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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Je suis Charlie


Sempre adorei ler, e escrever foi sempre algo que fez parte de mim.
Seja escrever no computador, na internet, coisas para a escola, ou indo ao tradicional escrever à mão. 
Ando sempre com um caderno e uma caneta, onde aponto tudo e escrevo tudo o que quero me apetece.
Sempre gostei disso. De poder escrever e dar a minha opinião sem pensar no julgamento dos outros.
Escrever é libertar palavras, palavras que às vezes não conseguimos dizer em voz alta. É partilhar algo com o mundo. É enriquecer o nosso conhecimento.
Que seria de mim sem um blogue? Há anos que mantenho um. Há anos que mantenho os meus diários. Que seria de mim sem isso?
Que seria de vós sem poderem ler o que os outros, livremente, escrevem e partilham com o mundo?

A liberdade sempre foi algo pela qual a humanidade sempre lutou.

Porque a querem destruir agora?

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Bullying

No outro dia, estava eu a sair da residência, e reparei-me com uma rapariga novita que tinha vindo buscar um puto ao infantário aqui da frente. E acabei por apanhar parte da conversa em que ela lhe perguntava como tinha corrido o dia e se alguém lhe tinha batido ou feito mal.


E a minha pergunta é, será que uma criança que sofra bullying físico na escola (pois sabemos que também há aquele que só deixa marcas psicológicas) responderia a verdade a uma pergunta tão directa? Será que não teria medo na mesma de admitir? De contar? De dizer e depois sofrer mais?
Por outro lado, é certo e sabido que, para se evitar que isto aconteça, as crianças têm que se sentir à vontade em casa para contar, confiança. 


Mas que gostei de ver uma criança tão nova preocupada com outra, com medo de que ele sofra bullying na escola, e ver que já há um alerta para este acto, que as pessoas tentam andar mais atentas, gostei.

Que a sociedade evolua!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Farias o mesmo por mim?



Don't need apologies
Know that you are a worthy

There is no fear now
Let go and just be free

Open up your heart, and just let it begin

Acceptance is the key to be truly free
Will you do the same for me?

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

As coisas acontecem, não se explicam

Dizem que quanto mais procurámos, menos encontrámos. Começo a achar que é verdade...


Andava desanimada, triste, desiludida. Mais uma vez a felicidade tinha sido apenas momentânea. Tinha findado. Para quê manter esperança por algo que parecia que nunca iria acontecer?
Cara metade? Mas o que é isso? Nem toda a gente tem que ter a sua alma gémea.


Não sei se encontrei ou não a minha, a flor ainda agora nasceu, ainda tem muito para crescer e desabrochar, mas que o Sol bilha, brilha. Cai chuva, a tempestade quer surgir, mas o calor é esconde o frio. E este calor é tão bom...
É bom sentir o Sol a brilhar intensamente, mesmo quando está oculto pelas nuvens.
Como é bom ver que a esperança esconde-se, mas reaparece.
Como é bom ver que, um dia, ainda posso descobrir que o fim da felicidade está longe.

É tão bom sonhar, ansiar por algo, desejar, querer, gostar... É bom voltar a sentir o medo de amar, o medo de perder, ...
O futuro é sempre tão incerto, para quê pensar nele quando estamos a ter um presente tão bom? Voltar a encontrar prazer em coisas simples como um beijo, uma mão dada, um toque, um gesto, uma atitude, uma palavra...


Não há nada melhor na vida que tropeçar em algo que nos faz feliz, e arriscar para fazer aumentar essa felicidade. E acreditem, estou a gostar bastante deste tropeçam e diste risco.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sorte ao amor


Nunca fui uma pessoa que teve muita sorte no amor. As coisas sempre correram mal, de uma forma ou de outra. Cheguei a ter medo de voltar a tentar, mas, no fundo, sempre tive esperança de encontrar a pessoa certa.
Na adolescência, quando estas coisas acontecem, ficamos triste e dizemos que nunca mais vamos encontrar mais ninguém e blá blá blá, mas depois acaba sempre por surgir alguém. Somos novos, temos uma vida inteira para viver, com tanto para crescer. Ainda andamos de cabeça na lua, não temos os pés bem assentes na terra.
Porém, com 20 anos, as coisas mudam de figura. Nesta fase, por norma, e pelo menos comigo é assim, já não se procura propriamente um amor, um namorado, mas um estabilidade.

Procuramos concluir cursos, arranjar empregos, de preferência fixos e procurámos também que a pessoa que nós amámos, nos ame também, e assim termos uma relação sólida e estável.
A solidão é algo que me mete muito medo, sempre meteu. Toda a gente me diz "ainda és tão nova... vais encontrar alguém", mas depois há aqueles que dizem "com 20 anos e ainda não tens namorado? Não pode ser... estás a ficar velha". As primeiras pessoas acho que o dizem para que nós não desanimemos, as segundas porque são sinceras. 
Por mais que digam acho que, quanto mais velhos estamos, mais complicado é para arranjar alguém. Especialmente se forem como eu, pessoas caseiras e rotineiras. 

Julguei que tinha encontrado o amor. Era feliz, tão feliz... Estupidamente feliz! Já nem me recordava do que era andar assim.
A vida corria-me tão bem... Não só por isto, mas por tudo!
Mas amar alguém e sentirmo-nos amados é tão bom... É das melhores sensações que há!


Agora, este sentimento está em stand-by. Não sei se volta, não sei se fiquei sem ele...
E esta incerteza deixa-me cheia de medo do futuro. Porque o futuro com ele era agradável, era belo. Era acolhedor, afável. Era um futuro alegre e feliz.
Queria recuperar o passado. Trazer o passado para o presente. E queria voltar a ver o meu presente como o meu futuro, e sentir-me incrivelmente feliz!! Mas as minhas mãos estão presas, a minha mente está vazia. Não sei como recuperar algo que adorava. Algo que me fazia feliz. E, o melhor de tudo, era ver a felicidade reflectida também no seu olhar.
O objectivo do amor é fazer a outra pessoa feliz, e sermos felizes com ela. Queria voltar a conseguir isso. Porque, por muito que seja um desejo egoísta, é um desejo egoísta que fazia bem aos dois. Agora, continuar assim, sem saber o que fazer, o que pensar, está a dar cabo de mim, da minha cabeça. Viver na incerteza não é nada agradável, e já não sei mais que fazer para obter respostas!



Foi um desabafo rápido, porque não há palavras para descreverem sentimentos. Muito menos estes sentimentos tão bons e agradáveis...

M.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

segunda-feira, 25 de junho de 2012

quarta-feira, 6 de junho de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

sábado, 26 de maio de 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012