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terça-feira, 22 de abril de 2014

Leituras de 2014 #6

"Sei Lá"


Sei lá
Comprar On-line
Não foi a primeira vez que li este livro e, provavelmente, não será a última. 

Adoro o livro, adoro a sua proximidade da realidade, sem grandes fantasias, demasiadas histórias de fantasia. 

Revejo-me muito na personagem principal e talvez seja esse facto que me faça gostar tanto do livro.

É um livro que nos prende por estar constantemente a mudar. Ficamos sempre com vontade de saber o que vai acontecer a seguir, estamos sempre à espera das respostas e explicações que nos faltam. É um livro que tem de ser lido com atenção, caso contrário, pormenores fundamentais que na leitura nos vão parecer banais, vão-nos escapar.

Já para não falar do facto de ser um livro com um final que não estamos à espera, surpreende mesmo. Mas ela acaba bem e feliz, mas não da maneira que esperamos.

É um livro que me fez ficar encantada com cada personagem, especialmente com a Madalena. Faz-nos mesmo viver a história! 


Como devem saber, este livro saiu em exibição este mês, no cinema.
Apesar de a história ter sido alterada, de elas não serem 5 como no livro, mas 4, e de chegar a meio e a história ser radicalmente diferente do livro, inclusivamente o final, adorei o filme! Tem bastantes momentos cómicos, não deixando de parte os momentos mais sérios.
Até o meu padrinho, que adormece em quase todos os filmes, e só gosta de filmes de guerra e de romanos, adorei o filme! Teve entusiasmado o tempo todo! Disse que é um filme que está sempre a acontecer coisas, não tem partes "mortas".

Mesmo que tenham lido o livro, vejam o livro. São bases parecidas, mas histórias diferentes. E ambas boas!

Boas leituras, e bom cinema!




Kisses**,
M.

sábado, 12 de abril de 2014

Leituras de 2014 #5

O Grande GatsbyFoi a minha tentativa de entrar para um novo tipo de leitura, a leitura dos clássicos, e não comecei lá muito bem.

Achei o livro bastante confuso, andava a lê-lo e sentia-me meia perdida na história. Acabei por ver o filme, e aí sim, todo o livro fez sentido, e fiquei a perceber realmente a história. 
Por isso, se tiverem que optar, optem pelo filme. Ficaram a entender muito melhor a história.









M.

sábado, 29 de março de 2014

Alerta, promoção!



Andava eu a ver os livros da wook, quando me deparo com vários livros em promoção:

VER AQUI



E o livro que mais me chamou a atenção foi o NÓMADA que está com 40% de desconto!!
Aproveitem e cliquem já AQUI para o ter :) Tivesse eu dinheiro, já estava!


M.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Trilogia "The Lord Of The Ring"

Aproveitei este fim-de-semana para ver os filmes da trilogia d'O Senhor dos Anéis. E vocês devem-se estar a perguntar "Só agora? Passados mais de 10 anos de terem saído?". Sim, só agora. Nunca foram uns livros que me interessaram. Nessa altura só me interessava o Harry Potter. Quando eles davam na TV, normalmente à noite, eu acabava sempre por adormecer num dos intervalos. Também, pudera, os filmes são enormes! Intervalos era o que mais dava! 

Aqui há uns tempos atrás, coisa de 3 anos talvez, tentei ler A Irmandade do Anel, mas o livro foi tão secante que cheguei ao ponto de estar a lê-lo por obrigação, porque não gosto de deixar livros a meio. Claro está que quase não me lembro de nada do que li, e não li os dois seguintes.
Mas agora que vi os filmes, começo a achar que, se calhar, até teria gostado dos livros seguintes.

O primeiro filmes, A Irmandade do Anel, tal como aconteceu com o livro foi aquele filme de 3h30 que, ao fim de 90 minutos a vê-lo já estava "mas isto nunca mais acaba?". Mas pronto, aguentei e acabei por o ver.

O segundo, As Duas Torres, já me agradou mais.Agora sim, já começava a aparecer aventura, luta, perigo, já me começava a prender ao ecrã. Especialmente graças ao amiguinho deles, o Gollum. Uma criaturazinha irritante, egoísta, que só pensa naquele anel. Mas consegue lutar contra o seu lado mau, vence o seu verdadeiro eu, o Sméagol. Mas por pouco tempo triunfa. Basta voltar a ver o anel, que o seu lado negro regressa. Gollum regressa, traiçoeiro, maquiavélico, pronto a enganar o seu amo. E eu que até começava a gostar da criaturinha... 
Neste mesmo filme, Gandalf reaparece. Sinceramente, não percebi lá muito bem como isso aconteceu. Tenho de ir procurar na net. E o Saruman também foi uma personagem cuja história não ficou lá muito bem explicada. Era amigo do Gandalf, mas afinal estava do lado do mal. Mas quem é ele afinal?

Por fim, o terceiro filme, O Regresso do Rei foi, sem dúvida, o melhor! Muita luta, muitos entraves, muitos perigos. Verti lágrimas, reclamei porque eles eram burros, encolhi-me porque tenho uma dor solidária muito apurada, coisa nada útil nestes filmes com lutas. E ainda me ri! Ai aquele Anão... Ele é qualquer coisa!
E disse muitas vezes "atira, atira o anel. Não voltes atrás! Mas que raio estás a fazer? Destrói-o! Mas aquela merda não derrete?"
Basicamente, para mim, só o último filme me interessou, prendeu. Gostei realmente deste último filme.

Tendo em conta que o meu gosto pelos filmes foi aumentando conforme ia vendo, começo a achar que talvez acontecesse o mesmo com os livros. Mas voltar a lê-los agora está fora de questão. Já vi os filmes.


Para quem, tal como eu, ainda não os viu, força nisso! Só custa ao início! :)


Para quem quiser os livros, compra online no site WOOK (clicar sobre o título)
O Senhor dos Anéis I - A Irmandade do Anel


Mais livros do mesmo autor (incluí edições ultralimitadas):
-> VER AQUI <-



M.

Vamos ser saudáveis?


Ser minimamente saudável não é fácil, especialmente para as pessoas que se habituaram ao sedentarismo e que adoram comer, como é o meu caso.
Mas tenho alguém que me incentivou a tentar mudar os meus hábitos, a ver também se começo a emagrecer, que eu cada vez estou mais redonda e não gosto nada disto, e tenho andado a fazer um esforço.
Comer saladinhas, de vez em quando ir caminhar na companhia de uma amiga, cortar na boca e, agora, começar a beber água, coisa que eu antes raramente fazia.

Quanto à água, e graças a um drenante que comprei na Wells e que diz para beber 1l de água por dia com aquilo misturado, lá tenho tentado beber esse tal litro de água. Claro que agora passo a vida a correr para a casa de banho. Se antes ia muitas vezes, agora vou o dobro!
E para transportar a água, nada melhor que uma garrafa gira. Uma garrafa ecológica comprada na Ale-Hop. E para quem estiver interessado, está em promoção "leve 3, pague 2". 
Eu escolhi esta: 



É prática, dá para prender na presilha das calças ou na alça da mala, não parte se cair, não temos que andar sempre a mudar de garrafa (as garrafas de plástico começam a cheirar mal ao fim de uns dias). Eu achei prático e giras. Vejam o vídeo que está no site e ficam a perceber melhor a garrafa.

Quanto ao drenante da Wells, trouxe um com sabor a cocô e ananás. Bebe-se bem até.



Agora vamos lá a ver se faz alguma coisa para além de estar sempre a ir ao WC.


M.


sábado, 22 de março de 2014

Um contentamento momentâneo

Não posso dizer que ando bem. Sentimentalmente ando pessimamente mal. Mas para compensar isso, e apesar da minha falta de dinheiro neste momento, tenho uma amiga que foi super querida comigo e me deixou contente com simples objectos que eu gostei bastante!

Para começar, uma mala com uns mochos super fofos (claro que tinha de ser mochos) que vimos na Pull&Bear 



E depois, como adoro cadernos, trouxemos estes dois presentes do Continente. O Continente tem à venda cadernos mesmo giros! Se pudesse, era um de cada!


Link permanente da imagem incorporada




Foram breves momentos de alegria!


M.

sábado, 15 de março de 2014

Sem nada para fazer

3 dias de fim-de-semana, fechada no quarto, sem nada para fazer. Não há nada que me prenda, que me entretenha realmente nestas longas horas aborrecidas.
Já vi montes de episódios da série que comecei recentemente a ver (Gossip Girl. Aquela série é realmente muito boa! Vicia qualquer um! Acabamos um episódio já a querer ver o outro, para sabermos o que vai acontecer a não sei quem.), mas já cansa estar sentada à frente de um pc, a ver coisas com legendas. Ainda por cima esta cadeira não é nada confortável.
Olho para os livros, mas não me apetece ler. Castelo Branco não me puxa para a leitura, que se há-de fazer?
Tenho somente um mini trabalho para fazer, nada de complicado. Mas falta-me uma medida e só o posso fazer quando ma derem. Por isso, trabalho de lado.
Já me apeteceu arrumar as coisas melhor, dividi-las, etc. Já o fiz, e fiquei a desejar ter mais caixinhas para guardar as coisas.

Tendo em conta tudo isto, se tiverem ideias de como me posso entreter neste 2 dias que ainda faltam, comuniquem, sff!
M.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Como eu adoro cadernos!

Ontem fui ao Continente, e deparei-me com cadernos fantásticos! Tentei me controlar, e acabei trazendo dois. Somente dois.

As fotos estão com péssima qualidade, mas dá para ter uma vaga ideia deles.


Link permanente da imagem incorporada

Como se vê, este caderno trás um texto, e uma nota.
Aquela nota no topo do caderno diz: "A man of words and not of deeds is like a garden full of weeds" (um homem de palavras e não de acções é como um jardim cheio de ervas daninhas.)
Na parte lateral preta, tem a frase "Let there be more joy and laughter in your living." (que haja mais alegria e riso em sua vida)
E o texto no fundo com o título "Five Hundred Times" (500 vezes) diz: 
"In the traffic court of a large mid-western city, a young lady was brought before the judge to answer a ticket given her for driving through a red light.
She explained to his honor that she was a school teacher and requested an immediate disposal of her case in order that she might hasten on to her classses.
A wild gleam came into the judge's eye.
you are a school teacher, eh? "said he."
Madam, I shall realize my lifelong ambition. Sit down at that table and write "I went through a red light" five hundred times."
(Ide ao google traduzir que isto dá muito trabalho, mas basicamente é uma história em que um juiz se quer "vingar" dos seus tempos de escola)


Link permanente da imagem incorporada


Este é quase um caderno normal com uma capa gira. Mas enganem-se!
Por dentro, na primeira página diz: "
"make plans this day.don't forget any appointment no matter what happens. planing + writing + memo"

E depois tem as folhas organizadas de maneira a que se torne um livro de memórias. Para colocar datas, textos e notas.
Mas o que mais me chamou a atenção nele, ou melhor, o que mais gostei, foi do aspecto amarelo e envelhecido das folhas. Adorei! 





M.

As minhas novas companhias

Olheiras e água.

Se ando numa de não descansar devidamente e de passar mal as noites, também ando numa de tentar emagrecer. O ideal? Perder 15kg. Mas se perder 2 já é uma vitória!

Fechar a boca é uma tarefa difícil, principalmente para alguém como eu, que adora comer. Como a comida é boa...
E depois tenho o terrível hábito de não beber quase água nenhuma. A pouca água que bebo costuma ser durante a noite, porque acordo com sede. Mas já comecei a tentar combater isso, e até já comprei um chá para "peso ideal" no Continente, a ver se começo a ter mais vontade de beber água.

Não sei se consigo manter este regime, mas pelo menos já ando a tentar. 
É um começo!


M.

terça-feira, 4 de março de 2014

O Carnaval

Quando eu era pequena adorava o Carnaval. Tenho imensas fotos desse tempo.
Lembro-me de andar toda contente a pôr serpentinas pelo jardim, de adorar atirar confites, e de molhar com a bisnega. Lembro-me que fantasiava com aqueles vestidos de princesa e fada que nunca vestia. Acabava aproveitando vestidos antigos de outras pessoas, vestindo o único fato que me foi comprado, de palhaço, fantasiar para ter uma fantasia.
Mas, mesmo assim, adorava o Carnaval! A alegria nas ruas, os travestis, os cabeçudos, os cortejos cheios de alegria, tudo!
O último Carnaval que me lembro de ter me mascarado foi há 7 anos atrás, último ano em que a minha irmã o passou em Portugal. Andava eu vestida de boneca, e o meu sobrinho de tigre, salvo erro.
Desde aí que não me lembro de o ter festejado mais. Fui ver um ou outro cortejo, na companhia dos meus pais, e pouco mais. O Carnaval perdeu o seu encanto para mim. Hoje em dia é somente mais um feriado (que deixou de ser feriado).
Este ano passeio em Castelo Branco, fechada na residência.
As únicas mostras que vi de Carnaval foi na sexta-feira, serpentinas e confetis deixados pelo chão, e crianças mascaradas (quase todas de Mickey e Mini).

E com isto começo a aperceber-me, quanto mais cresço, mais as datas festivas deixam de ter importância...


M.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Red Carpet Oscars 2014

Eu não sou destas coisas, e não ligo nada a estas coisas, mas depois de ver tantas fotos pelo facebook, resolvi ir ao site ver os vestidos que circularam pela passadeira vermelha, e resolvi partilhar aqui os que mais gostei, só porque me apetece.

Amy Adams

 Simples, sem demasiados trabalhados, e que lhe encaixou na perfeição.


Sandra Bullock

 Não me vejo a andar com isto, por mais espectacularmente bem que me fica-se, mas até gostei do vestido.


Desconheço quem seja

 Alguém me sabe dizer quem ela é? Não a conheço... E gostei deste vestido. Talvez o preferi-se mais curto, pelo joelho, talvez.


Lady Gaga

 Ela ficou tão bem neste vestido... Sem exageros, sem extravagâncias. 


Também desconheço tal pessoa

 Mas roubava-lhe o vestido! Tirava-lhe a cauda, talvez, e fugia com ele.


Angelina Jolie

 É daqueles que nem dá para gostar nem desgostar. 


Anne Hathaway

 *baba*. Mas para mim, alargava a parte de baixo. Não gosto de vestidos à sereia, por mais giros que sejam. Já para não falar que não ficam bem em qualquer corpo. São gostos.


Jennifer Garner

 Não dá para gostar, nem desgostar. Veste-se...



Channing Tatum & Jenna Dewan-Tatum

 Acho-os um casal tão giro... E ela é linda! *o* Não gostei lá muito daquele "pêlo" todo em baixo que o vestido dela tem, mas se o virmos de longe, e imaginarmos que a parte de baixo é feita como a de cima, gosto bastante! 


Meryl Streep

 Eu não vestia isto (acho eu), mas para a idade dela, achei que estava perfeito!



Emma Watson

 Aquele menininha que nos habituamos a ver, tornou-se uma mulher incrivelmente linda e elegante! O vestido, apesar de ser numa cor que nunca compromete e não ser nada extraordinário, achei uma excelente escolha. Gostei dele.


Maria Menounos

 Não há muito a dizer sobre ele. Gostei, e pronto.


Tara Lipinski

 Por mais que ache o vestido lindo, continuo a achar que está no sítio errado. Acho um vestido indicado para se casar, não para a Red Carpet. Mas, mais uma vez, gostos são gostos.



Vejam mais em http://oscar.go.com/red-carpet



M.

O Primeiro

Fim-de-semana passado a dois? Pois, este foi o meu primeiro.
Se foi tudo aquilo que eu esperava? Foi muito mais que isso, pois não esperava nada, e quando não se faz planos concretos não se pode esperar uma desilusão, certo? Porque tudo pode ser bom e surpreendente. A única certeza que tinha era a de que iria estar com ele, estar 48h só com ele. Nada de pessoas pelo meio, nada de horários a cumprir. Só eu e ele, a governar o nosso tempo.

Se pretendo repetir? Por mim, nunca teria terminado!
Se me sinto feliz? Mais que nunca, mesmo dorida (coisas a não declarar publicamente).

Não espero um futuro risonho, pois já evito pensar nele. Quero apenas prolongar este presente que se está a tornar o meu sonho.
Tive pessoas fantásticas no meu passado, mas nada que se lhe compare. Ele está lá em tudo, exactamente no ponto! 
Mas ele deve ter defeitos como toda a gente, devem estar a pensar vocês. Claro que tem, não digo o contrário. Mas são defeitos toleráveis, que facilmente se vive com eles.

Para quê me queixar de algo que me está a fazer bem?

O único desejo que neste momento tenho, é de que isto dure e perdure, com os seus altos e baixos, como em qualquer relação, mas que encontremos sempre solução, e de que tudo volte a ficar bem.

E, sinceramente, acho que voltei a acreditar na possibilidade de existir um "para sempre". 

A esperança é a última a morrer, não se esqueçam!

M.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Fim-de-semana a morrer de tédio

Pois bem, este foi o primeiro fim-de-semana deste 2º semestre que passei cá em Castelo Branco. Inicio de semestre, logo, não há nada para fazer. A maioria das pessoas também foi a casa e eu acabei por ficar cá sozinha, fechada no quarto, a deprimir.
Ontem vi 3 filmes (Frozen, Espelho, espelho meu e Os estagiários). Hoje foi a vez de algumas curtas e dos O corpo de Jennifer e Na sua pele. A juntar a isto existiu uma preocupação: atraso menstrual. Podia ser assustador se tivesse andado a fazer coisas que me pudessem colocar grávida, mas como não foi o caso era a mera preocupação de "mas que raio se passa para isto estar atrasado?". Provavelmente a razão foi dos dois antibióticos seguidos que tive que tomar. Sim, estive doente. Cheia de febre. Uma febre que teimava a não ir embora e que me deu muitas noites mal dormidas, mas, felizmente, já passou, e espero tão cedo não voltar a saber o que isso é.
Amanhã será mais um dia que, provavelmente, passarei a ver filmes. Às segunda não tenho aulas, por isso amanhã espera-me mais um dia sem nada para fazer!

Para compensar isto tudo, provavelmente terei uma semana de somente apresentações (espero eu) e o próximo fim-de-semana será diferente, especial. Um fim-de-semana passado a dois. Há algo melhor?
As saudades já são muitas, estamos há demasiado tempo separados, e temos muito que recuperar e aproveitar. Quero aproveitar cada bocadinho, cada estante. Será especial por ser o primeiro, não só o primeiro de nós dois juntos, mas também por ser o meu primeiro fim-de-semana a dois.

Confesso que já está ansiosa e um bocadinho nervosa. Desejem-me sorte!


M.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

2 anos!


Fez este mês 2 anos que criei este blogue. Deixar um que adorava, para recomeçar do zero. Um passado triste e amargo que me fez desistir de coisas que gostava e recomeçar!
Hoje, após 2 anos, está de novo na altura de começar. Não recomeçar do zero, como anteriormente, mas alterar algumas coisas.

O antigo cabeçalho tinha uma razão de ser, um significado, algo que agora já não me diz nada e que não fazia sentido que aqui continuasse.
Assim sendo pus mãos à obra e comecei a procurar imagens e ideias. Queria algo simples. E há alguma coisa mais simples que o branco e preto? E o gato não é super fofo?


Espero que gostem deste novo visual tanto quanto eu.

Preservar a simplicidade!



M.

As coisas acontecem, não se explicam

Dizem que quanto mais procurámos, menos encontrámos. Começo a achar que é verdade...


Andava desanimada, triste, desiludida. Mais uma vez a felicidade tinha sido apenas momentânea. Tinha findado. Para quê manter esperança por algo que parecia que nunca iria acontecer?
Cara metade? Mas o que é isso? Nem toda a gente tem que ter a sua alma gémea.


Não sei se encontrei ou não a minha, a flor ainda agora nasceu, ainda tem muito para crescer e desabrochar, mas que o Sol bilha, brilha. Cai chuva, a tempestade quer surgir, mas o calor é esconde o frio. E este calor é tão bom...
É bom sentir o Sol a brilhar intensamente, mesmo quando está oculto pelas nuvens.
Como é bom ver que a esperança esconde-se, mas reaparece.
Como é bom ver que, um dia, ainda posso descobrir que o fim da felicidade está longe.

É tão bom sonhar, ansiar por algo, desejar, querer, gostar... É bom voltar a sentir o medo de amar, o medo de perder, ...
O futuro é sempre tão incerto, para quê pensar nele quando estamos a ter um presente tão bom? Voltar a encontrar prazer em coisas simples como um beijo, uma mão dada, um toque, um gesto, uma atitude, uma palavra...


Não há nada melhor na vida que tropeçar em algo que nos faz feliz, e arriscar para fazer aumentar essa felicidade. E acreditem, estou a gostar bastante deste tropeçam e diste risco.

Leituras de 2014 #4

Comprar AQUI
Emprestaram-me este livro, eu olhava para a capa e dizia "mas este livro não me dá vontade nenhuma de o ler! A capa não me atrai.", ao que em respondiam "Lê, vais gostar!".
Lá acreditei, e acabei por lhe dar uma oportunidade. E que óptima oportunidade! Foi devorado em 4 noites! Parar parecia algo que eu não sabia fazer de tão viciante e envolvente que é a história!
Muito bem escrito, sempre em mudanças, a história não pára. Estamos sempre com aquela enorme vontade de voltar a página, de saber o que vai acontecer na página seguinte.
As reviravoltas que esta história teve... as surpresas que nos foram presenteadas. Ainda por cima não se trata somente de um romance "vazio". É um livro que nos dá a conhecer a antiga Grécia, os Deuses, etc. Ler romances enquanto aprendemos história? Não podia ser melhor!
E aquelas descrições estão tão, mas tão bem feitas! Parece quase que as conseguimos viver. E é uma dedicação e entrega entre os protagonistas que nos faz suspirar...
Um livro digno de bolinha vermelha e nota para maiores de 16. Um livro que nos dá vontade de pegar nele e entregá-lo ao nosso companheiro dizendo "lê e aprende alguma coisa!".

Não sei se os livros seguintes desta saga são assim, mas se forem... Queria ser rica para comprar este e os restantes!


Citações:
"Sabes, eu até namorava, se encontrasse um homem por quem me desse ao trabalho de rapar as pernas."
"Porque não sou uma gata no cio, à espera que o próximo gato chegue, faça o seu serviço e parta."
"Ao fim de alguns pontapés, qualquer cão se torna uma fera."
"Não há poder celestial que possa obrigar um coração amar outro. O amor vem do próprio coração." 
 
 

Leituras de 2014 #3

Comprar AQUI
Diziam-me que eu ia gostar deste livro, e não se enganaram. O livro é realmente surpreendente!
É uma história que nos fascina, que nos envolve, que nos faz apaixonar. Que nos faz andar a tentar encaixar peças para tentar desvendar o mistério. Faz-nos viver intensamente a história, gostar de umas personagens, odiar outras.
Um livro repleto de magia, de bruxas, fadas, trolls, entre outros, mas também repleto da magia do amor!
Um livro que nos faz suspirar, e desejar sempre o final feliz que tanto ansiamos!
Um livro que alegrou bastante as minhas leituras.

(p.s.: Apesar de ser o segundo volume, entende-se bem a história, pois cada volume conta uma história diferente).




Citações:
"Alguma vez viveram um momento em que sentiram mais iguais a vós próprios do que nunca? Um momento em que eram e viriam a ser se unia numa explosão radiante de calor e de luz e se apercebiam de que eram felizes? O tipo de felicidade que sabiam que nunca seria duradoura mas cuja recordação bastaria para jos fazer viver os trinta ou quarenta anos seguintes?"
"Quem diria que vinte minutos podiam mudar a vida de uma mulher!"
"Amava-o o suficiente para o deixar partir." 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Leituras 2014 #2

[01040335_Juntos_ao_Luar(RL).jpg]
Infelizmente, não encontro o livro à
venda online
Depois de ter visto o filme e de ter chorado baba e ranho, e depois de o ter revisto e revisto, fiquei com curiosidade de ler o livro. Será que o livro é capaz de me tocar tanto como o filme?
Um dia encontrei o livro em promoção. comprei-o por apenas 5€! Era a minha oportunidade de descobrir.
E o veredicto é que fiquei desiludida. Não me tocou tanto com o filme, e estive o livro todo à espera de mais. Desta vez, até cheguei mesmo a achar, por algumas alturas, a leitura um bocado maçadora. E apesar de saber o final, estava sempre à espera de que o livro revela-se algo diferente.
Não deixa de ser mais um bom livro, uma boa história do tão nosso conhecido Spark, mas eu estava à espera de mais...

Por isso, se tencionam ler o livro, NÃO vejam o filme antes. É um conselho. Caso contrário, pode acontecer-vos como aconteceu a mim.

Mas, sinceramente, acho que começo a ficar um bocado cansada deste autor. Estamos sempre à espera de um final feliz, de que eles fiquem juntos e, por vezes, isso não acontece. E neste livro, esse final desagradou-me.


Citações:
"Quando penso em ti, não consigo conter um sorriso, sabendo que tu dalguma forma me vieste completar."
"O Tim mostrou-me que o amor significa preocuparmo-nos mais com a felicidade da outra pessoa que com a nossa própria felicidade, por muito dolorosas que as opções com que nos deparemos sejam." 


(p.s.: A partir de agora, sempre que terminar uma leitura e vier aqui comentar, colocarei uma ou mais citações que tenha gostado)

M.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Leituras de 2014

Comecei a ler o livro ainda em 2013, mas foi em 2014 que cheguei ao seu fim.

Confesso que li este livro sob alguma influência, por seguir o autor e amigos do mesmo no twitter. 

Adquiri-lo Online
Wook
FNAC
Chiado Editora
Bertrand

Mas a razão que me levou a querer comprá-lo e lê-lo não foi só essa. Foi também pela história em si. 
Um romance sobre cancro são livros que, de alguma forma, despertam o meu interesse. São sempre histórias tão genuínas, tão sentidas, tão reais...
E todo o mediatismo que estava a surgir sobre ele reforçou ainda mais a minha curiosidade. Eram idas À TV, com entrevistas que me deixavam ainda mais curiosa.
E foi uma boa aquisição.
Relatos histórias profundas. Dá-nos a conhecer um autor vulnerável. E quem é a pessoa, o jovem de 21 anos, capaz de escrever um livro a relatar assuntos tão delicados, e de uma forma tão transparente? Sem receio das criticas, sem receio de se expor. De expor os seus sentimentos, de alguma forma, a sua vida, de mostrar toda a sua vulnerabilidade.
Ele não esconde nada daquilo que a palavra "cancro" faz viver. Todos os tratamentos, todos os sofrimentos, todas as dúvidas e ânsias, todas as incertezas com que um cancro deixa uma vida. Várias vidas, aliás, porque todas as pessoas que rodeiam a pessoa de quem o cancro resolveu se apoderar, passa também a ter vidas instáveis. Vidas em que sabem que, neste minuto, a pessoa está com elas mas que, num piscar olhos, essa realidade pode-se tornar passado.
Há um capitulo em particular que me tocou. O capítulo em que ele fala do seu amigo que também passa por algo do género, e a maneira como a vida desse seu amigo e a vida de a sua tia se cruzam. De uma forma ou de outra, e indirectamente, acabaram de estar lá um para o outro.
A forma frontal com que este livro encara a doença e todas as outras coisas em redor dela, faz-nos também pensar em nós, na nossa vida, nas coisas e pessoas que nos rodeiam. Faz-nos também ver as coisas de outra forma, ou pôr isso em casa. Porque, em momentos de "desespero", em que já não se tem nada a perder, todas as tentativas são válidas.
Apesar de não ser uma história propriamente embelezada, é uma história bela, que transmite amor e esperança. Confiança. E pode-se tornar um bom livro de reflexão, tendo em conta as coisas em que ele nos pode fazer pensar, ponderar. Reflecti muito enquanto lia cada página e acho que, toda a gente que o ler, fará o mesmo.

Será que no fim continuaram a ver a vida da mesma forma? A acreditar cegamente nas mesmas coisas? A experimentar novas filosofias de vida?


Ele foi ao Você na TV. Fiquem a conhecer a entrevista: 



E muito mais!

Podem "ver" o autor e livro no mundo da internet em:

Facebook: https://www.facebook.com/TiaGuida?fref=ts
Twitter: https://twitter.com/AndreF7 (hashtag #TiaGuida)


Boas Leituras!
M.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Leituras de 2013 #16

Comprar AQUI
Sinopse

Todos conhecem a história profundamente dramática da jovem Anne Frank. Publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, o Diário veio revelar ao mundo o que fora, durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária auto-reclusão, para tentar escapar à sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos «campos de trabalho». Tentativa sem final feliz. Em Agosto de 1944, todos aqueles que estavam escondidos no pequeno anexo secreto onde a jovem habitava foram presos. Após uma breve passagem por Westerbork e Auschwitz, Anne Frank acaba então por ir parar a Bergen-Belsen, onde vem a morrer em Março de 1945, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. Traduzido em 67 línguas, este documento excepcional, de que a Livros do Brasil se orgulha de lançar agora a edição definitiva, vendeu já mais de 31 milhões de exemplares e é, seguramente, um dos livros mais lidos, discutidos e amados de toda a história do mundo. Importa enfim acrescentar que esta edição definitiva contém toda uma série de passos que haviam sido omitidos por decisão do pai, que não tinha querido que alguns comentários de Anne Frank relativos à mãe fossem divulgados. O resultado final é um retrato extraordinário de uma adolescente em busca da sua identidade, durante um dos mais trágicos períodos jamais vividos pela humanidade.


Opinião 

Sempre tive uma certa curiosidade pro este livro e, finalmente, pude matá-la.
Não é um livro com nada de especial, mas gostei muito de o ler. Dá-nos a conhecer uma outra realidade da vida.
É giro ver como esta rapariga, de 13 anos, vai crescendo, evoluindo, vai mudando a sua maneira de pensar e os seus ponto de vistas das coisas.
Gostei de conhecer este lado de sacrifício, de ver o que eles passaram numa tentativa de sobreviverem. Terem que lidar com pessoas que não gostavam, terem aprendido a gostar de outras, ver os hábitos que tiveram de modificar para conseguirem sobreviver, os sacrifícios que tiveram que fazer para não passarem fome.
Mesmo ali presos, com o mundo a desabar à sua volta, eles não desistiram. Anne e a irmã, mesmo ali fechadas e com a ajuda do pia, continuaram a estudar, na esperança de, quando dali saíssem, pudessem continuar a estudar. Com a ajuda das pessoas que tinham cá fora, que lhes arranjavam comida e alguns bens essenciais, eles também iam tendo livros da biblioteca para lerem e estudar.
É bom saber como é viver assim enclausurado, com pessoas que não gostam, a falta que começam a sentir das suas coisas, da sua liberdade, da natureza. Os planos que fazem para quando lá saírem, a maneira como tentam passar o tempo.
Os sustos que apanham, os cuidados que têm para não serem apanhados, aquelas regras rígidas para conseguirem continuar ali fechados, sem que ninguém dê por nada.
Tudo muito bem pensado, tudo muito bem planeado.
Só tenho pena de não ter aprendido suficientemente bem história para poder acompanhar e perceber melhor este diário. Dei por mim, muitas vezes, perdida no meio dos seus relatos políticos, por não saber praticamente nada sobre a guerra. Os países que participavam, porquê, quem defendiam... 
E, por essa razão aconselho, a quem o quiser ler, a estudar primeiro a 2ª guerra e Hitler.

É um bom livro para ser lido, e que toda a gente deveria ler. Perceberem que a vida de reis que hoje levam pode não ser eterna. Que, de um momento para o outro, podem ter que largar tudo e fugirem. Esconderem-se. Sacrificarem as vossas coisas. Terem que comer coisas que não gostam e impensáveis só para conseguirem sobreviver. Terem que ignorar o vosso ódio e rancor para conseguirem viver, fechados, com mais pessoas, pessoas de quem não gostam.

É bom livro para nos fazer pensar na vida, e para nos fazer ver as coisas de outra forma. Nos fazer crescer, e reaprender a viver, dando valor a coisas que, para nós, são banais, e que não sabemos dar valor.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Chega o mês de Dezembro


Chega o mês de Dezembro e chegam as noites de frias, acompanhadas por um bom (ou não) serão a trabalhar.

A primeira noitada foi ontem. Mas foi uma noitada quentinha, de aquecedor no meio e pés quentinhos nas nossas pantufas novas. Não somos gémeas, mas os nossos pés são. E os pés da Inês têm orgasmos de prazer dentro das pantufas (vocês não iriam perceber, mas nós percebemos, e fartamo-nos de rir).




E como estávamos a trabalhar todas juntas, claro está que tinha que vir disparate pelo meio. Acham que tomamos café para acordar? Nahhh... O café é para os frasquinhos. Nós despertámos com vodka preta 




E trabalhámos que nos fartámos! Adiantámos imenso e fomos as primeiras a concluir e entregar o trabalho. Quem é que são as maiores?? :D

Com amigas assim, não há espaço para andarmos em baixo.


P.s.: para combater o frio, nada melhor que gorros 

Primark


E um mochinho para alegrar estes tristes dias de frio.


Bijou Brigitte

M.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sorte ao amor


Nunca fui uma pessoa que teve muita sorte no amor. As coisas sempre correram mal, de uma forma ou de outra. Cheguei a ter medo de voltar a tentar, mas, no fundo, sempre tive esperança de encontrar a pessoa certa.
Na adolescência, quando estas coisas acontecem, ficamos triste e dizemos que nunca mais vamos encontrar mais ninguém e blá blá blá, mas depois acaba sempre por surgir alguém. Somos novos, temos uma vida inteira para viver, com tanto para crescer. Ainda andamos de cabeça na lua, não temos os pés bem assentes na terra.
Porém, com 20 anos, as coisas mudam de figura. Nesta fase, por norma, e pelo menos comigo é assim, já não se procura propriamente um amor, um namorado, mas um estabilidade.

Procuramos concluir cursos, arranjar empregos, de preferência fixos e procurámos também que a pessoa que nós amámos, nos ame também, e assim termos uma relação sólida e estável.
A solidão é algo que me mete muito medo, sempre meteu. Toda a gente me diz "ainda és tão nova... vais encontrar alguém", mas depois há aqueles que dizem "com 20 anos e ainda não tens namorado? Não pode ser... estás a ficar velha". As primeiras pessoas acho que o dizem para que nós não desanimemos, as segundas porque são sinceras. 
Por mais que digam acho que, quanto mais velhos estamos, mais complicado é para arranjar alguém. Especialmente se forem como eu, pessoas caseiras e rotineiras. 

Julguei que tinha encontrado o amor. Era feliz, tão feliz... Estupidamente feliz! Já nem me recordava do que era andar assim.
A vida corria-me tão bem... Não só por isto, mas por tudo!
Mas amar alguém e sentirmo-nos amados é tão bom... É das melhores sensações que há!


Agora, este sentimento está em stand-by. Não sei se volta, não sei se fiquei sem ele...
E esta incerteza deixa-me cheia de medo do futuro. Porque o futuro com ele era agradável, era belo. Era acolhedor, afável. Era um futuro alegre e feliz.
Queria recuperar o passado. Trazer o passado para o presente. E queria voltar a ver o meu presente como o meu futuro, e sentir-me incrivelmente feliz!! Mas as minhas mãos estão presas, a minha mente está vazia. Não sei como recuperar algo que adorava. Algo que me fazia feliz. E, o melhor de tudo, era ver a felicidade reflectida também no seu olhar.
O objectivo do amor é fazer a outra pessoa feliz, e sermos felizes com ela. Queria voltar a conseguir isso. Porque, por muito que seja um desejo egoísta, é um desejo egoísta que fazia bem aos dois. Agora, continuar assim, sem saber o que fazer, o que pensar, está a dar cabo de mim, da minha cabeça. Viver na incerteza não é nada agradável, e já não sei mais que fazer para obter respostas!



Foi um desabafo rápido, porque não há palavras para descreverem sentimentos. Muito menos estes sentimentos tão bons e agradáveis...

M.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Resolvi tratar de mim

Desde que vim para Castelo Branco que comecei a ter mais cuidados com algumas coisas. Talvez seja a idade, talvez seja o crescimento, não sei. O que é certo é que comecei a acrescentar coisas há minha rotina que antes não faziam parte, e nem me passava pela cabeça começar a ligar a isso.

O que é certo é que, desde que vim para cá já comprei cremes para  rosto, para as mãos, comecei a usar mais vezes o creme hidratante para o corpo, e até iluminador para os olhos comprei! Também comecei a viciar-me em batons de cieiro (mas isso já veio para cá comigo, cá só fiquei pior) e ainda comecei a dar algum valor à maquilhagem e vernizes (apesar de raramente usar, e de continuar a preferir o meu aspecto ao natural. Mas isso também acontece porque sou muito preguiçosa, especialmente na hora de acordar).

Pois bem, hoje foi mais um dia em que fui às compras e pensei: porque não partilhar estas coisas no blogue?

E eis-me aqui, a concretizar tal pensamento.

Comecemos pelo iluminador de olhos, da Solutions. Também faz de massajador, ou seja, vibra:

Solutions Truly Radiant Sistema Iluminador Para Olhos Vibes

De seguida, os cremes que uso quando vou a casa, também da marca Solutions. É uma marca que adoro! Sinto-me bem, cheira super bem e dura imenso tempo. Eu uso o creme de dia, o de noite, a argila e a espuma de limpeza, para peles mistas.



Cá em Castelo Branco, hoje comprei da marca My label. Mais barato e quase de certeza que fazem o mesmo efeito. Comprei o leite de limpeza, o tónico e os discos esfoliantes. Como ainda só usei hoje, pela primeira vez, ainda não posso dar uma opinião, mas os cremes são macios, sabe bem senti-los na pele, e têm um cheirinho suave e agradável.




E como aqui também faz muito frio, e eu tenho má circulação, ou seja, tendência a ganhar frieiras nas mãos, e já que tenho unhas que parecem papel, resolvi juntar um dois em um. Até agora tenho andado com as mãos super macias, o creme cheira maravilhosamente bem e as minhas horas já parecem estar melhores. O creme é o novo da Vasenol, para mãos e unhas.




Para finalizar, fui à Wells aproveitar a promoção Leve 3, pague 2. Assim trouxe para mim e ainda trouxe um prendinha para a mana. Limitei-me pelas sombras dos olhos já que não tenho muita variedade, e cá nem sequer as tenho. Optei por caixas pequenas, praticas, para facilitar o seu transporte nas viagens, com vários tons.

Wells conjunto de maquilhagem 360º

IDCcolor - EyeShadow 20 colors



M.

domingo, 10 de novembro de 2013

Pretty Little Liars

Gostavam de ter os 4 primeiros livros da série PLL? E por somente 25€?
Eu sei, é um preço único e de aproveitar, e podem fazer a vossa comprar online (compras online estão na moda, que se há-de fazer?) aqui: http://anotherlovelyshop.tictail.com/product/livros-pretty-little-liars
Livros Pretty Little Liars
Têm lá mais livritos à venda, dêem uma vista de olhos.

Já agora, para quem não conhece a série, a série é realmente muito boa! Ainda está em exibição no canal ABC family.
Para mais informações sobre a série, visitem o seu blogue português onde podem encontrar TUDO sobre a série http://prettylittleliarsportugal.blogspot.pt/

Boas leituras! :)

M.

Leituras 2013 #15

Comprar ->aqui <-
Li este livro porque o tinha, e por fazer parte da trilogia que tinha iniciado e, sinceramente, foi um livro que li por ler, pois não me cativou.

O escritor manteve a sua escrita monótona, sem entusiasmo, sem nos conseguir transmitir o que as personagens sentem, sem nos conseguir "viver" realmente a história!

Falta vida!

A história é realmente boa, e está realmente bem pensada, mas deveria ter sido mais aprofundada e melhor escrita, com uma escrita que nos fizesse viver aquilo que as personagens estão a viver, transportar-nos para a história, fazer sentir aquilo que eles estão a sentir.

Irei terminar a trilogia, mas sem grande motivação.

domingo, 3 de novembro de 2013

Swag

Isto vem a propósito de um vídeo que vi (e que não consigo incorporar aqui) e de um post que vi num blogue (http://oarrumadinho.sapo.pt/299110.html) e do qual passo a citar algumas partes:

"(...)o swag, ou o ter swag, é ser-se alternativo sem ter preocupações relativamente ao que os outros pensam. É usar as roupas que acham mais fixes, os acessórios mais estranhos, ouvir a música que eles consideram ser a melhor, num estilo personalizado mas afirmativo. Quem tem swag, supostamente, não vai em ondas e em modas, é individual e até excêntrico e está-se nas tintas para os que comentam o seu estilo.
(...)
Tenho alguma pena que esta onda do swag, que se assume como diferenciadora, tenha uma componente unicamente plástica e totalmente vazia de conteúdo. Gostava que houvesse gente mais nova que se quisesse afirmar e diferenciar pelas coisas que lê, que ouve, que vê, que aprende, e não apenas pelo tamanho dos phones que tem, pela irreverência das calças ou pela atitude supostamente cool mas completamente oca. (...)"

Sinceramente, nunca percebi vem o que é isto do swag porque já vi/li/ouvi várias coisas diferentes, e a única coisa que fico a pensar é "eu não posso fazer parte desta geração..."
Sinceramente, e depois do vídeo que vi, ainda fiquei a lamentar mais este suposto novo estilo. 

Acho que as pessoas começaram a olhar muito mais para a imagem, e não para o interior. Que começaram a valorizar muito mais o que os outros têm ou usam, e "não vou falar com aquele, porque aquele não tem swag". Mas que parvoíce! 
Numa coisa o Arrumadinho tem razão, esta é uma geração oca. Muito oca mesmo! Oca em falta de personalidade, especialmente. 


Ter swag, supostamente, é ser-se diferente e não ligar ao que os outros pensam. Mas agora tornaram-se uma fabricação em serie, que critica quem não faz parte dessa serie.
Ou seja, esse conceito de "swag" foi completamente destruído!

Aliás, eu quando olho para essas pessoas que, supostamente, têm swag, vejo mais alguém numa tentativa fracassada de tentarem serem gunas, especialmente os rapazes. As raparigas, por sua vês, e como uma certa pessoa que eu conheço diz, vestem-se à puta. Porque ter uns calções que mais parecem boxers de ganga é ter muito swag! Nesse caso, eu agradeço o facto de não ter swag nenhuma e de preservar o meu rabo escondido por roupa. 


Sinceramente, sinto-me completamente deslocada desta geração. E olho para estes novos adolescentes e só me apetece pôr as mãos na cabeça em forma de desespero. Mas como raio eles ficaram assim? Quem trouxe esta moda tão sem personalidade? Mas será que eles, nessa tentativa desesperada de quererem criar uma imagem própria e de quererem fazer parte daquele grupo "fixe" acabaram todos criados em forma de industria em serie? 

Eu não sei, mas acho que eles estão a precisar de uma lavagem cerebral, e das grandes!!

M.