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sexta-feira, 18 de julho de 2014

E agora, coisinhas boas

Certo dia, estava eu no terminal dos autocarros à procura do meu para vir passar o fim-de-semana a casa, reparei num rapaz que lá andava. Estatura média, moreno, cabelo com aquele ar despenteado e barba, e pensei "ele é giro", mas caguei e andei.
Entrei no autocarro e ele lá estava. E, só por acaso, o meu lugar ficava na mesma linha do dele. 
Passado um pouco, entra uma rapariga que eu conhecia dos meus tempos de caloira, e vem a dirigir-se para trás, a falar para mim, e senta-se ao lado dele. "Mas eles conhecem-se?". Pelos vistos, conheciam-se. Eram da mesma turma. E ela lá nos apresentou. Vim a viagem toda a falar com ela, mas ele vinha calado, entregue ao seu mundo. Devo ter olhado milhares de vezes para ele, e pensado "sossegado, misterioso, afinal não é só giro".
Chegámos ao terminal do Porto, saímos todos, e eu disse-lhe adeus. A ele. Ela nunca mais a vi.
E isto foi nos finais do mês de Abril.

Passado uns meses, estávamos nós, mais ou menos, na altura do S. João, encontrei o rapaz no Twoo e achei piada à situação. Meti "gosto". 
E não é que, no dia seguinte, ele me fala no facebook? E é super simpático! E sem me conhecer de lado nenhum, ainda me mandou coisas para me tentar ajudar com inglês! E ficámos a falar pela madrugada fora. 
E a história foi-se repetindo. Falamos todos os dias, até de madrugada. E tentei ajudá-lo com história, que era a disciplina que ele tinha por fazer e ia a exame.
Na véspera do exame, ele volta para CB e eu vou ter com ele. Já estava farta de estar sozinha e fechada na residência. Fui ajudá-lo a estudar, mas passámos mais tempo a falar e na brincadeira que outra coisa.
No dia seguinte, à tarde, voltei a estar com ele. Andamos a caminhar lá por Castelo Branco, debaixo daquele calor abrasador, à procura de um lugar sossegado e com sombra, para nos sentarmos e passar a tarde. E encontrar um lugar assim é tão, mas tão complicado... Aquela cidade é super quente, tem montes de chafariz e fontes, mas não tem a porcaria de uma sombra! 
Acabámos na margem do lago artificial, que sempre se estava mais fresquinho lá, a conversar, a ver os peixes e as pessoas a andarem nas gaivotas.
Ao final da tarde, ele teve de ir embora e, a partir daí, começamos a falar menos. Ele já tinha companhia e tinha a sua vida por resolver.
Mesmo assim, consegui passar a manhã de quinta com ele. Ele estava de directa, sem conseguir dormir, e eu lá o convenci a irmos dar uma volta, para ele espairecer. Acabámos no Castelo, um local onde eu só tinha ido uma vez, à noite, de olhos vendados, e sobre a alçada da Trupe. Foi giro conhecer, finalmente, o Castelo, de olhos abertos e de dia. Ele aproveitou para tentar dormir um bocado, e eu fiquei morena de forma estranha, com as marcas da roupa (a somar às marcas que eu já tinha do dia da bênção das pastas, que até vermelha fiquei). Ando toda colorida, coisa linda de se ver!
Enquanto ele descansava,  eu deliciava-me a mexer-lhe no cabelo (ele tinha a cabeça deitada sobre o meu colo) e a olhar casualmente para ele.

No dia seguinte, vim embora, finalmente. Vim de carro, com a minha madrinha académica. Ainda tentei que ele viesse também connosco, mas o carro vinha super carregado, e não havia lugar.

Agora, eu e ele pouco falamos, e tenho pena. Continuamos a falar, mas já não tanto como antes. São conversas mais curtas, normalmente para contar algo ao outro, e pouco mais. Já não há conversas até de madrugada, nem nada, o que tenho imensa pena. Sinto falta disso, mas que posso eu fazer? Ele tem a vida dele, e não posso impor a minha presença.

E mesmo assim, já muito faz ele, que me atura!

E ontem passou o dia comigo. Fomos passear por Gaia e pelo Porto, e hoje não posso das pernas. Mas valeu tão a pena...
Ele já começa a libertar-se mais comigo. Já começa a falar mais, a brincar mais, a abrir-se mais. E ainda alinha na minha mente perversa, o que é giro de se ver. E ele ainda diz que eu ainda não vi nada, pois ele é bem pior, mas que ainda não tem confiança suficiente para isso. Luto para que em breve a tenha, então!

E eu ando completamente babada e nas nuvens! E ele nem sabe. 
Ele tem uns olhos lindos, adoro vê-lo sorrir, e caminhar ao lado dele. Andamos tão próximos que os nossos braços vão quase sempre encostados um no outro, e dá-me um arrepio na espinha, confesso.

Ainda por cima, parece que damos para as coisas um do outro!
Fomos ao El Corte e, mal entrámos no último piso, havia montes e montes de livros! E ele disse que tínhamos chegado ao meu paraíso, que podia ficar lá a babar-me. Depois fomos à parte que ele queria, e ele andava todo entusiasmado a dizer "consegui isto a metade do preço". Depois ficamos os dois parados, lá no meio, a olhar paramuma big TV, de 4k, com 2m de cumprimento, e a custar 35 mil €. Coisa pouca. Mas ainda estivemos lá os dois, assim, parados lá no meio durante bastante tempo, a admirar a porcaria da televisão. Sonho ser rica!
Enquanto almoçávamos, descobri que ambos temos o mesmo gosto pela matemática. Ele, tal como eu, nunca teve problemas com tal disciplina e ainda tinha boas notas. Também gosta do mesmo tipo de jogos de eu, de estratégia e lógica.
Ambos gostamos de ar livre e de caminhar. 
Ambos gostamos de visitar coisas.
E enquanto ele passa a vida no computador, a jogar, eu passo a minha a ler e a escrever. Também não pode ser tudo igual, né?

Ele via-me tão vidrada com o twitter, que agora criou um. Como ele segue poucas pessoas, consegue apanhar tudo o que eu lá escrevo, ou seja, lá se foi o meu lugar sagrado, em que eu publicava tudo e mais alguma coisa. É que se continuar a fazê-lo, ele vai perceber que me estou a apaixonar, e não pode ser.
Ele acabou de sair de uma situação complicada, e não quero, de forma alguma, que ele sinta que o estou a pressionar. Ele precisa de "esquecer" sozinho, e com o tempo. Não com pessoas a pressioná-lo.
Estamos a criar uma amizade fantástica, e é isso que eu quero continuar a fazer, que evolua, e manter. Quero que ele perceba que tem aqui uma amiga com quem pode sempre contar, para tudo. Que, apesar de tudo, não está sozinho.
E em CB terá muito que me aturar! Não tenho culpa de ele pedir a minha ajuda e de eu, como alma generosa que sou, não ser capaz de dizer que não. Claro que o ajudo! E claro que vou para lá chateá-lo para que ele não fique fechado o dia todo em casa, sozinho. E ele próprio até dá ideias para essa altura, por isso, só faço, inocentemente, o que me mandam!

E se tudo correr bem, em Agosto, ele vem comigo e com a minha irmã à Feira Medieval.
Não tenho culpa de o vento estar a soprar a meu favor, né? :)

Ele faz-me bem... Fez-me aceitar a vida como ela é, descomplicar as coisas sem deixar de ser a Drama Queen que sou e, sendo coincidência ou não, desde que ele apareceu que as coisas têm corrido super bem!
Além do mais, sabe mesmo bem ter um amigo. Eles são muito mais simples e descomplicados que as raparigas, essa é que é essa, e sabe mesmo, mesmo bem!
Ainda por cima sendo alguém com quem consigo estar, não só em CB, mas também cá.

Não estou preocupada com o que se possa passar. Neste momento estou bem, sinto-me leve, e sinto que a vida me sorri. Quero somente aproveitar cada momento, e deixar que as coisas aconteçam, naturalmente.
Não faço tensões de lhe dar a entender o que começo a sentir. Quero somente ser amiga dele, e quero que ele perceba isso. Se as coisas evoluírem, não direi que não, e irei aproveitar cada bocadinho.

Porque cada bocadinho com ele, me faz sentir mais leve e animada. Por isso, vale a pena!

M.

As minhas histórias de amor

Lembram-se de vos ter falado do RP, no mês de Fevereiro/Março, e de andar toda contente e entusiasmada, e de que era o primeiro fim-de-semana a dois e andava toda babada?
Pois que, certo dia, o rapaz desapareceu do mapa e nunca mais tive notícias dele. Mas ele desapareceu mesmo do mapa, como se nunca tivesse existido. Tivesse sido tudo fonte da minha imaginação. 
Andei bastante tempo a bater mal da cabeça, a achar que andava a ficar doida. Mas pronto, lá superei e passou. Já começo a ficar calejada para estas coisas, com tantas coisas que já me aconteceram.

Após isto, passado uns tempos, comecei a falar com um ex meu e porque não voltar a tentar a ver se dava? 
Graças a Deus que estive semanas e semanas fechada em CB e não estive uma única vez com ele, e não deu para me fazer voltar a gostar dele. E sabem porquê? Então não é que o dito cujo andava a dar-me esperança e, no entanto, andava a "sair" com uma amiguinha? Tudo explicito no FB e ainda tentou atirar-me areia para os olhos. Lá porque me faço de parva, não quer dizer que o seja. E após o "escândalo", e passado duas semanas, é só "amo-tes" perdidos pelo face dos dois. Não sei, parece que têm necessidade, especialmente ela, de mostrar ao mundo que estão juntos, bem e felizes. Não podem somente viver isso, sem andarem a colocar tudo no face? É que, mesmo ele me tendo apagado dos amigos para eu não ver as coisas (ele negava as coisas, e eu via, e não conseguia ficar calada. E mal me apagou, não perdeu tempo a pôr que estava numa relação com ela. Que engraçado...) eu continuo a ver tudo. 

Não deu tempo para me apaixonar e ainda bem. E não é o facto de ele estar com outra que me custou. O que me custou foi a atitude dele!

Pedir sinceridade, mas não ser sincero. Tentar atirar-me areia para os olhos, e ainda dizer que a culpa disto é minha. Era só o que mais me faltava! E eu confrontá-lo com as coisas e mesmo assim ter coragem de negar. De pedir para confiar nele e de que ela sabia o lugar dela, quando TUDO indicava que eles andavam um com o outro. Desejaram felicidades aos dois, e ela não negou, e agradeceu. Acho que ficou tudo dito, certo?

Desejo que seja muito feliz, e agradeço o facto de a rapariga adorar colocar toda a sua vidinha no face, cada passo que dá na companhia dele. É que só me fez perceber o que na realidade se andava a passar e perceber que, afinal, ele não muda, e não é nada daquilo que eu julgava que fosse. 

Esperava mais dele. Esperava sinceridade, pelo menos. Foi mesmo uma grande desilusão! Mas pronto, amigos à mesma, cada um com a sua vida.
E continuem a viver de câmara na mão. Eu continuarei a assistir em modo off (ou não, porque já não tem piada e segui em frente).


Este tweet é perfeito para este post


M.

Actualização

Então já que é para voltar, vamos lá a actualizar isto.

Finalmente, estou de férias. E que ricas férias! Mais que merecidas!
Este 2º semestre, deste 2º ano findado, foi o melhor semestre que tive até agora. Consegui fazer as disciplinas todas deste semestre, e tudo com notas bastante boas, tendo sido a nota mais baixa de somente 14 valores. Incluindo uma disciplina que eu estava a ver as coisas bastante negras, pois o prof tinha-nos reprovado a todos, fazendo-nos ir todos a exame, e eu não estava a ver-nos a conseguir fazer o que ele queria. E ele lá acabou por mudar o que pretendia, e lá se tornou possível fazer a cadeira. A esta, tive 15.
Também aconteceu ter havido um erro no envio de um trabalho meu e, quando saiu a nota, eu tinha 11. Eu acreditei que sim, que tinha mesmo 11, porque andei as aulas com a cabeça no ar, fiz o relatório às três pancadas e o autocad tinha começado a dar erros durante o trabalho, impedindo que eu fizesse o trabalho como realmente queria. Mas depois lembrei-me de ir ao siga e apercebi-me que o trabalho não tinha sido avaliado. Aquela toda correspondia somente à minha frequência. Lá fui eu ao email tentar perceber o que se tinha passado, enviar um email ao prof a explicar a situação e ele, querido como é, na manhã seguinte avaliou-me logo o trabalho e corrigiu-me a nota, ficando assim com 18, a nota mais alta que tive. Tive uma sorte... Ao menos aconteceu com um professor que é impecável!
E, apesar todas as minhas expectativas, pois não percebo nada de inglês e, a meu ver, não tinha estudado praticamente nada, consegui passar no exame de Inglês, uma cadeira do ano passado que eu tinha deixado por fazer. Eu estava mesmo convicta que não ia conseguir passar. Tinha achado as perguntas de interpretação bastante confusas, e a composição fiz-la com as frases mais básicas que havia! E a oral tinha-me corrido tão, mas tão mal... Eu engasguei-me, tive um branca e nem como se dizia "sentir", uma palavra tão básica como "feel" me lembrava. A própria professora disse que tudo iria depender do meu teste escrito, e eu disse mesmo a ela que não deveria de passar pois tinha perfeita noção que não tinha estudado o que devia. Mas, o que é certo, é que passei. Com somente 10, mas passei. E senti-me imensamente orgulhosa de mim! É que, para além de ter feito as disciplinas todas que correspondiam aquele semestre, e com boas notas, ainda tinha conseguido fazer uma disciplina atrasada. 
Afinal, enganei-me, e ainda bem.
Agora só falta o 3º ano, fazer no primeiro semestre a cadeira de Design de Interiores I que tenho atrasada, e licenciatura concluída!

Por falar em Design de Interiores I, este semestre tive o II. Um turno tinha a professora do costume, a Romãozinho (não gosto nadinha dela!) e o meu turno tinha outro professor. Mas a avaliação seria feita pelos dois.
Eu andava (e ando) com a Romãozinho entalada. A mulher não deve gostar de mim! Vou sempre a exame com ela, a História do Design não fui por uma unha negra, não tinha feito o Design de Interiores I em que tinha feito 2 directas para aquela senhora, tinha tido o colapso de tão nervosa que andava, tinha feito as plantas todas e direitinhas, passando dias e dias naquela porcaria. Tinha entregue tudo, menos a maqueta, e o raio da mulher reprovou-me com 8, quando no dia da apresentação tinha dito "depois ides a exame com a maqueta para melhorar a nota". Pois bem, não passei, fui a exame com febre (não sei se cheguei a falar disto no blogue) e o raio da mulher ainda me baixou mais a nota do trabalho, para 7. Fiquei pior da minha linda gripe, tendo ficando ainda mais com febre e pior que aquilo que estava, por ter saído da minha caminha e ter ido para CB fazer a porcaria do exame, e o raio da mulher ainda me baixa a nota? Não fui a recurso. Arriscar a fazer de novo a viagem, para ficar pior, gastar 40€ e mesmo assim ficar com a disciplina por fazer? Não, obrigada.

Posto isto, eu tinha achado o trabalho de Design II tão simples que eu estava mesmo a ver que iria ser outra cadeira que iria ficar por fazer. A mulher havia de implicar com alguma coisa. Mas, pelo contrário, ela surpreendeu-me! Gostaram da ideia, a mulher gostou bastante da minha Memória Descritiva, que estava muito bem organizada, com as imagens a acompanhar a explicação do texto, e o homem, o Maldonado, disse que a Comunicação tinha sido muito bem feita. Saí da sala a babar-me, confesso. Houver coisas destas vindas daquela mulher, tendo em conta o meu historial com ela, não era razão para menos. Tive 15 e fiz uma festa. Mas se tivesse tido um 10 tinha feito na mesma. Com aquela mulher, nunca se sabe!
Mesmo sendo o meu professor o outro, se a avaliação era feita em conjunto, podia esperar de tudo!

Bem, já me gabei, já escrevi imenso, já falei bastante sobre a escola, e vocês já devem estar fartinhos de ler. Por isso, fico-me por aqui.


Volto com os meus amores e desamores para o próximo post, está bem? 

Sabem como sou, muito sentimental!

M.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Voltar. Porque não?

Eu ausentei-me do blogue, eu sei, mas não vos sei explicar o porquê.
Eu adorava ter blogue!  Mas desde que mudei para este, com o facto de ter que esconder a minha identidade,  depois com a ida para a universidade, não sei, acho que me fui perdendo.
Perdi a vontade que tinha de escrever, de partilhar. Comecei a ter uma vida muito mais stressante, a não ter tempo, e quando o tinha, a aproveitá-lo para fazer outras coisas.

A minha vida agora é que eatava boa para ser partilhada. A descoberta da independência, da liberdade,  cidade nova, pessoas novas, hábitos novos,  mas não sei... parece que falta algo. Algo que me puxe, que me dê vontade para escrever e partilhar.
Pois bem, pus-me a pensar e acho que já chega disto. Nunca soube viver sem palavras, sem as ler e escrever. Sempre adorei escrever,  partilhar,  porquê parar de o fazer agora? Isto sempre será o meu cantinho. Há que khe dar vida! E parar de fazer deste blogue, um blogue de opiniões literárias. Até porque nem tenho lido muito. Não há tempo nem condições para.
Agora que já aderi aos androids e telemóveis tateis, com mikhares de aplicações disponíveis, também se torna mais fáceis eu escrever no blogue. E posso sempre aproveitar para publicar fotos que tenha tirado com o telemóvel, certo?
Vamos lá a dar uso a estas novas tecnologias que tanto nos facilitam a vida, e começar, de novo, a dar vida a este blogue!
E é verão! Haja alegria e cor! Talvez aplique esta frase ao design do blogue.
Se é para recomeçar, comecemos do zero!
Vou pensar no assunto. 
Mas agora, vou dormir.

Até ao meu regresso!
M.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Leituras de 2014 #10

"O Diário de Um Banana 2"


 Tal como disse do primeiro volume, a história é gira, está bem construída, mas é um livro juvenil, que já não me prende a atenção.
Mesmo assim, não deixa de ser uma boa escolha. Principalmente se tiverem filhos adolescentes e se os quiserem incentivar à leitura.

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Sinopse:
« Faça o que fizer, não pergunte a Greg Heffley como passou as férias de verão, porque ele não quer mesmo falar nisso. Ao entrar no novo ano escolar, Greg só quer pôr os três meses anteriores para trás das costas. Em especial um certo episódio… Infelizmente para Greg, o seu irmão mais velho, Rodrick, sabe tudo acerca do episódio que Greg está a tentar manter em segredo. Mas é difícil manter um segredo… especialmente quando há um diário envolvido.»

Este livro é o 2.º volume da série O Diário de um Banana, a coleção infantojuvenil mais vendida em Portugal.

Leituras de 2014 #9

"Procura-se Diamante Para Relacionamento Sério"


Ganhei este livro num concurso da Editorial Presença e, tendo em conta o título, não esperava nada daquilo que o livro me ofereceu.

Leigh tem a vida perfeita! Um rapaz famoso e perfeito e qualquer rapariga sonha ter, um emprego de sucesso como editora, e toda a gente acha que ela é feliz, mas as aparências enganam. Ela sente que falta algo... Se calhar, a sua relação não é assim tão perfeita, não tanto quando ela gostaria que fosse. Mas houve um pedido de casamento que ela não recusou, e agora como há-de voltar atrás?

Adriana, por sua vez, é a mulher dos sonhos de qualquer homem! Aquela mulher que mesmo mal vestida e despenteada faz os homens ficarem parados a olhar. 
Filha de uma modelo brasileira, leva uma vida de rainha! Tem uma lista infinita de homens e casos de uma noite, e não há meios de ela assentar. Mas os 30 estão a aproximar-se e a beleza e o corpo perfeito não duram para sempre, não é?

Já a Emily, a minha preferida por ter sido a personagem com quem mais me identifiquei, é uma pessoa de relações monogâmicas que duram anos, mas acabam mal. Ela vê a Leigh de anel no dedo, a irmã mais nova casada e à espera de um filho. Toda a gente de vida endireitada e ela, que sempre foi certinha, vê a sua vida destruída, de coração desfeito, por ter sido trocada por uma rapariga muito mais nova!
Após ter feito um pacto com a Adriana, Emily dedica-se à sua carreira e resolve tornar-se um pouco "Adriana". 5 homens num ano. Casos de uma noite.
Será Emily capaz de ir contra aquilo que sempre desejou para a sua vida, o seu futuro, e contra aquilo que sempre foi? Será que haverá por aí outro amor escondido à espera da sua monogamia?

Uma leitura bastante descontraída, mas que nos aquece o coração!

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Sinopse: 

Emmy, Leigh e Adriana são três amigas que, prestes a chegar aos trinta, e apesar de tudo o que ao longo desses anos alcançaram, não têm a certeza de terem a vida com que sonharam. Então, uma noite, Emmy e Adriana fazem um pacto: no espaço de um ano, terão de mudar radicalmente as suas vidas. Leigh mantém-se de parte, mas sabe que, das três, é quem tem mais a perder…
Críticas de imprensa
«As páginas viram-se praticamente sozinhas.»
New York Daily News

«Uma leitura espirituosa, inteligente e divertida.»
Publishers Weekly

Descobriste o melhor de mim


Tu sem saberes, descobriste o melhor de mim.

Reparei em ti por mero acaso, mas parece que a vida/destino, o que raio for, achou piada à ideia de nos juntar.

Apareceste numa altura em que algo estava a ruir. Ou na realidade não estava nada a ruir, mas sim eu a ter a certeza daquilo que sempre soube.
Seja como for, apareceste na altura certa. Pelos vistos, eu precisava de ti.
Talvez tu também precisasses de mim.

Seja como for, tornaste toda a minha vida melhor. Apareceste numa altura em que eu estava só a receber boas notícias. Dediquei-me a ti, a ajudar-te e, não sei como, um milagre aconteceu. Consegui algo que achei impossível, e que tentei por tentar, mas que tu tinhas dito para eu não desistir. Resolvi, então, também não desistir de ti e aproveitar cada momento, cada segundo, cada aresta que tu me abrias.

Se soubesses o quão bem me fez esquecer o tempo e passar aquela tarde contigo, a falar no lago... Ou aquela manhã que passei a afagar-te o cabelo enquanto descansavas, e tu achavas que eu estava a apanhar uma seca, mas que, na realidade, estava-me a fazer sentir uma paz interior tão boa... As marcas da roupa com que fiquei no corpo, de ter estado a apanhar sol, até me fazem sentir feliz. Uma recordação. Saber que tudo aquilo foi real e me soube bem.

Tu fazes-me bem, sabias?

E não sou só eu que me sinto mais tranquila. As pessoas à minha volta também já me vieram dizer que me sentem muito menos stressada e que já não implico por tudo e por nada.
Já viste bem o quanto a tua entrada na minha vida me está a fazer bem? E o quanto me está a assustar?
E se perco isto que me está a saber bem? E se fico sem a tua amizade? E se te fartas da minha presença? E se a nossa amizade não for tão importante para ti como é para mim? E se te afastas com o tempo? E se todos os nossos planos foram simples castelos no ar? Quem irá tapar o teu vazio? A tua ausência?
Eu já sinto a tua ausência, a tua falta, bolas!
Sinto falta das nossas conversas até de madrugada. Daquele par de horas sagrados que falávamos sem parar. 
Porque acabaram? Fartaste-te? Será que as férias já me estão a fazer perder parte das coisas?

Tenho medo de me apaixonar e de estragar a amizade que estávamos a construir. E o pior, é que acho que estou cada vez mais perto disso...

M.


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Farias o mesmo por mim?



Don't need apologies
Know that you are a worthy

There is no fear now
Let go and just be free

Open up your heart, and just let it begin

Acceptance is the key to be truly free
Will you do the same for me?

terça-feira, 20 de maio de 2014

Livros com 40% de desconto é o que se quer!

Neste momento, a WOOK está a oferecer 40% de desconto em vários romances irresistíveis. Não querem aproveitar?

Estivesse eu neste momentos com dinheiro, e os livros que estariam já a caminho cá de casa seriam:

"P.S. - Eu amo-te", de Cecelia Ahern - Eu sei que já li o livro, mas não me importava de o ter por casa para o reler quando quisesse.

"Comer, Orar, Amar", de Elizabeth Gilbert - Nunca li o livro, nunca vi o filme, mas tenho bastante curiosidade. Já estive 2 vezes para o comprar em livro de bolso, mas acabei sempre por desistir da ideia e optar por outro que quisesse mais.

"Um Refúgio para a Vida", de Nicholas Sparks - Já li o livro e adorei! Vi o filme e continuei a gostar. É um livro que vale mesmo a pena ler, e reler, e voltar a ler.

"A Melodia do Adeus", de Nicholas Sparks - Após ver 2 vezes o filme e adorar, é óbvio que tenho curiosidade pelo livro.

"Cinco Dias em Paris", de Danielle Steel - Este é uma sugestão para quem gosta de ler romances mais maduros. Porque o livro eu já o tenho, e já o li há uns anos atrás. Já não me recordo bem da história, mas lembro-me que nessa altura gostei dele. Tenho que o reler.

Boas leituras! :)

M.

sábado, 26 de abril de 2014

Leituras de 2014 #8

"O Diário de um Banana"

É um bom livro, está muito bem pensado e feito, mas não para a minha idade.
É um bom livro para jovens, pré-adolescentes, que dão os seus primeiros passos na leitura, por ser um livro de leitura simples, com linguagem própria para eles, e com imagens divertidas a acompanhar os textos. Uma boa maneira de lhes prender a atenção e de lhes despertar o gosto pela leitura.

Boas leituras,
Kisses**
M.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Leituras de 2014 #7

"Anna e o Beijo Francês"


Comprar On-line
Fiquei completamente apaixonada pelo livro!
Li-o em somente 2 dias. Vivi cada palavra que li como se fosse eu a protagonista. 
Sabem como é raro encontrar um livro que nos envolva tanto na história como este? 
A escrita é simples, fluída. Tudo é descrito na perfeição! 
Sinto-me tão envolvida pela história que até eu me senti apaixonada pelo doce e confuso Étienne St. Clair. 
Oh, como eu gostava de viver uma história assim... 
E ainda conseguiu a proesa de me fazer querer visitar Paris! Como aquela cidade se torna bela e mágica nas descrições de Stephanie Perkins... 

Este livro acabou de entrar para a os meus favoritos! 

Hei-de o reler, um dia, para voltar a viver esta história perfeita de amor adolescente. Para voltar a sonhar com o meu príncipe encantado. 

Espero um dia também encontrar o meu Étienne. Tão perfeito quanto este.



"Por nós dois, a palavra casa não é um lugar. É uma pessoa.

E, finalmemte, estamos em casa."


Boas leituras!


Kisses**.
M.

Leituras de 2014 #6

"Sei Lá"


Sei lá
Comprar On-line
Não foi a primeira vez que li este livro e, provavelmente, não será a última. 

Adoro o livro, adoro a sua proximidade da realidade, sem grandes fantasias, demasiadas histórias de fantasia. 

Revejo-me muito na personagem principal e talvez seja esse facto que me faça gostar tanto do livro.

É um livro que nos prende por estar constantemente a mudar. Ficamos sempre com vontade de saber o que vai acontecer a seguir, estamos sempre à espera das respostas e explicações que nos faltam. É um livro que tem de ser lido com atenção, caso contrário, pormenores fundamentais que na leitura nos vão parecer banais, vão-nos escapar.

Já para não falar do facto de ser um livro com um final que não estamos à espera, surpreende mesmo. Mas ela acaba bem e feliz, mas não da maneira que esperamos.

É um livro que me fez ficar encantada com cada personagem, especialmente com a Madalena. Faz-nos mesmo viver a história! 


Como devem saber, este livro saiu em exibição este mês, no cinema.
Apesar de a história ter sido alterada, de elas não serem 5 como no livro, mas 4, e de chegar a meio e a história ser radicalmente diferente do livro, inclusivamente o final, adorei o filme! Tem bastantes momentos cómicos, não deixando de parte os momentos mais sérios.
Até o meu padrinho, que adormece em quase todos os filmes, e só gosta de filmes de guerra e de romanos, adorei o filme! Teve entusiasmado o tempo todo! Disse que é um filme que está sempre a acontecer coisas, não tem partes "mortas".

Mesmo que tenham lido o livro, vejam o livro. São bases parecidas, mas histórias diferentes. E ambas boas!

Boas leituras, e bom cinema!




Kisses**,
M.

sábado, 12 de abril de 2014

Leituras de 2014 #5

O Grande GatsbyFoi a minha tentativa de entrar para um novo tipo de leitura, a leitura dos clássicos, e não comecei lá muito bem.

Achei o livro bastante confuso, andava a lê-lo e sentia-me meia perdida na história. Acabei por ver o filme, e aí sim, todo o livro fez sentido, e fiquei a perceber realmente a história. 
Por isso, se tiverem que optar, optem pelo filme. Ficaram a entender muito melhor a história.









M.

sábado, 29 de março de 2014

Alerta, promoção!



Andava eu a ver os livros da wook, quando me deparo com vários livros em promoção:

VER AQUI



E o livro que mais me chamou a atenção foi o NÓMADA que está com 40% de desconto!!
Aproveitem e cliquem já AQUI para o ter :) Tivesse eu dinheiro, já estava!


M.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Trilogia "The Lord Of The Ring"

Aproveitei este fim-de-semana para ver os filmes da trilogia d'O Senhor dos Anéis. E vocês devem-se estar a perguntar "Só agora? Passados mais de 10 anos de terem saído?". Sim, só agora. Nunca foram uns livros que me interessaram. Nessa altura só me interessava o Harry Potter. Quando eles davam na TV, normalmente à noite, eu acabava sempre por adormecer num dos intervalos. Também, pudera, os filmes são enormes! Intervalos era o que mais dava! 

Aqui há uns tempos atrás, coisa de 3 anos talvez, tentei ler A Irmandade do Anel, mas o livro foi tão secante que cheguei ao ponto de estar a lê-lo por obrigação, porque não gosto de deixar livros a meio. Claro está que quase não me lembro de nada do que li, e não li os dois seguintes.
Mas agora que vi os filmes, começo a achar que, se calhar, até teria gostado dos livros seguintes.

O primeiro filmes, A Irmandade do Anel, tal como aconteceu com o livro foi aquele filme de 3h30 que, ao fim de 90 minutos a vê-lo já estava "mas isto nunca mais acaba?". Mas pronto, aguentei e acabei por o ver.

O segundo, As Duas Torres, já me agradou mais.Agora sim, já começava a aparecer aventura, luta, perigo, já me começava a prender ao ecrã. Especialmente graças ao amiguinho deles, o Gollum. Uma criaturazinha irritante, egoísta, que só pensa naquele anel. Mas consegue lutar contra o seu lado mau, vence o seu verdadeiro eu, o Sméagol. Mas por pouco tempo triunfa. Basta voltar a ver o anel, que o seu lado negro regressa. Gollum regressa, traiçoeiro, maquiavélico, pronto a enganar o seu amo. E eu que até começava a gostar da criaturinha... 
Neste mesmo filme, Gandalf reaparece. Sinceramente, não percebi lá muito bem como isso aconteceu. Tenho de ir procurar na net. E o Saruman também foi uma personagem cuja história não ficou lá muito bem explicada. Era amigo do Gandalf, mas afinal estava do lado do mal. Mas quem é ele afinal?

Por fim, o terceiro filme, O Regresso do Rei foi, sem dúvida, o melhor! Muita luta, muitos entraves, muitos perigos. Verti lágrimas, reclamei porque eles eram burros, encolhi-me porque tenho uma dor solidária muito apurada, coisa nada útil nestes filmes com lutas. E ainda me ri! Ai aquele Anão... Ele é qualquer coisa!
E disse muitas vezes "atira, atira o anel. Não voltes atrás! Mas que raio estás a fazer? Destrói-o! Mas aquela merda não derrete?"
Basicamente, para mim, só o último filme me interessou, prendeu. Gostei realmente deste último filme.

Tendo em conta que o meu gosto pelos filmes foi aumentando conforme ia vendo, começo a achar que talvez acontecesse o mesmo com os livros. Mas voltar a lê-los agora está fora de questão. Já vi os filmes.


Para quem, tal como eu, ainda não os viu, força nisso! Só custa ao início! :)


Para quem quiser os livros, compra online no site WOOK (clicar sobre o título)
O Senhor dos Anéis I - A Irmandade do Anel


Mais livros do mesmo autor (incluí edições ultralimitadas):
-> VER AQUI <-



M.

Vamos ser saudáveis?


Ser minimamente saudável não é fácil, especialmente para as pessoas que se habituaram ao sedentarismo e que adoram comer, como é o meu caso.
Mas tenho alguém que me incentivou a tentar mudar os meus hábitos, a ver também se começo a emagrecer, que eu cada vez estou mais redonda e não gosto nada disto, e tenho andado a fazer um esforço.
Comer saladinhas, de vez em quando ir caminhar na companhia de uma amiga, cortar na boca e, agora, começar a beber água, coisa que eu antes raramente fazia.

Quanto à água, e graças a um drenante que comprei na Wells e que diz para beber 1l de água por dia com aquilo misturado, lá tenho tentado beber esse tal litro de água. Claro que agora passo a vida a correr para a casa de banho. Se antes ia muitas vezes, agora vou o dobro!
E para transportar a água, nada melhor que uma garrafa gira. Uma garrafa ecológica comprada na Ale-Hop. E para quem estiver interessado, está em promoção "leve 3, pague 2". 
Eu escolhi esta: 



É prática, dá para prender na presilha das calças ou na alça da mala, não parte se cair, não temos que andar sempre a mudar de garrafa (as garrafas de plástico começam a cheirar mal ao fim de uns dias). Eu achei prático e giras. Vejam o vídeo que está no site e ficam a perceber melhor a garrafa.

Quanto ao drenante da Wells, trouxe um com sabor a cocô e ananás. Bebe-se bem até.



Agora vamos lá a ver se faz alguma coisa para além de estar sempre a ir ao WC.


M.


sábado, 22 de março de 2014

Um contentamento momentâneo

Não posso dizer que ando bem. Sentimentalmente ando pessimamente mal. Mas para compensar isso, e apesar da minha falta de dinheiro neste momento, tenho uma amiga que foi super querida comigo e me deixou contente com simples objectos que eu gostei bastante!

Para começar, uma mala com uns mochos super fofos (claro que tinha de ser mochos) que vimos na Pull&Bear 



E depois, como adoro cadernos, trouxemos estes dois presentes do Continente. O Continente tem à venda cadernos mesmo giros! Se pudesse, era um de cada!


Link permanente da imagem incorporada




Foram breves momentos de alegria!


M.

sábado, 15 de março de 2014

Sem nada para fazer

3 dias de fim-de-semana, fechada no quarto, sem nada para fazer. Não há nada que me prenda, que me entretenha realmente nestas longas horas aborrecidas.
Já vi montes de episódios da série que comecei recentemente a ver (Gossip Girl. Aquela série é realmente muito boa! Vicia qualquer um! Acabamos um episódio já a querer ver o outro, para sabermos o que vai acontecer a não sei quem.), mas já cansa estar sentada à frente de um pc, a ver coisas com legendas. Ainda por cima esta cadeira não é nada confortável.
Olho para os livros, mas não me apetece ler. Castelo Branco não me puxa para a leitura, que se há-de fazer?
Tenho somente um mini trabalho para fazer, nada de complicado. Mas falta-me uma medida e só o posso fazer quando ma derem. Por isso, trabalho de lado.
Já me apeteceu arrumar as coisas melhor, dividi-las, etc. Já o fiz, e fiquei a desejar ter mais caixinhas para guardar as coisas.

Tendo em conta tudo isto, se tiverem ideias de como me posso entreter neste 2 dias que ainda faltam, comuniquem, sff!
M.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Como eu adoro cadernos!

Ontem fui ao Continente, e deparei-me com cadernos fantásticos! Tentei me controlar, e acabei trazendo dois. Somente dois.

As fotos estão com péssima qualidade, mas dá para ter uma vaga ideia deles.


Link permanente da imagem incorporada

Como se vê, este caderno trás um texto, e uma nota.
Aquela nota no topo do caderno diz: "A man of words and not of deeds is like a garden full of weeds" (um homem de palavras e não de acções é como um jardim cheio de ervas daninhas.)
Na parte lateral preta, tem a frase "Let there be more joy and laughter in your living." (que haja mais alegria e riso em sua vida)
E o texto no fundo com o título "Five Hundred Times" (500 vezes) diz: 
"In the traffic court of a large mid-western city, a young lady was brought before the judge to answer a ticket given her for driving through a red light.
She explained to his honor that she was a school teacher and requested an immediate disposal of her case in order that she might hasten on to her classses.
A wild gleam came into the judge's eye.
you are a school teacher, eh? "said he."
Madam, I shall realize my lifelong ambition. Sit down at that table and write "I went through a red light" five hundred times."
(Ide ao google traduzir que isto dá muito trabalho, mas basicamente é uma história em que um juiz se quer "vingar" dos seus tempos de escola)


Link permanente da imagem incorporada


Este é quase um caderno normal com uma capa gira. Mas enganem-se!
Por dentro, na primeira página diz: "
"make plans this day.don't forget any appointment no matter what happens. planing + writing + memo"

E depois tem as folhas organizadas de maneira a que se torne um livro de memórias. Para colocar datas, textos e notas.
Mas o que mais me chamou a atenção nele, ou melhor, o que mais gostei, foi do aspecto amarelo e envelhecido das folhas. Adorei! 





M.

As minhas novas companhias

Olheiras e água.

Se ando numa de não descansar devidamente e de passar mal as noites, também ando numa de tentar emagrecer. O ideal? Perder 15kg. Mas se perder 2 já é uma vitória!

Fechar a boca é uma tarefa difícil, principalmente para alguém como eu, que adora comer. Como a comida é boa...
E depois tenho o terrível hábito de não beber quase água nenhuma. A pouca água que bebo costuma ser durante a noite, porque acordo com sede. Mas já comecei a tentar combater isso, e até já comprei um chá para "peso ideal" no Continente, a ver se começo a ter mais vontade de beber água.

Não sei se consigo manter este regime, mas pelo menos já ando a tentar. 
É um começo!


M.

terça-feira, 4 de março de 2014

O Carnaval

Quando eu era pequena adorava o Carnaval. Tenho imensas fotos desse tempo.
Lembro-me de andar toda contente a pôr serpentinas pelo jardim, de adorar atirar confites, e de molhar com a bisnega. Lembro-me que fantasiava com aqueles vestidos de princesa e fada que nunca vestia. Acabava aproveitando vestidos antigos de outras pessoas, vestindo o único fato que me foi comprado, de palhaço, fantasiar para ter uma fantasia.
Mas, mesmo assim, adorava o Carnaval! A alegria nas ruas, os travestis, os cabeçudos, os cortejos cheios de alegria, tudo!
O último Carnaval que me lembro de ter me mascarado foi há 7 anos atrás, último ano em que a minha irmã o passou em Portugal. Andava eu vestida de boneca, e o meu sobrinho de tigre, salvo erro.
Desde aí que não me lembro de o ter festejado mais. Fui ver um ou outro cortejo, na companhia dos meus pais, e pouco mais. O Carnaval perdeu o seu encanto para mim. Hoje em dia é somente mais um feriado (que deixou de ser feriado).
Este ano passeio em Castelo Branco, fechada na residência.
As únicas mostras que vi de Carnaval foi na sexta-feira, serpentinas e confetis deixados pelo chão, e crianças mascaradas (quase todas de Mickey e Mini).

E com isto começo a aperceber-me, quanto mais cresço, mais as datas festivas deixam de ter importância...


M.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Red Carpet Oscars 2014

Eu não sou destas coisas, e não ligo nada a estas coisas, mas depois de ver tantas fotos pelo facebook, resolvi ir ao site ver os vestidos que circularam pela passadeira vermelha, e resolvi partilhar aqui os que mais gostei, só porque me apetece.

Amy Adams

 Simples, sem demasiados trabalhados, e que lhe encaixou na perfeição.


Sandra Bullock

 Não me vejo a andar com isto, por mais espectacularmente bem que me fica-se, mas até gostei do vestido.


Desconheço quem seja

 Alguém me sabe dizer quem ela é? Não a conheço... E gostei deste vestido. Talvez o preferi-se mais curto, pelo joelho, talvez.


Lady Gaga

 Ela ficou tão bem neste vestido... Sem exageros, sem extravagâncias. 


Também desconheço tal pessoa

 Mas roubava-lhe o vestido! Tirava-lhe a cauda, talvez, e fugia com ele.


Angelina Jolie

 É daqueles que nem dá para gostar nem desgostar. 


Anne Hathaway

 *baba*. Mas para mim, alargava a parte de baixo. Não gosto de vestidos à sereia, por mais giros que sejam. Já para não falar que não ficam bem em qualquer corpo. São gostos.


Jennifer Garner

 Não dá para gostar, nem desgostar. Veste-se...



Channing Tatum & Jenna Dewan-Tatum

 Acho-os um casal tão giro... E ela é linda! *o* Não gostei lá muito daquele "pêlo" todo em baixo que o vestido dela tem, mas se o virmos de longe, e imaginarmos que a parte de baixo é feita como a de cima, gosto bastante! 


Meryl Streep

 Eu não vestia isto (acho eu), mas para a idade dela, achei que estava perfeito!



Emma Watson

 Aquele menininha que nos habituamos a ver, tornou-se uma mulher incrivelmente linda e elegante! O vestido, apesar de ser numa cor que nunca compromete e não ser nada extraordinário, achei uma excelente escolha. Gostei dele.


Maria Menounos

 Não há muito a dizer sobre ele. Gostei, e pronto.


Tara Lipinski

 Por mais que ache o vestido lindo, continuo a achar que está no sítio errado. Acho um vestido indicado para se casar, não para a Red Carpet. Mas, mais uma vez, gostos são gostos.



Vejam mais em http://oscar.go.com/red-carpet



M.

O Primeiro

Fim-de-semana passado a dois? Pois, este foi o meu primeiro.
Se foi tudo aquilo que eu esperava? Foi muito mais que isso, pois não esperava nada, e quando não se faz planos concretos não se pode esperar uma desilusão, certo? Porque tudo pode ser bom e surpreendente. A única certeza que tinha era a de que iria estar com ele, estar 48h só com ele. Nada de pessoas pelo meio, nada de horários a cumprir. Só eu e ele, a governar o nosso tempo.

Se pretendo repetir? Por mim, nunca teria terminado!
Se me sinto feliz? Mais que nunca, mesmo dorida (coisas a não declarar publicamente).

Não espero um futuro risonho, pois já evito pensar nele. Quero apenas prolongar este presente que se está a tornar o meu sonho.
Tive pessoas fantásticas no meu passado, mas nada que se lhe compare. Ele está lá em tudo, exactamente no ponto! 
Mas ele deve ter defeitos como toda a gente, devem estar a pensar vocês. Claro que tem, não digo o contrário. Mas são defeitos toleráveis, que facilmente se vive com eles.

Para quê me queixar de algo que me está a fazer bem?

O único desejo que neste momento tenho, é de que isto dure e perdure, com os seus altos e baixos, como em qualquer relação, mas que encontremos sempre solução, e de que tudo volte a ficar bem.

E, sinceramente, acho que voltei a acreditar na possibilidade de existir um "para sempre". 

A esperança é a última a morrer, não se esqueçam!

M.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Fim-de-semana a morrer de tédio

Pois bem, este foi o primeiro fim-de-semana deste 2º semestre que passei cá em Castelo Branco. Inicio de semestre, logo, não há nada para fazer. A maioria das pessoas também foi a casa e eu acabei por ficar cá sozinha, fechada no quarto, a deprimir.
Ontem vi 3 filmes (Frozen, Espelho, espelho meu e Os estagiários). Hoje foi a vez de algumas curtas e dos O corpo de Jennifer e Na sua pele. A juntar a isto existiu uma preocupação: atraso menstrual. Podia ser assustador se tivesse andado a fazer coisas que me pudessem colocar grávida, mas como não foi o caso era a mera preocupação de "mas que raio se passa para isto estar atrasado?". Provavelmente a razão foi dos dois antibióticos seguidos que tive que tomar. Sim, estive doente. Cheia de febre. Uma febre que teimava a não ir embora e que me deu muitas noites mal dormidas, mas, felizmente, já passou, e espero tão cedo não voltar a saber o que isso é.
Amanhã será mais um dia que, provavelmente, passarei a ver filmes. Às segunda não tenho aulas, por isso amanhã espera-me mais um dia sem nada para fazer!

Para compensar isto tudo, provavelmente terei uma semana de somente apresentações (espero eu) e o próximo fim-de-semana será diferente, especial. Um fim-de-semana passado a dois. Há algo melhor?
As saudades já são muitas, estamos há demasiado tempo separados, e temos muito que recuperar e aproveitar. Quero aproveitar cada bocadinho, cada estante. Será especial por ser o primeiro, não só o primeiro de nós dois juntos, mas também por ser o meu primeiro fim-de-semana a dois.

Confesso que já está ansiosa e um bocadinho nervosa. Desejem-me sorte!


M.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

2 anos!


Fez este mês 2 anos que criei este blogue. Deixar um que adorava, para recomeçar do zero. Um passado triste e amargo que me fez desistir de coisas que gostava e recomeçar!
Hoje, após 2 anos, está de novo na altura de começar. Não recomeçar do zero, como anteriormente, mas alterar algumas coisas.

O antigo cabeçalho tinha uma razão de ser, um significado, algo que agora já não me diz nada e que não fazia sentido que aqui continuasse.
Assim sendo pus mãos à obra e comecei a procurar imagens e ideias. Queria algo simples. E há alguma coisa mais simples que o branco e preto? E o gato não é super fofo?


Espero que gostem deste novo visual tanto quanto eu.

Preservar a simplicidade!



M.

As coisas acontecem, não se explicam

Dizem que quanto mais procurámos, menos encontrámos. Começo a achar que é verdade...


Andava desanimada, triste, desiludida. Mais uma vez a felicidade tinha sido apenas momentânea. Tinha findado. Para quê manter esperança por algo que parecia que nunca iria acontecer?
Cara metade? Mas o que é isso? Nem toda a gente tem que ter a sua alma gémea.


Não sei se encontrei ou não a minha, a flor ainda agora nasceu, ainda tem muito para crescer e desabrochar, mas que o Sol bilha, brilha. Cai chuva, a tempestade quer surgir, mas o calor é esconde o frio. E este calor é tão bom...
É bom sentir o Sol a brilhar intensamente, mesmo quando está oculto pelas nuvens.
Como é bom ver que a esperança esconde-se, mas reaparece.
Como é bom ver que, um dia, ainda posso descobrir que o fim da felicidade está longe.

É tão bom sonhar, ansiar por algo, desejar, querer, gostar... É bom voltar a sentir o medo de amar, o medo de perder, ...
O futuro é sempre tão incerto, para quê pensar nele quando estamos a ter um presente tão bom? Voltar a encontrar prazer em coisas simples como um beijo, uma mão dada, um toque, um gesto, uma atitude, uma palavra...


Não há nada melhor na vida que tropeçar em algo que nos faz feliz, e arriscar para fazer aumentar essa felicidade. E acreditem, estou a gostar bastante deste tropeçam e diste risco.

Leituras de 2014 #4

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Emprestaram-me este livro, eu olhava para a capa e dizia "mas este livro não me dá vontade nenhuma de o ler! A capa não me atrai.", ao que em respondiam "Lê, vais gostar!".
Lá acreditei, e acabei por lhe dar uma oportunidade. E que óptima oportunidade! Foi devorado em 4 noites! Parar parecia algo que eu não sabia fazer de tão viciante e envolvente que é a história!
Muito bem escrito, sempre em mudanças, a história não pára. Estamos sempre com aquela enorme vontade de voltar a página, de saber o que vai acontecer na página seguinte.
As reviravoltas que esta história teve... as surpresas que nos foram presenteadas. Ainda por cima não se trata somente de um romance "vazio". É um livro que nos dá a conhecer a antiga Grécia, os Deuses, etc. Ler romances enquanto aprendemos história? Não podia ser melhor!
E aquelas descrições estão tão, mas tão bem feitas! Parece quase que as conseguimos viver. E é uma dedicação e entrega entre os protagonistas que nos faz suspirar...
Um livro digno de bolinha vermelha e nota para maiores de 16. Um livro que nos dá vontade de pegar nele e entregá-lo ao nosso companheiro dizendo "lê e aprende alguma coisa!".

Não sei se os livros seguintes desta saga são assim, mas se forem... Queria ser rica para comprar este e os restantes!


Citações:
"Sabes, eu até namorava, se encontrasse um homem por quem me desse ao trabalho de rapar as pernas."
"Porque não sou uma gata no cio, à espera que o próximo gato chegue, faça o seu serviço e parta."
"Ao fim de alguns pontapés, qualquer cão se torna uma fera."
"Não há poder celestial que possa obrigar um coração amar outro. O amor vem do próprio coração." 
 
 

Leituras de 2014 #3

Comprar AQUI
Diziam-me que eu ia gostar deste livro, e não se enganaram. O livro é realmente surpreendente!
É uma história que nos fascina, que nos envolve, que nos faz apaixonar. Que nos faz andar a tentar encaixar peças para tentar desvendar o mistério. Faz-nos viver intensamente a história, gostar de umas personagens, odiar outras.
Um livro repleto de magia, de bruxas, fadas, trolls, entre outros, mas também repleto da magia do amor!
Um livro que nos faz suspirar, e desejar sempre o final feliz que tanto ansiamos!
Um livro que alegrou bastante as minhas leituras.

(p.s.: Apesar de ser o segundo volume, entende-se bem a história, pois cada volume conta uma história diferente).




Citações:
"Alguma vez viveram um momento em que sentiram mais iguais a vós próprios do que nunca? Um momento em que eram e viriam a ser se unia numa explosão radiante de calor e de luz e se apercebiam de que eram felizes? O tipo de felicidade que sabiam que nunca seria duradoura mas cuja recordação bastaria para jos fazer viver os trinta ou quarenta anos seguintes?"
"Quem diria que vinte minutos podiam mudar a vida de uma mulher!"
"Amava-o o suficiente para o deixar partir." 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Leituras 2014 #2

[01040335_Juntos_ao_Luar(RL).jpg]
Infelizmente, não encontro o livro à
venda online
Depois de ter visto o filme e de ter chorado baba e ranho, e depois de o ter revisto e revisto, fiquei com curiosidade de ler o livro. Será que o livro é capaz de me tocar tanto como o filme?
Um dia encontrei o livro em promoção. comprei-o por apenas 5€! Era a minha oportunidade de descobrir.
E o veredicto é que fiquei desiludida. Não me tocou tanto com o filme, e estive o livro todo à espera de mais. Desta vez, até cheguei mesmo a achar, por algumas alturas, a leitura um bocado maçadora. E apesar de saber o final, estava sempre à espera de que o livro revela-se algo diferente.
Não deixa de ser mais um bom livro, uma boa história do tão nosso conhecido Spark, mas eu estava à espera de mais...

Por isso, se tencionam ler o livro, NÃO vejam o filme antes. É um conselho. Caso contrário, pode acontecer-vos como aconteceu a mim.

Mas, sinceramente, acho que começo a ficar um bocado cansada deste autor. Estamos sempre à espera de um final feliz, de que eles fiquem juntos e, por vezes, isso não acontece. E neste livro, esse final desagradou-me.


Citações:
"Quando penso em ti, não consigo conter um sorriso, sabendo que tu dalguma forma me vieste completar."
"O Tim mostrou-me que o amor significa preocuparmo-nos mais com a felicidade da outra pessoa que com a nossa própria felicidade, por muito dolorosas que as opções com que nos deparemos sejam." 


(p.s.: A partir de agora, sempre que terminar uma leitura e vier aqui comentar, colocarei uma ou mais citações que tenha gostado)

M.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Leituras de 2014

Comecei a ler o livro ainda em 2013, mas foi em 2014 que cheguei ao seu fim.

Confesso que li este livro sob alguma influência, por seguir o autor e amigos do mesmo no twitter. 

Adquiri-lo Online
Wook
FNAC
Chiado Editora
Bertrand

Mas a razão que me levou a querer comprá-lo e lê-lo não foi só essa. Foi também pela história em si. 
Um romance sobre cancro são livros que, de alguma forma, despertam o meu interesse. São sempre histórias tão genuínas, tão sentidas, tão reais...
E todo o mediatismo que estava a surgir sobre ele reforçou ainda mais a minha curiosidade. Eram idas À TV, com entrevistas que me deixavam ainda mais curiosa.
E foi uma boa aquisição.
Relatos histórias profundas. Dá-nos a conhecer um autor vulnerável. E quem é a pessoa, o jovem de 21 anos, capaz de escrever um livro a relatar assuntos tão delicados, e de uma forma tão transparente? Sem receio das criticas, sem receio de se expor. De expor os seus sentimentos, de alguma forma, a sua vida, de mostrar toda a sua vulnerabilidade.
Ele não esconde nada daquilo que a palavra "cancro" faz viver. Todos os tratamentos, todos os sofrimentos, todas as dúvidas e ânsias, todas as incertezas com que um cancro deixa uma vida. Várias vidas, aliás, porque todas as pessoas que rodeiam a pessoa de quem o cancro resolveu se apoderar, passa também a ter vidas instáveis. Vidas em que sabem que, neste minuto, a pessoa está com elas mas que, num piscar olhos, essa realidade pode-se tornar passado.
Há um capitulo em particular que me tocou. O capítulo em que ele fala do seu amigo que também passa por algo do género, e a maneira como a vida desse seu amigo e a vida de a sua tia se cruzam. De uma forma ou de outra, e indirectamente, acabaram de estar lá um para o outro.
A forma frontal com que este livro encara a doença e todas as outras coisas em redor dela, faz-nos também pensar em nós, na nossa vida, nas coisas e pessoas que nos rodeiam. Faz-nos também ver as coisas de outra forma, ou pôr isso em casa. Porque, em momentos de "desespero", em que já não se tem nada a perder, todas as tentativas são válidas.
Apesar de não ser uma história propriamente embelezada, é uma história bela, que transmite amor e esperança. Confiança. E pode-se tornar um bom livro de reflexão, tendo em conta as coisas em que ele nos pode fazer pensar, ponderar. Reflecti muito enquanto lia cada página e acho que, toda a gente que o ler, fará o mesmo.

Será que no fim continuaram a ver a vida da mesma forma? A acreditar cegamente nas mesmas coisas? A experimentar novas filosofias de vida?


Ele foi ao Você na TV. Fiquem a conhecer a entrevista: 



E muito mais!

Podem "ver" o autor e livro no mundo da internet em:

Facebook: https://www.facebook.com/TiaGuida?fref=ts
Twitter: https://twitter.com/AndreF7 (hashtag #TiaGuida)


Boas Leituras!
M.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Leituras de 2013 #16

Comprar AQUI
Sinopse

Todos conhecem a história profundamente dramática da jovem Anne Frank. Publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, o Diário veio revelar ao mundo o que fora, durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária auto-reclusão, para tentar escapar à sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos «campos de trabalho». Tentativa sem final feliz. Em Agosto de 1944, todos aqueles que estavam escondidos no pequeno anexo secreto onde a jovem habitava foram presos. Após uma breve passagem por Westerbork e Auschwitz, Anne Frank acaba então por ir parar a Bergen-Belsen, onde vem a morrer em Março de 1945, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. Traduzido em 67 línguas, este documento excepcional, de que a Livros do Brasil se orgulha de lançar agora a edição definitiva, vendeu já mais de 31 milhões de exemplares e é, seguramente, um dos livros mais lidos, discutidos e amados de toda a história do mundo. Importa enfim acrescentar que esta edição definitiva contém toda uma série de passos que haviam sido omitidos por decisão do pai, que não tinha querido que alguns comentários de Anne Frank relativos à mãe fossem divulgados. O resultado final é um retrato extraordinário de uma adolescente em busca da sua identidade, durante um dos mais trágicos períodos jamais vividos pela humanidade.


Opinião 

Sempre tive uma certa curiosidade pro este livro e, finalmente, pude matá-la.
Não é um livro com nada de especial, mas gostei muito de o ler. Dá-nos a conhecer uma outra realidade da vida.
É giro ver como esta rapariga, de 13 anos, vai crescendo, evoluindo, vai mudando a sua maneira de pensar e os seus ponto de vistas das coisas.
Gostei de conhecer este lado de sacrifício, de ver o que eles passaram numa tentativa de sobreviverem. Terem que lidar com pessoas que não gostavam, terem aprendido a gostar de outras, ver os hábitos que tiveram de modificar para conseguirem sobreviver, os sacrifícios que tiveram que fazer para não passarem fome.
Mesmo ali presos, com o mundo a desabar à sua volta, eles não desistiram. Anne e a irmã, mesmo ali fechadas e com a ajuda do pia, continuaram a estudar, na esperança de, quando dali saíssem, pudessem continuar a estudar. Com a ajuda das pessoas que tinham cá fora, que lhes arranjavam comida e alguns bens essenciais, eles também iam tendo livros da biblioteca para lerem e estudar.
É bom saber como é viver assim enclausurado, com pessoas que não gostam, a falta que começam a sentir das suas coisas, da sua liberdade, da natureza. Os planos que fazem para quando lá saírem, a maneira como tentam passar o tempo.
Os sustos que apanham, os cuidados que têm para não serem apanhados, aquelas regras rígidas para conseguirem continuar ali fechados, sem que ninguém dê por nada.
Tudo muito bem pensado, tudo muito bem planeado.
Só tenho pena de não ter aprendido suficientemente bem história para poder acompanhar e perceber melhor este diário. Dei por mim, muitas vezes, perdida no meio dos seus relatos políticos, por não saber praticamente nada sobre a guerra. Os países que participavam, porquê, quem defendiam... 
E, por essa razão aconselho, a quem o quiser ler, a estudar primeiro a 2ª guerra e Hitler.

É um bom livro para ser lido, e que toda a gente deveria ler. Perceberem que a vida de reis que hoje levam pode não ser eterna. Que, de um momento para o outro, podem ter que largar tudo e fugirem. Esconderem-se. Sacrificarem as vossas coisas. Terem que comer coisas que não gostam e impensáveis só para conseguirem sobreviver. Terem que ignorar o vosso ódio e rancor para conseguirem viver, fechados, com mais pessoas, pessoas de quem não gostam.

É bom livro para nos fazer pensar na vida, e para nos fazer ver as coisas de outra forma. Nos fazer crescer, e reaprender a viver, dando valor a coisas que, para nós, são banais, e que não sabemos dar valor.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Chega o mês de Dezembro


Chega o mês de Dezembro e chegam as noites de frias, acompanhadas por um bom (ou não) serão a trabalhar.

A primeira noitada foi ontem. Mas foi uma noitada quentinha, de aquecedor no meio e pés quentinhos nas nossas pantufas novas. Não somos gémeas, mas os nossos pés são. E os pés da Inês têm orgasmos de prazer dentro das pantufas (vocês não iriam perceber, mas nós percebemos, e fartamo-nos de rir).




E como estávamos a trabalhar todas juntas, claro está que tinha que vir disparate pelo meio. Acham que tomamos café para acordar? Nahhh... O café é para os frasquinhos. Nós despertámos com vodka preta 




E trabalhámos que nos fartámos! Adiantámos imenso e fomos as primeiras a concluir e entregar o trabalho. Quem é que são as maiores?? :D

Com amigas assim, não há espaço para andarmos em baixo.


P.s.: para combater o frio, nada melhor que gorros 

Primark


E um mochinho para alegrar estes tristes dias de frio.


Bijou Brigitte

M.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sorte ao amor


Nunca fui uma pessoa que teve muita sorte no amor. As coisas sempre correram mal, de uma forma ou de outra. Cheguei a ter medo de voltar a tentar, mas, no fundo, sempre tive esperança de encontrar a pessoa certa.
Na adolescência, quando estas coisas acontecem, ficamos triste e dizemos que nunca mais vamos encontrar mais ninguém e blá blá blá, mas depois acaba sempre por surgir alguém. Somos novos, temos uma vida inteira para viver, com tanto para crescer. Ainda andamos de cabeça na lua, não temos os pés bem assentes na terra.
Porém, com 20 anos, as coisas mudam de figura. Nesta fase, por norma, e pelo menos comigo é assim, já não se procura propriamente um amor, um namorado, mas um estabilidade.

Procuramos concluir cursos, arranjar empregos, de preferência fixos e procurámos também que a pessoa que nós amámos, nos ame também, e assim termos uma relação sólida e estável.
A solidão é algo que me mete muito medo, sempre meteu. Toda a gente me diz "ainda és tão nova... vais encontrar alguém", mas depois há aqueles que dizem "com 20 anos e ainda não tens namorado? Não pode ser... estás a ficar velha". As primeiras pessoas acho que o dizem para que nós não desanimemos, as segundas porque são sinceras. 
Por mais que digam acho que, quanto mais velhos estamos, mais complicado é para arranjar alguém. Especialmente se forem como eu, pessoas caseiras e rotineiras. 

Julguei que tinha encontrado o amor. Era feliz, tão feliz... Estupidamente feliz! Já nem me recordava do que era andar assim.
A vida corria-me tão bem... Não só por isto, mas por tudo!
Mas amar alguém e sentirmo-nos amados é tão bom... É das melhores sensações que há!


Agora, este sentimento está em stand-by. Não sei se volta, não sei se fiquei sem ele...
E esta incerteza deixa-me cheia de medo do futuro. Porque o futuro com ele era agradável, era belo. Era acolhedor, afável. Era um futuro alegre e feliz.
Queria recuperar o passado. Trazer o passado para o presente. E queria voltar a ver o meu presente como o meu futuro, e sentir-me incrivelmente feliz!! Mas as minhas mãos estão presas, a minha mente está vazia. Não sei como recuperar algo que adorava. Algo que me fazia feliz. E, o melhor de tudo, era ver a felicidade reflectida também no seu olhar.
O objectivo do amor é fazer a outra pessoa feliz, e sermos felizes com ela. Queria voltar a conseguir isso. Porque, por muito que seja um desejo egoísta, é um desejo egoísta que fazia bem aos dois. Agora, continuar assim, sem saber o que fazer, o que pensar, está a dar cabo de mim, da minha cabeça. Viver na incerteza não é nada agradável, e já não sei mais que fazer para obter respostas!



Foi um desabafo rápido, porque não há palavras para descreverem sentimentos. Muito menos estes sentimentos tão bons e agradáveis...

M.