quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
A minha declaração
Queria que estes momentos não fosse só pontuais, mas frequentes.
Queria parar de viver nas incertezas e dúvidas, e viver nas tuas certezas.
Queria que não houvesse nada a impedir, e que tudo acontecesse.
Agradeço-te por quando consegues voltar a ser querido e fofo, pelas caminhadas pela cidade, pela companhia, pela amizade, pela confiança, pela partilha, pelo conforto e segurança que, em momentos excessivamente raros, me dás.
Obrigada por me teres feito apaixonar por ti.
Porque apesar de não haver hipóteses de algo, me fizeste sentir este sentimento tão bom.
domingo, 14 de dezembro de 2014
Desgracei-me
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
A nostalgia, a tristeza

segunda-feira, 20 de outubro de 2014
E que assim comece a nascer a felicidade
domingo, 5 de outubro de 2014
Aquele mal chamado ciúmes e que existe quando se gosta de alguém
sábado, 2 de agosto de 2014
Só passei cá para dizer que...
Sinto-me como se tivesse encontrado um príncipe, após uma vida cheia de sapos. Muitos deles cabrões.
M.
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
E com apenas um abraço me desmonta
E o abraço dele? Oh god... faz-me sentir um conforto e uma segurança incríveis!
E na raiva eu te digo coisas que até magoam
Sim, eu digo tantas coisas feias
...
Mas depois eu me arrependo
O que na raiva eu te digo
Pois é ela a falar por mim
Não liga não
Pois na verdade o que eu sinto é que tu
Ficar sem ti um segundo me inquieta
Tu pra mim és a único que me satisfaz
E com apenas um abraço me desmonta
Não existe um, um outro que me faz igual a ti
Mas eu finjo que se eu te perder, finjo que eu vou ficar bem
...
sábado, 19 de julho de 2014
Fim do romance
Eu e a minha grande boca...
Uma pessoa que leu o meu blogue, disse que lhe parecia que estava a ler um romance e que esperava pelos próximos capítulos.
Pois bem, parece que trago o capítulo final deste romance.
Após uma conversa em que, sem querer, começou a puxar por mim e eu, que tenho uma grande boca e não me consigo controlar, acabei por confessar o que se estava e o que estava a começar a sentir.
Pois bem, se havia esperança, foram todas destruídas. Ao menos fica logo tudo esclarecido agora, sofro tudo agora e não há cá esperanças para criar castelos no ar.
Como disse, ele saiu recentemente de una situação complicada. E segundo ele, foi algo muito intenso. E que quando gosta, gosta mesmo e que vai demorar anos para esquecer. E que não pretende ter nada com ninguém porque gosta dela (vindo dele, não esperava eu outra coisa).
Ele diz que já desconfiava do que eu sentia, e que eu ter contado não irá mudar nada. Que continuará a falar comigo e a agir da mesma maneira. Mas para mim? Para mim mudou muita coisa!
Continuarei a agir da mesma maneira com ele. A dedicar-me a ele como antes, a querer estar com ele, tudo!
Mas agora que os sonhos foram destruídos e a esperança desfeita, há feridas a precisar de serem lambidas.
Será uma luta diferente. Uma luta sem um objectivo. Porque não haverá um final feliz, de conto de fadas.
E sinto que parte da minha leveza destes últimos tempos se desfez.
Continuarei sempre a apaixonar-me pelas pessoas erradas. Ora são uns cabrões, ora são perfeitos demais para mim.
Não sei porque raio continuo com esperança de que será diferente. E porque continuo a ter esperança.
Nunca será diferente! Nunca haverá um final feliz! Para quê sonhar?
E agora? Agora vou entregar-ne as lágrimas, e tentar sarar as feridas. E destruir o resto de esperança que possa haver.
M.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Hei-de encontrar algum!
E ele, tal como eu, também adora chocolates.
Mas hei-de lhe encontrar algum defeito. Ninguém é assim tão perfeito.
Uma coisa que me irrita é quando ele começa as frases e depois não acaba. E o pior é que ele já percebeu que eu fico irritada e, às vezes, até parece que faz de propósito. Mas este não pode ser o único defeito. Há-de haver mais.
E o meu lado detective há-de descobrir!
M.




