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sexta-feira, 18 de julho de 2014

As minhas histórias de amor

Lembram-se de vos ter falado do RP, no mês de Fevereiro/Março, e de andar toda contente e entusiasmada, e de que era o primeiro fim-de-semana a dois e andava toda babada?
Pois que, certo dia, o rapaz desapareceu do mapa e nunca mais tive notícias dele. Mas ele desapareceu mesmo do mapa, como se nunca tivesse existido. Tivesse sido tudo fonte da minha imaginação. 
Andei bastante tempo a bater mal da cabeça, a achar que andava a ficar doida. Mas pronto, lá superei e passou. Já começo a ficar calejada para estas coisas, com tantas coisas que já me aconteceram.

Após isto, passado uns tempos, comecei a falar com um ex meu e porque não voltar a tentar a ver se dava? 
Graças a Deus que estive semanas e semanas fechada em CB e não estive uma única vez com ele, e não deu para me fazer voltar a gostar dele. E sabem porquê? Então não é que o dito cujo andava a dar-me esperança e, no entanto, andava a "sair" com uma amiguinha? Tudo explicito no FB e ainda tentou atirar-me areia para os olhos. Lá porque me faço de parva, não quer dizer que o seja. E após o "escândalo", e passado duas semanas, é só "amo-tes" perdidos pelo face dos dois. Não sei, parece que têm necessidade, especialmente ela, de mostrar ao mundo que estão juntos, bem e felizes. Não podem somente viver isso, sem andarem a colocar tudo no face? É que, mesmo ele me tendo apagado dos amigos para eu não ver as coisas (ele negava as coisas, e eu via, e não conseguia ficar calada. E mal me apagou, não perdeu tempo a pôr que estava numa relação com ela. Que engraçado...) eu continuo a ver tudo. 

Não deu tempo para me apaixonar e ainda bem. E não é o facto de ele estar com outra que me custou. O que me custou foi a atitude dele!

Pedir sinceridade, mas não ser sincero. Tentar atirar-me areia para os olhos, e ainda dizer que a culpa disto é minha. Era só o que mais me faltava! E eu confrontá-lo com as coisas e mesmo assim ter coragem de negar. De pedir para confiar nele e de que ela sabia o lugar dela, quando TUDO indicava que eles andavam um com o outro. Desejaram felicidades aos dois, e ela não negou, e agradeceu. Acho que ficou tudo dito, certo?

Desejo que seja muito feliz, e agradeço o facto de a rapariga adorar colocar toda a sua vidinha no face, cada passo que dá na companhia dele. É que só me fez perceber o que na realidade se andava a passar e perceber que, afinal, ele não muda, e não é nada daquilo que eu julgava que fosse. 

Esperava mais dele. Esperava sinceridade, pelo menos. Foi mesmo uma grande desilusão! Mas pronto, amigos à mesma, cada um com a sua vida.
E continuem a viver de câmara na mão. Eu continuarei a assistir em modo off (ou não, porque já não tem piada e segui em frente).


Este tweet é perfeito para este post


M.

segunda-feira, 3 de março de 2014

O Primeiro

Fim-de-semana passado a dois? Pois, este foi o meu primeiro.
Se foi tudo aquilo que eu esperava? Foi muito mais que isso, pois não esperava nada, e quando não se faz planos concretos não se pode esperar uma desilusão, certo? Porque tudo pode ser bom e surpreendente. A única certeza que tinha era a de que iria estar com ele, estar 48h só com ele. Nada de pessoas pelo meio, nada de horários a cumprir. Só eu e ele, a governar o nosso tempo.

Se pretendo repetir? Por mim, nunca teria terminado!
Se me sinto feliz? Mais que nunca, mesmo dorida (coisas a não declarar publicamente).

Não espero um futuro risonho, pois já evito pensar nele. Quero apenas prolongar este presente que se está a tornar o meu sonho.
Tive pessoas fantásticas no meu passado, mas nada que se lhe compare. Ele está lá em tudo, exactamente no ponto! 
Mas ele deve ter defeitos como toda a gente, devem estar a pensar vocês. Claro que tem, não digo o contrário. Mas são defeitos toleráveis, que facilmente se vive com eles.

Para quê me queixar de algo que me está a fazer bem?

O único desejo que neste momento tenho, é de que isto dure e perdure, com os seus altos e baixos, como em qualquer relação, mas que encontremos sempre solução, e de que tudo volte a ficar bem.

E, sinceramente, acho que voltei a acreditar na possibilidade de existir um "para sempre". 

A esperança é a última a morrer, não se esqueçam!

M.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Fim-de-semana a morrer de tédio

Pois bem, este foi o primeiro fim-de-semana deste 2º semestre que passei cá em Castelo Branco. Inicio de semestre, logo, não há nada para fazer. A maioria das pessoas também foi a casa e eu acabei por ficar cá sozinha, fechada no quarto, a deprimir.
Ontem vi 3 filmes (Frozen, Espelho, espelho meu e Os estagiários). Hoje foi a vez de algumas curtas e dos O corpo de Jennifer e Na sua pele. A juntar a isto existiu uma preocupação: atraso menstrual. Podia ser assustador se tivesse andado a fazer coisas que me pudessem colocar grávida, mas como não foi o caso era a mera preocupação de "mas que raio se passa para isto estar atrasado?". Provavelmente a razão foi dos dois antibióticos seguidos que tive que tomar. Sim, estive doente. Cheia de febre. Uma febre que teimava a não ir embora e que me deu muitas noites mal dormidas, mas, felizmente, já passou, e espero tão cedo não voltar a saber o que isso é.
Amanhã será mais um dia que, provavelmente, passarei a ver filmes. Às segunda não tenho aulas, por isso amanhã espera-me mais um dia sem nada para fazer!

Para compensar isto tudo, provavelmente terei uma semana de somente apresentações (espero eu) e o próximo fim-de-semana será diferente, especial. Um fim-de-semana passado a dois. Há algo melhor?
As saudades já são muitas, estamos há demasiado tempo separados, e temos muito que recuperar e aproveitar. Quero aproveitar cada bocadinho, cada estante. Será especial por ser o primeiro, não só o primeiro de nós dois juntos, mas também por ser o meu primeiro fim-de-semana a dois.

Confesso que já está ansiosa e um bocadinho nervosa. Desejem-me sorte!


M.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

As coisas acontecem, não se explicam

Dizem que quanto mais procurámos, menos encontrámos. Começo a achar que é verdade...


Andava desanimada, triste, desiludida. Mais uma vez a felicidade tinha sido apenas momentânea. Tinha findado. Para quê manter esperança por algo que parecia que nunca iria acontecer?
Cara metade? Mas o que é isso? Nem toda a gente tem que ter a sua alma gémea.


Não sei se encontrei ou não a minha, a flor ainda agora nasceu, ainda tem muito para crescer e desabrochar, mas que o Sol bilha, brilha. Cai chuva, a tempestade quer surgir, mas o calor é esconde o frio. E este calor é tão bom...
É bom sentir o Sol a brilhar intensamente, mesmo quando está oculto pelas nuvens.
Como é bom ver que a esperança esconde-se, mas reaparece.
Como é bom ver que, um dia, ainda posso descobrir que o fim da felicidade está longe.

É tão bom sonhar, ansiar por algo, desejar, querer, gostar... É bom voltar a sentir o medo de amar, o medo de perder, ...
O futuro é sempre tão incerto, para quê pensar nele quando estamos a ter um presente tão bom? Voltar a encontrar prazer em coisas simples como um beijo, uma mão dada, um toque, um gesto, uma atitude, uma palavra...


Não há nada melhor na vida que tropeçar em algo que nos faz feliz, e arriscar para fazer aumentar essa felicidade. E acreditem, estou a gostar bastante deste tropeçam e diste risco.