Sinto-me como se tivesse encontrado um príncipe, após uma vida cheia de sapos. Muitos deles cabrões.

M.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

E com apenas um abraço me desmonta




Estava para aqui a ouvir música e, de repente, a frase do título chamou-me a atenção. Fiz replay e a letra fez tanto sentido que tive que partilhar.
Eu sou explosiva, irrequieta, com a raiva falo muito sem pensar, da boca para fora, e ele é o completo oposto de mim. E o melhor, é que esse seu lado acalma o meu, e é incrível! Como se fosse aquele lado que me faltava. Foleiro, eu sei!
E o abraço dele? Oh god... faz-me sentir um conforto e uma segurança incríveis!

Nunca esperei encontrar isto numa música do Anselmo.

(Excertos com alterações do género)

...
E na raiva eu te digo coisas que até magoam
Sim, eu digo tantas coisas feias
...
Mas depois eu me arrependo
Sim, não liga não
O que na raiva eu te digo
Pois é ela a falar por mim
Não liga não
Pois na verdade o que eu sinto é que tu
Tu pra mim és a único que me completa
Ficar sem ti um segundo me inquieta
Tu pra mim és a único que me satisfaz
E com apenas um abraço me desmonta
...
Mas acredita que és o único que me faz sentir assim
Não existe um, um outro que me faz igual a ti
Mas eu finjo que se eu te perder, finjo que eu vou ficar bem
...


P.s. Eu e ele nunca discutimos (e esperemos que assim continue), mas eu já sei o quea cada gasta...


M.

sábado, 19 de julho de 2014

Fim do romance

Eu e a minha grande boca...

Uma pessoa que leu o meu blogue, disse que lhe parecia que estava a ler um romance e que esperava pelos próximos capítulos.
Pois bem, parece que trago o capítulo final deste romance.

Após uma conversa em que, sem querer, começou a puxar por mim e eu, que tenho uma grande boca e não me consigo controlar, acabei por confessar o que se estava e o que estava a começar a sentir.
Pois bem, se havia esperança, foram todas destruídas. Ao menos fica logo tudo esclarecido agora, sofro tudo agora e não há cá esperanças para criar castelos no ar.
Como disse,  ele saiu recentemente de una situação complicada. E segundo ele, foi algo muito intenso. E que quando gosta, gosta mesmo e que vai demorar anos para esquecer. E que não pretende ter nada com ninguém porque gosta dela (vindo dele, não esperava eu outra coisa).
Ele diz que já desconfiava do que eu sentia, e que eu ter contado não irá mudar nada. Que continuará a falar comigo e a agir da mesma maneira. Mas para mim? Para mim mudou muita coisa!
Continuarei a agir da mesma maneira com ele. A dedicar-me a ele como antes, a querer estar com ele, tudo!
Mas agora que os sonhos foram destruídos e a esperança desfeita, há feridas a precisar de serem lambidas.
Será uma luta diferente. Uma luta sem um objectivo. Porque não haverá um final feliz, de conto de fadas.
E sinto que parte da minha leveza destes últimos tempos se desfez.

Continuarei sempre a apaixonar-me pelas pessoas erradas. Ora são uns cabrões, ora são perfeitos demais para mim.
Não sei porque raio continuo com esperança de que será diferente. E porque continuo a ter esperança.
Nunca será diferente! Nunca haverá um final feliz! Para quê sonhar?

E agora? Agora vou entregar-ne as lágrimas, e tentar sarar as feridas. E destruir o resto de esperança que possa haver.

M.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Hei-de encontrar algum!

E ele, tal como eu, também adora chocolates.

Mas hei-de lhe encontrar algum defeito. Ninguém é assim tão perfeito.

Uma coisa que me irrita é quando ele começa as frases e depois não acaba. E o pior é que ele já percebeu que eu fico irritada e, às vezes, até parece que faz de propósito. Mas este não pode ser o único defeito. Há-de haver mais.
E o meu lado detective há-de descobrir!

M.

E agora, coisinhas boas

Certo dia, estava eu no terminal dos autocarros à procura do meu para vir passar o fim-de-semana a casa, reparei num rapaz que lá andava. Estatura média, moreno, cabelo com aquele ar despenteado e barba, e pensei "ele é giro", mas caguei e andei.
Entrei no autocarro e ele lá estava. E, só por acaso, o meu lugar ficava na mesma linha do dele. 
Passado um pouco, entra uma rapariga que eu conhecia dos meus tempos de caloira, e vem a dirigir-se para trás, a falar para mim, e senta-se ao lado dele. "Mas eles conhecem-se?". Pelos vistos, conheciam-se. Eram da mesma turma. E ela lá nos apresentou. Vim a viagem toda a falar com ela, mas ele vinha calado, entregue ao seu mundo. Devo ter olhado milhares de vezes para ele, e pensado "sossegado, misterioso, afinal não é só giro".
Chegámos ao terminal do Porto, saímos todos, e eu disse-lhe adeus. A ele. Ela nunca mais a vi.
E isto foi nos finais do mês de Abril.

Passado uns meses, estávamos nós, mais ou menos, na altura do S. João, encontrei o rapaz no Twoo e achei piada à situação. Meti "gosto". 
E não é que, no dia seguinte, ele me fala no facebook? E é super simpático! E sem me conhecer de lado nenhum, ainda me mandou coisas para me tentar ajudar com inglês! E ficámos a falar pela madrugada fora. 
E a história foi-se repetindo. Falamos todos os dias, até de madrugada. E tentei ajudá-lo com história, que era a disciplina que ele tinha por fazer e ia a exame.
Na véspera do exame, ele volta para CB e eu vou ter com ele. Já estava farta de estar sozinha e fechada na residência. Fui ajudá-lo a estudar, mas passámos mais tempo a falar e na brincadeira que outra coisa.
No dia seguinte, à tarde, voltei a estar com ele. Andamos a caminhar lá por Castelo Branco, debaixo daquele calor abrasador, à procura de um lugar sossegado e com sombra, para nos sentarmos e passar a tarde. E encontrar um lugar assim é tão, mas tão complicado... Aquela cidade é super quente, tem montes de chafariz e fontes, mas não tem a porcaria de uma sombra! 
Acabámos na margem do lago artificial, que sempre se estava mais fresquinho lá, a conversar, a ver os peixes e as pessoas a andarem nas gaivotas.
Ao final da tarde, ele teve de ir embora e, a partir daí, começamos a falar menos. Ele já tinha companhia e tinha a sua vida por resolver.
Mesmo assim, consegui passar a manhã de quinta com ele. Ele estava de directa, sem conseguir dormir, e eu lá o convenci a irmos dar uma volta, para ele espairecer. Acabámos no Castelo, um local onde eu só tinha ido uma vez, à noite, de olhos vendados, e sobre a alçada da Trupe. Foi giro conhecer, finalmente, o Castelo, de olhos abertos e de dia. Ele aproveitou para tentar dormir um bocado, e eu fiquei morena de forma estranha, com as marcas da roupa (a somar às marcas que eu já tinha do dia da bênção das pastas, que até vermelha fiquei). Ando toda colorida, coisa linda de se ver!
Enquanto ele descansava,  eu deliciava-me a mexer-lhe no cabelo (ele tinha a cabeça deitada sobre o meu colo) e a olhar casualmente para ele.

No dia seguinte, vim embora, finalmente. Vim de carro, com a minha madrinha académica. Ainda tentei que ele viesse também connosco, mas o carro vinha super carregado, e não havia lugar.

Agora, eu e ele pouco falamos, e tenho pena. Continuamos a falar, mas já não tanto como antes. São conversas mais curtas, normalmente para contar algo ao outro, e pouco mais. Já não há conversas até de madrugada, nem nada, o que tenho imensa pena. Sinto falta disso, mas que posso eu fazer? Ele tem a vida dele, e não posso impor a minha presença.

E mesmo assim, já muito faz ele, que me atura!

E ontem passou o dia comigo. Fomos passear por Gaia e pelo Porto, e hoje não posso das pernas. Mas valeu tão a pena...
Ele já começa a libertar-se mais comigo. Já começa a falar mais, a brincar mais, a abrir-se mais. E ainda alinha na minha mente perversa, o que é giro de se ver. E ele ainda diz que eu ainda não vi nada, pois ele é bem pior, mas que ainda não tem confiança suficiente para isso. Luto para que em breve a tenha, então!

E eu ando completamente babada e nas nuvens! E ele nem sabe. 
Ele tem uns olhos lindos, adoro vê-lo sorrir, e caminhar ao lado dele. Andamos tão próximos que os nossos braços vão quase sempre encostados um no outro, e dá-me um arrepio na espinha, confesso.

Ainda por cima, parece que damos para as coisas um do outro!
Fomos ao El Corte e, mal entrámos no último piso, havia montes e montes de livros! E ele disse que tínhamos chegado ao meu paraíso, que podia ficar lá a babar-me. Depois fomos à parte que ele queria, e ele andava todo entusiasmado a dizer "consegui isto a metade do preço". Depois ficamos os dois parados, lá no meio, a olhar paramuma big TV, de 4k, com 2m de cumprimento, e a custar 35 mil €. Coisa pouca. Mas ainda estivemos lá os dois, assim, parados lá no meio durante bastante tempo, a admirar a porcaria da televisão. Sonho ser rica!
Enquanto almoçávamos, descobri que ambos temos o mesmo gosto pela matemática. Ele, tal como eu, nunca teve problemas com tal disciplina e ainda tinha boas notas. Também gosta do mesmo tipo de jogos de eu, de estratégia e lógica.
Ambos gostamos de ar livre e de caminhar. 
Ambos gostamos de visitar coisas.
E enquanto ele passa a vida no computador, a jogar, eu passo a minha a ler e a escrever. Também não pode ser tudo igual, né?

Ele via-me tão vidrada com o twitter, que agora criou um. Como ele segue poucas pessoas, consegue apanhar tudo o que eu lá escrevo, ou seja, lá se foi o meu lugar sagrado, em que eu publicava tudo e mais alguma coisa. É que se continuar a fazê-lo, ele vai perceber que me estou a apaixonar, e não pode ser.
Ele acabou de sair de uma situação complicada, e não quero, de forma alguma, que ele sinta que o estou a pressionar. Ele precisa de "esquecer" sozinho, e com o tempo. Não com pessoas a pressioná-lo.
Estamos a criar uma amizade fantástica, e é isso que eu quero continuar a fazer, que evolua, e manter. Quero que ele perceba que tem aqui uma amiga com quem pode sempre contar, para tudo. Que, apesar de tudo, não está sozinho.
E em CB terá muito que me aturar! Não tenho culpa de ele pedir a minha ajuda e de eu, como alma generosa que sou, não ser capaz de dizer que não. Claro que o ajudo! E claro que vou para lá chateá-lo para que ele não fique fechado o dia todo em casa, sozinho. E ele próprio até dá ideias para essa altura, por isso, só faço, inocentemente, o que me mandam!

E se tudo correr bem, em Agosto, ele vem comigo e com a minha irmã à Feira Medieval.
Não tenho culpa de o vento estar a soprar a meu favor, né? :)

Ele faz-me bem... Fez-me aceitar a vida como ela é, descomplicar as coisas sem deixar de ser a Drama Queen que sou e, sendo coincidência ou não, desde que ele apareceu que as coisas têm corrido super bem!
Além do mais, sabe mesmo bem ter um amigo. Eles são muito mais simples e descomplicados que as raparigas, essa é que é essa, e sabe mesmo, mesmo bem!
Ainda por cima sendo alguém com quem consigo estar, não só em CB, mas também cá.

Não estou preocupada com o que se possa passar. Neste momento estou bem, sinto-me leve, e sinto que a vida me sorri. Quero somente aproveitar cada momento, e deixar que as coisas aconteçam, naturalmente.
Não faço tensões de lhe dar a entender o que começo a sentir. Quero somente ser amiga dele, e quero que ele perceba isso. Se as coisas evoluírem, não direi que não, e irei aproveitar cada bocadinho.

Porque cada bocadinho com ele, me faz sentir mais leve e animada. Por isso, vale a pena!

M.