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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Sou tão estúpida!

Há coisa de 4 anos tive uns problemas com um rapaz. Envolvi-me com ele, e ele revelou-se controlador, doente e coisas que não interessam recordar. Por causa dele tive que desistir do meu antigo blogue, mudar outras tantas coisas, ... Deixei de me sentir segura na internet e, a partir daí, comecei a ter cuidado com todas as minhas contas, definições de privacidade, passes, etc.
Andei uns tempos com medo, e não gostava de o recordar e tudo que o envolve-se me fazia confusão.
Hoje tenho, finalmente, tudo resolvido na minha cabeça, e já nada disto me faz diferença. Então, pedi a uma amiga, a quem tinha entregada uma caixa cheia de coisas dele, para a trazer de volta.
Mexer e rever as coisas não me fez diferença nenhuma, mas as cartas e coisas escritas que por lá andavam fizeram-me diferença porque não queria reler aquilo, nem correr o risco de que alguém lê-se.
E que foi que me passou pela cabecinha? Queimar aquilo. Onde? Na banca da cozinha! E não foi nada bonito...
Uma fotografia da minha infeliz ideia
Tinha a cena de tapar o ralo por baixo, que deformou a sua pega de plástico. Quando comecei a aperceber-me que a banca tinha uma crosta preta, que foi que me lembrei de fazer? Abrir estupidamente a torneira! Ou seja, pasta de papel pelo cano abaixo... Mas vá, parei a tempo de ainda apanhar grande parte dele para o lixo. 
Mesmo assim, tinha o problema da banca preta para resolver.
Fui à cabeleireira e deixar a banca de molho, com lixívia, bicarbonato de sódio e sal, e quando cheguei esfreguei aquilo. Esfreguei bastante! Até sair quase tudo (que custou, mas saiu). No fim, passei vinagre e a banca ficou impecável! Estava era meia entupida, mas ignorei.
À noite, a minha mãe, ao lavar a louça, queixou-se que a banca devia estar a ficar entupida e eu, claro, ofereci-me para hoje limpar os canos.
Para começar, aquilo está a pingar atrás, mas não é de agora, porque os canos estão secos, mas tem água em baixo. Desapertei aquilo tudo, e aquilo não sai! Deve ter silicone ou qualquer coisa que deitaram das outras vezes que os canos estavam a verter, e agora aquilo não sai! Ou seja, não consigo limpar.
No entanto, fiz uma mistura de sal, bicarbonato e vinagre, que deitei pelo cano abaixo, juntamente com água fervida (vi isto na internet, num site de sugestões ecológicas), e aquilo até foi bem para baixo. Enchi a banca de água e depois abri, e ela também desapareceu rapidamente. Já lavei a louça e tudo, e não noto nada. Portanto, acho que o problema esta resolvido.
Mas porra, esta minha infeliz ideia deu-me trabalho! Até pesadelos tive!
A sério, não tentem fazer isto em casa!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O meu desespero

Até hoje, já apanhei 2 gripes. Gripes que me levam sempre ao desespero, com febres que ultrapassam os 39º, que teima em não baixar, com dores no corpo que já nem consigo tossir,e a vomitar tudo o que como, o que é sempre bom.
E as gripes são tão raras, que quando me apanham, teimam em não me largar. Ou seja, espero uns dias, quando não posso mais lá vou eu para o médico. Passa-se 4/5 dias e a porra da febre sobe em vez de descer, e eu cada vez fico pior. E lá vamos nós com segunda ida ao médico que me mete de quarentena.
E os ben-u-rons não me baixam a febre. Dizem que é fraco. É brufen 600 de 4 em 4h! E nunca é o suficiente... Da primeira vez, cheguei mesmo a ter que levar injecções para me baixar a febre porque com remédios não estava a ir lá.
Por tanto, há gripes, e gripes.

E depois há aquela coisa chata chamada "atestado médido", que para o termos precisamos de ir ao médico para que eles nos passem a dita cuja, para podermos apresentar nas escolas/empregos, para podermos ficar de quarentena a curar a maldita gripe.
Por tanto, por muito que digam "não vá, ligue para a linha 24", a menos que comecem a mandar atestados também por lá, muitas pessoas não têm outra opção senão ir para lá.
E eu falo por mim, passei a vida em hospitais e centros de saúde, estou fartinha daquilo, e quando estou doente a última coisa que me apetece é sair da cama e vestir-me. Muito menos para me ir enfiar em centros de saúde claustrofóbicos, cheios de gente, e quentes como a merda, que parece que estamos numa sauna!
Estamos a chegar a Fevereiro. Normalmente a bendita gripe quer-me apanhar sempre nesta altura. Mas, este ano, para além de não gostar nada da maneira torturante que me deixa, espero bem que não se lembre de mim, que a minha pessoa já tirou os bilhetes para ir passar a bela de uma semana a Paris, e não estou com vontade de ir para lá assim. Infestar o avião todo.

Oremos.


(eu disse JS :b)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Gente viajada, preciso da vossa ajuda

A minha irmã anda há 8 anos a perguntar quando é que eu quero ir lá a França, que me oferece o bilhete. E eu ando há 8 anos a recusar a oferta.
Porém, parece que chegou a hora de mudar isto. 
Ryanair, porque vai ser nesta companhia em que vou
As saudades do meu menino já começam a ser muitas, e ambos estamos a precisar de namorar um bocadinho. E também preciso disto para ver se desligo um bocado do mundo, que bem preciso, que este semestre está a ser de levar à loucura (tenho 2 disciplinas, que não sei como raio vou conseguir fazê-las!), e para ver se realmente isto é algo que ambos queremos realmente e ganhar coragem para ir contar ao paizinho que já há possível genro. Sim, porque com o facebook, já quase toda a família sabe, menos o meu pai. É sempre o último a saber das coisas, coitado. E quando eu lhe disser que quero ir para a França é que vai ser... Tenho que levar a arma de ferro!

Pois bem, preciso de marcar a viagem já, e estou a pensar fazer para a última semana antes do início das aulas.

Até aqui tudo muito bem, o problema é: EU TENHO MEDO DE IR!!!
Não é medo de andar de avião, não, que de alturas gosto eu. 

É medo de me perder, de não saber para onde ir, de me enganar no avião, ou não saber qual é.
Isto porque, neste quase 3 anos, tenho andado imenso de autocarro, e os terminais são um caos! Os gajos bem falam a dizer qual o autocarro e em que linha está, mas é tanto barulho, tanta confusão, que não se percebe nada! E depois não identificam bem os autocarros, e uma pessoa anda ali, meio à toa, à procura do seu autocarro. 
Agora na nova rodoviária aqui de Castelo Branco, está tudo muito organizado e direitinho, mas nas outras (Porto e Coimbra que são as que frequento) não se percebe nada! Andamos ali baratas tontas, e o que vale é que falamos todos a mesma língua e lá nos desenrascamos.
Lá está, língua. Não percebo nadinha de inglês, e o francês, neste momento, também está bastante enferrujado.
E depois, chego lá, e vou para onde? Tenho que me dirigir para onde? E como sei qual é o avião e para onde tenho que ir?

Dizem que estou a preocupar-me à toa, e que os aeroportos são super organizados. Mas estou tão habituada à desorganização dos terminais de autocarros que estou em pânico!!!
Ainda por cima, a minha professora contou episódios caricatos que passou nos aeroportos. Nada bom para este meu receio...

Alguém quer perder tempo a tentar acalmar a minha pessoa? Dizer mais ou menos como aquilo funciona e tal... a ver se compreendo melhor e me acalmo.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Eu não entendo...

Está um frio do caraças, um vento gelado que parece que corta a pele, ando eu cheia de roupa, casaco cheio de pê-lo, apertado até cima, mãos nos bolsos, nenhuma pele à mostra na tentativa de não ter frio, e passa uma rapariga por mim, de top, barriga a ver-se, com um casaco peludo exteriormente (por dentro não parecia ser), aberto e a caminhar como se nada fosse.

Ou eu ando doente, ou esta gente deve sofrer dos calores.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Desodorizante

Sabem o que é um desodorizante? Segundo a Wikipédia, e paço a citar "é um produto utilizado nas axilas do corpo humano para eliminar os odores desagradáveis produzidos pelo organismo e eliminados pela transpiração."
É suposto as pessoas, pelo menos de manhã, antes de saírem de casa, usarem isto a ver se, durante o dia, não começam a ficar com o cheiro a cabelo de fazer morrer qualquer pessoa que ouse respirar perto de vós.
Esta coisa existem em 3 formas: em creme, em spray e em roll-on.
A minha pessoa opta pelo roll-on, acho prático. Mas também já usei em creme, mas esse usava mais quando tinha a pele irritada, da depilação (o que uma mulher sofre). Mas há quem prefira os sprays. Eu cá detesto-os! Acho-os super intoxicantes! E há cá na residência pessoas que os usam e, quando vou à casa de banho a seguir a elas terem aplicado isto, sinto-me a morrer asfixiada. 

E porque estou eu para aqui a falar em desodorizantes, perguntam vocês.

Ore bem, ou senti-me revoltado.
Estava sem vontade de ir a pé, e resolvi apanhar o autocarro. Até aí, tudo bem. O problema é que o autocarro ia cheio e era um cheirinho a suor maravilhoso! A sério, sentia-me super bem a respirar ali dentro.
É que se vocês não gostam de tomar banho, tudo bem, mas ao menos apliquem a porcaria de um desodorizante! Mas se vocês gostam do vosso cheirinho a suor, têm outra solução: NÃO saiam de casa! Fiquem a morrer sozinhos, intoxicados, no vosso cheirinho, e poupem os narizes dos outros.
É que há ainda quem goste de ar puro (ou quase puro, pelo menos. Respirável, vá), de respirar sem se sentir a ser asfixiado pelo cheiro dos outros.

Pensem nisso. Pensem nisso na próxima vez que quiserem ir para sítios públicos, pequenos e fechados, com 50 pessoas a respirarem o mesmo ar, onde o vosso cheiro abunda. E mata.

sábado, 25 de outubro de 2014

*Baba*

Uma amiga com bons gostos partilhou uma imagem no facebook, e a minha pessoa, mal inicia sessão, depara-se com isto:



Baba, muita baba, claro está!

Dá-se pelo nome de Nick Bateman, e nunca o tinha visto na vida.
Mas eu pagava para me esbarrar com uma coisa destas na rua. Na versão barba, sff!
Alguém que me arranje um português destes. Prometo que será amor à primeira vista!


sábado, 2 de agosto de 2014

Só passei cá para dizer que...

Sinto-me como se tivesse encontrado um príncipe, após uma vida cheia de sapos. Muitos deles cabrões.

M.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

As minhas histórias de amor

Lembram-se de vos ter falado do RP, no mês de Fevereiro/Março, e de andar toda contente e entusiasmada, e de que era o primeiro fim-de-semana a dois e andava toda babada?
Pois que, certo dia, o rapaz desapareceu do mapa e nunca mais tive notícias dele. Mas ele desapareceu mesmo do mapa, como se nunca tivesse existido. Tivesse sido tudo fonte da minha imaginação. 
Andei bastante tempo a bater mal da cabeça, a achar que andava a ficar doida. Mas pronto, lá superei e passou. Já começo a ficar calejada para estas coisas, com tantas coisas que já me aconteceram.

Após isto, passado uns tempos, comecei a falar com um ex meu e porque não voltar a tentar a ver se dava? 
Graças a Deus que estive semanas e semanas fechada em CB e não estive uma única vez com ele, e não deu para me fazer voltar a gostar dele. E sabem porquê? Então não é que o dito cujo andava a dar-me esperança e, no entanto, andava a "sair" com uma amiguinha? Tudo explicito no FB e ainda tentou atirar-me areia para os olhos. Lá porque me faço de parva, não quer dizer que o seja. E após o "escândalo", e passado duas semanas, é só "amo-tes" perdidos pelo face dos dois. Não sei, parece que têm necessidade, especialmente ela, de mostrar ao mundo que estão juntos, bem e felizes. Não podem somente viver isso, sem andarem a colocar tudo no face? É que, mesmo ele me tendo apagado dos amigos para eu não ver as coisas (ele negava as coisas, e eu via, e não conseguia ficar calada. E mal me apagou, não perdeu tempo a pôr que estava numa relação com ela. Que engraçado...) eu continuo a ver tudo. 

Não deu tempo para me apaixonar e ainda bem. E não é o facto de ele estar com outra que me custou. O que me custou foi a atitude dele!

Pedir sinceridade, mas não ser sincero. Tentar atirar-me areia para os olhos, e ainda dizer que a culpa disto é minha. Era só o que mais me faltava! E eu confrontá-lo com as coisas e mesmo assim ter coragem de negar. De pedir para confiar nele e de que ela sabia o lugar dela, quando TUDO indicava que eles andavam um com o outro. Desejaram felicidades aos dois, e ela não negou, e agradeceu. Acho que ficou tudo dito, certo?

Desejo que seja muito feliz, e agradeço o facto de a rapariga adorar colocar toda a sua vidinha no face, cada passo que dá na companhia dele. É que só me fez perceber o que na realidade se andava a passar e perceber que, afinal, ele não muda, e não é nada daquilo que eu julgava que fosse. 

Esperava mais dele. Esperava sinceridade, pelo menos. Foi mesmo uma grande desilusão! Mas pronto, amigos à mesma, cada um com a sua vida.
E continuem a viver de câmara na mão. Eu continuarei a assistir em modo off (ou não, porque já não tem piada e segui em frente).


Este tweet é perfeito para este post


M.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

As coisas acontecem, não se explicam

Dizem que quanto mais procurámos, menos encontrámos. Começo a achar que é verdade...


Andava desanimada, triste, desiludida. Mais uma vez a felicidade tinha sido apenas momentânea. Tinha findado. Para quê manter esperança por algo que parecia que nunca iria acontecer?
Cara metade? Mas o que é isso? Nem toda a gente tem que ter a sua alma gémea.


Não sei se encontrei ou não a minha, a flor ainda agora nasceu, ainda tem muito para crescer e desabrochar, mas que o Sol bilha, brilha. Cai chuva, a tempestade quer surgir, mas o calor é esconde o frio. E este calor é tão bom...
É bom sentir o Sol a brilhar intensamente, mesmo quando está oculto pelas nuvens.
Como é bom ver que a esperança esconde-se, mas reaparece.
Como é bom ver que, um dia, ainda posso descobrir que o fim da felicidade está longe.

É tão bom sonhar, ansiar por algo, desejar, querer, gostar... É bom voltar a sentir o medo de amar, o medo de perder, ...
O futuro é sempre tão incerto, para quê pensar nele quando estamos a ter um presente tão bom? Voltar a encontrar prazer em coisas simples como um beijo, uma mão dada, um toque, um gesto, uma atitude, uma palavra...


Não há nada melhor na vida que tropeçar em algo que nos faz feliz, e arriscar para fazer aumentar essa felicidade. E acreditem, estou a gostar bastante deste tropeçam e diste risco.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Os contos de fadas não têm finais felizes


Andava eu no feed de notícias do facebook, quando me deparei com um artigo que me deixou chocada!

Então não é que as histórias de contas de fadas, que nós tão bem conhecemos, não são bem assim? Quais finais felizes, quais quê... As versões originais são sem finais felizes, mas sim com pedofilia, violações e coisas que tal.
A Bela Adormecida não acordou com o beijo do príncipe. Foi violada por ele. Na Branca de Neve a maçã não saltou com um beijo de um príncipe encantado, não. Na realidade, o príncipe cansou-se de andar com o caixão dela atrás dele (ele também a violava), e num momento de raiva começou a bater-lhe. Um dos socos foi deferido na barriga que fez com que o bocado de maça salta-se e ela acorda-se. E a Madrasta não queria só o seu coração, mas todo um conjunto de órgãos. As irmãs da Cinderela, para conseguirem calçar os sapatos, cortaram os dedos. Numa outra versão, o pai dela, viúvo, disse que só voltaria a casar com uma mulher que fosse tão bela como a sua antiga esposa. E quem é que preenchia os requisitos? A sua própria filha, a Branca de Neve. Então ele queria obrigá-la a casar-se com ele, mas ela fugiu, e foi assim que chegou a casa das terríveis irmãs. O flautista de Hamelin afoga as crianças o rio e, em versões mais antigas, há pedofilia em massa dentro de uma gruta escura. A coitada da pequena Sereia, após beber aquela poção para ficar com o seu príncipe, ele abandona-a. E para piorar as coisas, a poção tem efeitos secundários que a deixam com constantes dores nos pés.

Querem aprofundar mais sobre a Histórias e saber mais sobre outras, como o Capuchinho Vermelho, por exemplo? Então visitem este site http://mobground.net/arquivo-nsn-os-verdadeiros-contos-de-fada/

Os contos de fadas não existem. Nós é que gostamos de finais felizes e temos esperança neles, então criamos estas histórias para que o nosso cérebro acredite ainda mais que tal pode ser possível.
E os finais felizes da infância acabaram...

M.

domingo, 20 de outubro de 2013

O que vocês fariam se ganhassem o EuroMilhões?


Esta foi uma das perguntas que a professora nos fez na aula de Marketing e Publicidade, e resolvi vir aqui responder a ela.

Pois sem, estamos a falar do primeiro prémio, né? Então posso sonhar alto... 

Começava por oferecer 1 milhão à minha irmã, com a condição de ela voltar para Portugal, claro está.
Comprava um carro (baratinho... nada muito caro. Não tenciono exibir-me) e um terreno. Um terreno que futuramente seria para construir a casa que eu tanto idealizo nesta minha cabeça repleta de sonhos.
Depois... ora bem, já que estou a estudar numa cidade distante, talvez saísse da residência e fosse para uma casa, sozinha, e com aquecimento!
Depois ia-me perder nas compras. Comprar uns extras para o meu PC e mais umas coisitas electrónicas, como um plasma para o quarto, por exemplo, e um telemóvel que não me dê cabo do juízo. E a seguir? Perder-me numa livraria e no Wook. Os livros são a minha perdição, e claro que tinha que estourar montes de dinheiro neles. Até porque tenho uma lista razoavelmente grande de livros que quero comprar (não tenho é tempo para os ler, mas pronto). Também aproveitava para comprar várias caixas para os óculos (dou cabo delas depressa, e assim sempre ia mudando de vez em quando). Também comprava caixinhas e caderninhos, barcos em miniatura, globos de neve e sabe-se lá mais o quê!
Não gosto nada de me enfiar nas compras a ver roupa e calçado, mas podia ponderar essa hipótese. Também ia de férias, passear! (com alguém arrastado atrás, claro está!)
No meio disto tudo, acabada a licenciatura, talvez pensasse em mestrado e, quem sabe, em abrir uma empresa. (também podia fazer com o Relvas, e comprar a licenciatura...)
Obrigava a minha mãe a redecorar aquela casa anos 90! Ela precisa de cor, de luz! Que casa mais escura... E dar cabo da cabeça ao meu pai para pôr aquecimento nela. Que se lixe o ter que rebentar com a lareira! Eu quero é estar quentinha!
Pôr algum de parte para, mais tarde, realizar o sonho da minha mãe de ter uma piscina coberta também não era mal pensado. E construir um pequeno edifício para o cão e para o gato. Ou fazia tudo isto na minha casa. Casos a pensar...


Não faço ideia de quanto teria gasto nisto tudo, mas como não sou de coisas extravagantes, talvez ainda não tivesse estourado com ele todo e, o que sobrasse, seria para pôr numa continha, bem guardadinho, a render, que eu cá gosto de ser poupada, e nunca se sabe o dia de amanhã.


E, lendo bem esta lista, acho que até nem sonho assim muito alto. São coisas tão básicas... Mas que me fariam sentir feliz e realizada. Para quê um avião ou um ferrari? Para estarem na garagem? Não, obrigada. Viajar pelo mundo todo? Só se até lá aprendesse a falar inglês fluentemente, o que seria um milagre. Comprar uma mansão? Demasiada coisa para limpar e não me apetece perder-me nela.


Acho que para se sentir feliz, realizado, não precisamos de coisas caras, mas de coisas que nos satisfaçam, e eu sinto-me feliz com as coisas mais simples! E gosto de ser assim...

Dúvidas

Estou a pensar mudar o meu pseudónimo. Vou pensar no assunto...

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A chuva




Gosto de ouvir a chuva à noite, enquanto tento adormecer. Gosto de acordar num dia em que vou ficar em casa, e permanecer mais um pouco no quentinho da cama a ouvir a chuva cair. Sabe mesmo bem. Mas detesto a chuva quando tenho que sair, que ir para a aulas, que ir a algum lado!
E depois, aqui, em terras albicastrenses, é capaz de chover torrencialmente, e é horrível! É extremamente complicado não nos molharmos. Aqui, só mesmo com aquelas guarda-chuvas grandes, botas de água (galochas) e gabardines bem compridas. Terra complicada à qual não estou habituada.


Não gostava de viver em Londres só por causa da chuva. 
Também não gosto muito do frio, mas com mais roupa lá se vai suportando. Mas chuva não.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

As mostras de que Outono chegou


Este dia cinzento, escuro, que me faz acender a luz a meio da tarde, esta chuva que é a música predominante deste dia, as gostas a caírem, gordas, rápidas, a imagem que preenche toda a paisagem que a minha janela do quarto permite ter, o facto de estar de meia calçadas e de casaco vestido, confesso, sabe bem, mas não é coisa que me agrade.
Detesto ter que sair para rua quando chove, ter que andar com o guarda-chuva atrás, ter que o segurar bem para que não voe nem vire com o vento, de ter que olhar para o chão para não colocar o pé, por engano, dentro de uma poça de água, de sentir os pés molhados e frios, coisa mais desconfortável!
O frio não é coisa que me agrade, especialmente nestas terras albicastrenses, mas vá, ainda se tolera. Uma camisola mais quente, um pólo por cima, uma casaco mais grosso e pesado. Mas a chuva não, a chuva não se tolera. A chuva só sabe bem à noite e de manhã, quando estamos enfiados no quentinho e conforto da nossa cama. Mas ter que sair para rua com este tempo é que não! Eu já vos disse que não gosto de conduzir com a chuva? Atrofia-me a visão.
Eu sei que já é Outono, mas não é Inverno! Podia cair uns pinguitos, começar a ficar mais fresco, mas não era preciso tanto... Isto já me faz lembrar os países tropicais. Tanto está um calor infernal, como chove torrencialmente e há cheias e inundações. Todavia, isto é Portugal, São Pedro. Tenta controlar aí as torneiras, se faz favor.


Agradecida.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Mas porque raio...


... agora é quem mais tem os filhos antes do tempo? Mas será que estas crianças andam assim com tanta pressa para saírem de dentro das barrigas e irem para a praia?
Meus pequeninos, a vida na barriga é muito melhor, acreditem! Não tenham pressa.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Se foi por caminhar e esforçar ou não, não faço ideia, mas que me doí o tornozelo/tendão, dói...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O beijo

"É o ato de tocar os seus lábios nos lábios de outra pessoa. Antigamente o beijo era utilizado de várias formas e com infinitos significados. Na Idade Média o beijo na boca representava uma espécie de contrato entre o senhor feudal e o vassalo (Era tipo “dou minha palavra”). Foi apenas no século XVII que os homens acabaram com o hábito de beijar uma pessoa do mesmo sexo. O beijo está presente em todas as religiões.

Curiosidades:
- Beijando você movimenta 29 músculos, dos quais 17 são da língua. - Os batimentos cardíacos aceleram, vão de 60 a 150, fazendo uma espécie de exercício pro coração. - Um beijo caprichado gasta em média 12 calorias. "






Fonte: http://www.horoscoposigno.com/beijo-signos.html
Sim, parece que aos pouquinhos estou a voltar...

*Sheila

sexta-feira, 15 de junho de 2012


Há uma certa e determinada altura do mês, uma altura querida e fofinha, que até o apetite me tira. Porquê? Porque me faz doer a barriga.

As mulheres sofrem, sofrem mesmo!


*Sheila

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A tortura da mulher

Ontem foi dia de ir à depilação e, a minha querida prima (esteticista e quem me costuma tratar destas coisas) estava com a pica todo para "arrancar" pêlos. Pêlos e estava a ver que algo mais.
Houve alturas que esperei ver o meu pipi agarrado ao papel! Parecia que arrancava pêlos, pele, carne, tudo junto e mais alguma coisa!

Como resultado de tal tortura, fiquei com as minhas virilhazinhas vermelhas e sensíveis, e ainda hoje elas me doem. 
E é nestas alturas que eu me pergunto: se nós vamos tirá-los, porquê que temos tantos pêlos?




*Sheila