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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Inauguração da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco

Amanhã, dia 2 de Dezembro, ao fim de 2 meses de já estarmos lá a ter aulas, será a cerimónia de inauguração da Escola Superior de Artes Aplicadas, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, com a honra da presença do Exmo. Sr. Passos Coelho.


Uma palhaçada, é só que tenho a dizer!
As obras estão uma merda, o chão de entrada abateu, andaram a semana passada a arranjar para a vinda do Coelho, e mesmo assim foi arranjado mesmo às 7 pancadas! 
Em dias de chuva, chove no piso térreo. É água por tudo que é lado! E por pouco que não se deu cabo da impressora 3D, graças a estas infiltrações.


Colegas minhas alugaram o estúdio de fotografia, para hoje e amanhã, com antecedência de 2 semanas, e hoje chegam lá e dizem-lhes que não o podem usar porque já arranjaram aquilo para a vinda do Passos Coelho, e que agora não se pode mexer em nada.
Ou seja, elas têm o trabalho para entregar na quarta, precisam do estúdio para tirar as fotos, estavam a contar com ele, e agora, em cima da hora, dizem-lhes que não podem usar. Falta de organização? Muita!



Mas bem, como nunca vi o dito senhor, e como raro se ter uma oportunidade destas, de presenciar a inauguração da nossa escola pelo Primeiro Ministro, a minha pessoa vai tentar despachar os trabalhos todos a tempo de trajar e se arrastar até à escola, para presentear tal feito. 
Porquê trajada? Porque o traje é o simboliza o estudante universitário/ensino superior, e porque o director pediu a máxima dignidade e respeito pelo próximo, e que estejamos devidamente trajados, incluindo os caloiros adeptos de praxe, que estejam vestindo a sua camisola do caloiro.
E, vá, sejamos sinceros, é uma maneira de eu levar o traje à rua para lhe tirar o cheiro a mofo, que desde o ano passada que não o visto. Já nem me lembro da última vez que o vesti! Acho que até foi em Maio, para ir buscar a minha irmã ao aeroporto.

E pronto, esperemos por amanhã.

Mais pormenores a serem lidos aqui http://www.ipcb.pt/index.php/component/content/article?id=1341

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Leitores Bertrand - 28 e 29

Hoje e amanhã, dia 28 e 29 de Novembro, no site da Bertrand Livreiros, e somente para quem tem Cartão Leitor Bertrand, descontos de 20 a 50% em todos os livros, incluindo Portes Grátis para Portugal Continental, e 40% de desconto para as Ilhas.





De caminho isto mais parece um blog onde se divulga promoções de livros, mas não. As livrarias é que se lembraram de que o Natal está aí, e 'bora lá todos fazer promoções a ver se cativamos a compra de livros.
O que eu agradeço, né, compradora compulsiva de livros como sou.
E quem o for também, há que aproveitar! 

Black Friday + Promoções de Natal

HOJE, em TODAS as compras efectuadas no site WOOK, oferta de uma luz de leitura.




Aproveitem!

E se fizerem compras superiores a 14€, não pagam portes de envio.


Mas isto ainda não vos convenceu? 
Então ficam a saber que ainda têm desconto imediato de 10% a 30% + 10% em vale PPL. Excepto eBooks, escolares e técnicos.



Aqui a menina aproveitou! :)



(Pareço uma vendedora, mas não. Sou somente uma pessoa que adora livros e que adora boas oportunidades. E se as encontro, porque não partilhar com pessoas com os mesmos gostos?
Já agora, a WOOK não é a única que está a fazer promoções até ao Natal.

A Saída de Emergência também está a fazer desconto de 20 e 40%.
E a Editorial Presença, cujo site está com um número elevado de acessos em simultâneo e ao qual não estou a conseguir aceder, está também a fazer descontos de 30% em compras até 59€, de 40% em compras até 99€, e de 50% em compras superiores a 100%.
Gastem lá os vossos subsídios em livros!)

sábado, 22 de novembro de 2014

Wishlist

Resolvi criar uma nova página aqui no blogue.
Já tinha uma lista com os livros que tenho, agora resolvi criar uma com os que desejo.
E com a aproximação do Natal (que este ano está a faltar imenso o espírito natalício por estas bandas), há melhor altura para a criar que esta?

E assim vos apresento a minha Wishlist!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vou falar por imagens





A nostalgia, a tristeza

Ontem celebrou-se a latada em terras albicastrenses.
A última latada a que eu podia ir, e à qual não fui por falta de companhia.

Estou bastante desanimada com alguém que me disse que não queria ir porque não fazia o seu género, mas que, quando convidado por colegas de turma, aceitou todo animado.
E depois ainda me liga a contar das suas conquistas.
E o meu coração desfaz-se. 
Posso ter desistido, mas em termos de esquecer o que se sente a história é outra.

Passei o dia em casa, no quentinho. Meia doente, desanimada e triste, não presenteei este cortejo em que, finalmente, a ESART foi a que saiu mais vitoriosa! E hoje, quando soube da notícia pelo facebook, ainda fiquei mais triste, por não ter presenciado este marco.

E para castigo meu, não fui, não vi, não apanhei frio nem chuva e, mesmo assim, hoje estou doente. Com dores de garganta, de cabeça, no corpo... E sinto-me uma menina pequenina e indefesa que só quer os miminhos da mamã. E que não os pode ter.

E como pedir não custa...

A menina deseja os seguintes livros:

Trilogia Divergente
- Divergente
- Insurgente
- Convergente


Trilogia The Hunger Games
- Os Jogos da Fome
- Em Chamas
- A Revolta


    


"Se eu ficar" e "Espera Por Mim", são a continuação um do outro

   

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A continuação...

Descobri hoje que o livro "SE EU FICAR" tem continuação!!

Chama-se "ESPERA POR MIM" e é a continuação da história passado 3 anos, e contada do ponto de vista, desta vez, do Adam.


             

É sempre a mesma merda...


Desde o início de Outubro que eu e mais duas colegas temos combinado fazer um trabalho de Património sobre a aldeia de Monsanto. E para se fazer este trabalho, precisámos de lá ir.
Fartei-me de dizer que tínhamos que combinar, mas nunca ninguém quis saber, e uma delas ia todos os fins-de-semana a casa e nunca estava cá para tratar disso.


Estou cá há já 3 semanas. Ia este fim-de-semana a casa, comprava as merdas que precisava para fazer os trabalhos, porque preciso da ajuda do meu pai num deles, e depois estava cá 2 semanas, e voltava a  ir a casa dia 6, pois sendo feriado dia 8, aproveitava para só vir nessa segunda-feira para cá, conseguindo passar o Domingo em casa, e podendo, finalmente, estar um dia em casa porque, este semestre, vou no Sábado e venho logo no Domingo. Fico de rastos, não dá tempo para nada, ando sempre a correr, não durmo, não descanso, e é uma verdadeira merda!

Agora... mudaram-me os planos todos!
Querem ir no próximo fim-de-semana porque está bom tempo. E eu já não posso ir a casa.
Depois dia 28 vamos de novo a Monsanto, a uma exposição. Vai ser chegar a casa, estafada, e ter ainda que andar a fazer a mala para, no dia seguinte, me levantar às 6h, para poder ir a casa, a ver se ainda dá para o meu pai me ajudar com o trabalho. O no Domingo, volto a ter de andar com a mala e ter de fazer a viagem de novo.
Mas as coisas ainda não acabam por aqui! 
Como faço as viagens em 2 dias seguintes e não tenho aulas às segundas, aproveito a segunda para descansar. Mas esqueçam lá isso! Porque dia 1 tenho que apresentar um trabalho de manhã, para depois poder acabar o tal trabalho que preciso da ajuda do meu pai, para ainda ver se tenho tempo de ir ter com um amigo para me ajudar com as fotos e photoshop.

E se vou a casa no fim-de-semana de 29-30, já não vou o tal em que apanhava o dia 8.
E acabo por ficar aqui até às férias de Natal, ou seja, até dia 20.

Obrigada por me lixarem os planos, por me fazerem não poder descansar, nem dormir, e me fazerem ter de andar a correr.

A sério, muito obrigada mesmo!

domingo, 16 de novembro de 2014

Divergente



Após tanto adiar, no fim-de-semana passado também consegui ver o Divergente.
O tipo de filmes que eu adoro!!
Acção, romance, adrenalina... Adoro!!
E a rapariga tem uma garra do caraças!
E ele é super giro.
E achei o filme super bem feito.
E quero o próximo.
E quero os livros.
E pronto. Resumidamente, adorei, recomendo e quero mais! :)

If I Stay



No fim-de-semana passado, finalmente, consegui ver este filme.
Gostei bastante do filme, é uma história super querida, mas aquele final...
Queria mais! Falta mais! Precisava de saber o que iria realmente acontecer a seguir!

Apesar de não ter lido o livro, acredito que deva ser bastante interessante. Porque gostei bastante da história. A sério!
Uma história soft, simples,... nem sei!

Vale a pena ver, isto para quem gosta de romances e drama.

II Encontro Nacional de Design de Lisboa



Na passada quinta-feira, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, deu-se o II encontro de Design e só tenho a criticar aquilo.
Para começar, não há qualquer identificação do local. Não fosse os professores a saberem de onde ficava aquilo, e andaríamos a bater em todas as portas até acertar na certa.
Deram-nos brindes (uma saco, uma borracha, um lápis e uma capa de cartão [com a data de 2011]), um cartão de identificação preso a uma fita, e desenrasquem-se à procura do auditório.
No auditório (em que não havia lugares para todas, e houve pessoas que tiveram que se sentar nas escadas) tinhas as câmaras posicionadas em péssimos sítios, a bloquear a saída e tudo.

As apresentações não foram nada de jeito. Uma espanhola que foi para lá fazer a apresentação em inglês (se já me custa apanhar inglês, com pronúncia espanhola é uma maravilha), outra que foi para lá falar da sua investigação, e só falava em cartazes, cartazes e mais cartazes, e documentações, coisas que em nada me interessam, e fez a apresentação toda a ler. Voz monocórdica, sempre no mesmo tom, e ainda disse "a minha biografia tem 22 páginas, não vou ler tudo". Graças a Deus que não prolongou a nossa tortura!

Na parte da tarde, mais uma fofa que foi para lá ler. Esta, pelo menos, lia bem, parecia que estava a contar uma história, mas o meu cérebro, em apresentações lidas, pura e simplesmente se desliga!
Andam os profs sempre a repetir "nas apresentações não se lê, não se está a olhar para o papel, que corta o som e o interesse. Temos somente tópicos e falamos virados para o público", para depois ir assistir a apresentações de pessoas supostamente conceituadas que são esta desgraça.
E ainda tivemos direito a um Italiano que foi para lá também fazer a sua apresentação em Inglês!!
Vocês já ouviram um Italiano falar Inglês? Tem uma pronúncia fantástica!
E o meu cérebro manteve-se desligadinho da vida.

Nas pausas de coffee break, logo à saída do auditório, tinha lá um átrio em que colocaram uma mesa com petiscos, café e sumo. E encostaram a mesa praticamente à parede, impedindo de circular à volta dela. E era uma mesa tão pequena, para tanta gente, que eu só tive um vislumbre dela vazia.
Mas ainda consegui comer um doce de coco e beber um copo de sumo, que alguém conseguiu ir lá resgatar.

Não havia qualquer identificação para as pessoas de onde era o WC. Mais uma vez, foram os nossos professores que estudaram lá que nos indicaram.
E aquilo é só escadas, e mais escadas, e mais escadas.
Calha de querer alguém com mobilidade reduzida ir para lá, e está desgraçado da vida. 
E aquelas escadas têm o degrau tão estreito e são todas em caracol, que uma colega minha quase caia por lá abaixo.

Eu pedi o certificado. Para o ter, tive que pagar mais 5€ de inscrição. E regressei sem certificado algum. Ficaram de enviar por email.
Mas paguei 5€ só pelo trabalho que vão ter de digitar o meu nome num documento e enviá-lo para o meu email, tendo eu depois que gastar dinheiro para o imprimir?

E para finalizar o meu dia em Lisboa, é que já não chegava a confusão que foi para almoçar e a chuva que apanhamos que, ao vir embora (o autocarro ainda estava longe), começou a chover torrencialmente!
Não houve guarda-chuva, botas ou casacos que sobrevivessem aquele dilúvio!
Chegamos ao autocarro quais pintaínhos encharcados, pézinhos a nadar em botas que, supostamente, eram à prova de água, casaquinhos a pingar, pareciam que tinham saído máquina de lavar, calças completamente molhadas, coladas às pernas.
E graças a ter os pés molhados, e de ter tido que caminhar ainda um bom bocado assim, com a fricção que fazia nas botas, acabei por queimá-los na parte de cima, E aquilo fez-me tanta comichão que até com ferida fiquei.

Resumidamente, paguei 10€, acordei às 4h45 da manhã, apanhei uma molha de todo o tamanho, para uma coisa que acho que foi um completo desperdício de tempo!

Desde má organização, péssimas apresentações, e assuntos completamente desinteressantes, a meu ver. Que poderiam até ter sido interessantes, se tivessem sido bem interessantes.
Muita gente dormiu naquele auditório. Até eu aterrei por breves momentos.
E se a maioria das pessoas lá adormeceu, é porque estas opiniões devem ter sido partilhadas por muita gente, e não só por mim.

Lembrem-me de nunca mais me inscrever neste encontro.

sábado, 15 de novembro de 2014

Eu quero...

Eu juro, eu juro que quero muito vir cá escrever, que tenho muita (alguma) coisinha para vos dizer, mas isto anda complicado.
Cansaço, andar de um lado para o outro, muito trabalho, o cérebro que já fritou...
Nossa! Já quase não vou uma para a caixa!

Vou continuar (a tentar) trabalhar.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Eu não entendo...

Está um frio do caraças, um vento gelado que parece que corta a pele, ando eu cheia de roupa, casaco cheio de pê-lo, apertado até cima, mãos nos bolsos, nenhuma pele à mostra na tentativa de não ter frio, e passa uma rapariga por mim, de top, barriga a ver-se, com um casaco peludo exteriormente (por dentro não parecia ser), aberto e a caminhar como se nada fosse.

Ou eu ando doente, ou esta gente deve sofrer dos calores.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

As novas capas do Harry Potter

Agora percebi porque mudaram as capas dos livros do Harry Potter.
No entanto, continuo a não gostar delas. Elas só têm piada por causa da imagem que o conjunto das lombas faz, mais nada.
As antigas são bem mais giras!

Hoje fiquei triste

Como já devem ter reparado, a vida social não abunda para os meus lados. Nem sou daquelas pessoas populares que anda rodeada de gente e, por muito que goste das pessoas mais próximas com que me dou, a verdade é que elas não dão totalmente para as minhas coisas.

Ao contrário delas, sou adepta de praxe. E, como tal, gosto de ir aos cortejos, tanto da latada como do enterro. O problema é que eles não dão valor a essas coisas, nem ligam, nem querem saber, e preferem estar fechados em casa, a ter de ir andar a pé.
Já eu, eu gosto. E gosto de beber, E gosto de alinhar nas brincadeiras, palhaçadas e figuras triste (dentro do razoável/aceitável). Mas elas não têm a mesma maneira de estar que eu e, por vezes, não aproveito tanto as coisas como queria e gostava por causa disso, porque sozinha não tem piada, não dá vontade. E acabo por não aproveitar tudo aquilo que gostava e podia por causa disto. Por falta de companhia. Falta de alguém que acompanhe "o meu ritmo".

Para estes cortejos, antes, tinha a minha "madrinha". Era aquela pessoa que eu sabia que iria, e que alinharia nas coisas.
Este ano, ela não está cá, as pessoas com quem melhor me dão, como costume, vão dizer que não vão, "vou para lá fazer o quê?", a pessoa que eu estava a pensar levar atrás, que não acha piada a estas coisas, mas que eu tinha esperança de convencer a ir, foi convidada por colegas para ir a um almoço de latada, e claro, a minha pessoa, no seu bom senso, não se vai fazer de convidada indesejada, infiltrada e que se cola. Resta aquelas pessoas que eu sei que vão, o problema é que pouco me dou com elas, não tenho à-vontade com elas, são aquelas pessoas que falam comigo por interesse e com as quais não me quero colar, nem andar a pedir "companhia porque estou sozinha".

Mas a triste verdade é esta: estou sozinha. E acabo por perder, não fazer, não aproveitar, as coisas que quero e que gostava por esta mesma razão, porque estou sozinha.

E graças a esta solidão ou falta de companhia das poucas pessoas com quem me dou, no meu último ano cá, não poderei assistir ao cortejo da latada. Não poderei aproveitar este dia. Porque, como é óbvio, não quero ir para o meio de uma multidão sozinha, feita cadela abandonada. Aliás, tal atitude acho que só me iria fazer sentir mais sozinha, deprimida e triste.

E pronto, estou triste... 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A encherem-me de mimos



Os papás este fim-de-semana foram muito meus amigos.

O meu ratinho estava a dar o berro e eles, em vez de me derem um de 5€, como costume, toma lá um da Toshiba, sem fio a chatear-te a cabeça, todo catita. Ainda por cima está em promoção, que maravilha!

Depois, vai-se aos chineses, e olhem tantos casacos quentinhos, cheios de pêlo. E eu que passo tanto frio em terras albicastrenses...
Olhem daqueles com orelhas...
Olhem daqueles parecidas com os das orelhas, mas cheios de pêlo por dentro e sem orelhas. E a minha pessoa parece uma bola de pêlo com aquilo vestido. Mas sente-se super quentinha, e assim é feliz!

(preguiça para tirar foto)


As botas para a chuva são super pesadas. E precisava de uns botins, quentinhos, leves, que dessem para a chuva e confortáveis, que aqui a je vai a pé para a escola e caminha que se farta. E anda sempre com as suas sapatilhas azuis, que já enjoam, e que não ficam bem com metade da roupa, e que são de pano e já estão a ficar todas estragas. Vai daí, acordar às 10h a um Domingo, muito esforço para abrir os olhinhos ensonados, e 'bora para a sapataria (e fazendo publicidade, foi na Sapataria 999, nos Carvalhos, Pedroso).
E acabo com umas que correspondem aos meus requisitos, ainda por cima estavam mais baratas.
Ok, preferia em preto, e sem cordão. Mas são tão quentinhas e confortáveis... Depois de as experimentar, não resisti. Foram as eleitas!




E menina sente-se mimada, quentinha e feliz!

Daisy and Mimo

Apresento-vos os animais lá de casa. El gato Mimo (ou Miminho, é como preferirem) com a sua D. Daisy.

Por favor, cocem-me a arriguinha! 

Tentativa de por a pata

Medo! A Daisy mexeu-se!
Quando conheci esta coisinha mais pequenina

Eles parecem gostar um do outro. A Daisy ladra que se farta quando vê, ele, apesar de se ver que está cheio de medo, tenta pôr a sua patinha no focinho da cadela, a modo que a cumprimentá-la, fazer festinhas, pois é só mesmo a patinha, não há cá unhas de fora.

Ela com 5 meses, ele com 2 e meio, e somos todos felizes!

Ainda vou ganhar medo e não querer mais conduzir

Hoje foi dia de fazer a viagem de regresso a Castelo Branco.
Saí de casa mais tarde que o costume, mas, como estava a chover, o meu pai até nem ia muito de força, ia a andar normalmente, coisa rara.
Mas esta coisa rara, ainda bem que sucedeu.

Em terras gaienses, hoje foi uma tarde de chuva. As primeiras chuvas, como se costuma chamar, e que fazem com que as estradas fiquem mais perigosas, mais escorregadias.

Estávamos nós a dirigirmo-nos para o Porto, para me irem levar à estação dos autocarros quando, numa rotunda em Gaia (aquela à beira do McDrive), o meu pai perde o controlo do carro. Provavelmente por ter apanhado óleo. 
O meu pai virou as rodas no sentido oposto em que a traseira do carro começou a andar, e tentou travar, mas nada impediu que o nosso boguinhas continuasse a fazer o seu pião, em plena rotunda. As rodas da frente foram com velocidade suficiente para subir a guia da rotunda, mas a roda traseira, como bateu de lado, parou. Foi a bela de uma volta de 360º que me deixou em pânico! Quando o carro estava praticamente estabilizado, desatei a chorar, e sufocar. Queria respirar e não conseguia. 
Juro, pensei o pior, Pensei que iríamos bater em algum carro, ou que o nosso ia bater na guia e virar, ou então que não parasse de todo. E depois pensava que era tarde e não tínhamos tempo para acidentes, porque eu tinha um autocarro para apanhar.
Ainda por cima, aquela rotunda está sempre com muitos carros, e costumamos ter sempre algum nas faixas ao nosso lado. Hoje, por milagre, além do meu pai ir a conduzir como um condutor exemplar, não estava qualquer tipo de carro à nossa beira. Foi um azar repleto de sorte. De muita, muita sorte mesmo! E o boguinhas não ficou com nenhuma marca. 
Subida a rotunda e o carro estabilizado (sim, ficamos mesmo em cima da rotunda. Quem viu lá só o carro e não viu o que se passou, deve ter achado que éramos doidos. Ainda por cima virados em sentido contrário), o meu pai mete a marcha atrás, sai lá de cima, e continua o percurso, comigo atrás a tentar acalmar-me, a tentar respirar e parar de chorar.
A minha mãe diz que ele ficou branco. Apesar de toda a calma que ele demonstrou ter, tal como eu, também deve ter pensado o pior.
Já a minha mãe, só estava preocupada comigo, a mandar-me beber água e respirar, e a perguntar se me tinha magoado.
Aquilo pareceu tudo em tão câmara lenta... deu tempo para o meu pai dizer "Oh, fodasse", a minha mãe dizer algo do carro e o meu pai "o carro não vira, não posso fazer nada". E foi deixar-nos ver tudo andar à nossa voltar, enquanto ele continua a sua volta de 360º que nós não podíamos parar.


E o carro ficou no sítio das letras, lá em cima da rotunda, virado em sentido contrário

Se me custou vir para cá hoje? Custou. Hoje nem tive que estar lá à espera do autocarro nem nada. E vim a tremer. E ainda com vontade de chorar. E apanhei um susto dos diabos! 
Já sei que não foi anda demais, que acontece a todos, e que nada de grave aconteceu, ninguém se magoou, nem houve estragos, mas eu, apesar de gostar de sentir adrenalina com coisas radicais, não gosto nadinha desta adrenalina. 

Mas no meio do azar, tivemos uma sorte dos diabos! Mil anjinhos deviam estar ali connosco.

Desde que vim para CB que os sustos têm sido muitos. Mas devo ter um anjinho qualquer a não querer que vá desta para melhor. Ou que vá fazer uma visita ao hospital. E eu agradeço.
Apesar de tudo, sabe bem viver. Com as minhas dores, problemas e mazelas, mas sem acidentes nem coisas graves.


E o boguinhas continua impecável! Grande carro!! Velhinho, mas bom!

E assim continuarei vivendo, com mais um susto para a conta...

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Bom Halloween! #2

Para quem viu a serie, Gossip Girl, quem não se lembra da inocente e rebelde Jenna?




Bom Halloween!



Vim só deixar este miminho. Porque é ao som desta música que aqui a menina está a trabalhar.

Não gosto das sextas-feiras

Vocês já devem de estar a censurar-me, mas esta é a verdade. É o meu pior dia da semana, principalmente hoje especificamente.
É o dia em que entro mais cedo, às 8h30, e é o dia em que saiu mais tarde, às 18h30.
Por norma, de manhã, tenho aula das 8h30 às 10h30, e depois só entro as 14h30. Mas hoje há defesa de mestrado, e os professores querem que nós assistámos. Ou seja, vou estar mais tempo na primeira aula, para depois irmos directos para o auditório assistir. Não faço ideia das horas a que termina,  nem sequer onde irei almoçar. Mas duvido que tenha tempo para ir à residência, já para não falar que não tenho nada feito e não me apetece comer tostas-mistas ao almoço e ao jantar.

E quando, finalmente, me livrar das aulas, terei de ir à rodoviária comprar o bilhete para amanhã. Caminha, Mafalda!
E após chegar à residência, ainda tenho que fazer uma pesquisa para entregar hoje, até à meia-noite, e ainda fazer a mala.
E amanhã tenho que acordar às 6h!

Como estou a adorar este dia!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Desodorizante

Sabem o que é um desodorizante? Segundo a Wikipédia, e paço a citar "é um produto utilizado nas axilas do corpo humano para eliminar os odores desagradáveis produzidos pelo organismo e eliminados pela transpiração."
É suposto as pessoas, pelo menos de manhã, antes de saírem de casa, usarem isto a ver se, durante o dia, não começam a ficar com o cheiro a cabelo de fazer morrer qualquer pessoa que ouse respirar perto de vós.
Esta coisa existem em 3 formas: em creme, em spray e em roll-on.
A minha pessoa opta pelo roll-on, acho prático. Mas também já usei em creme, mas esse usava mais quando tinha a pele irritada, da depilação (o que uma mulher sofre). Mas há quem prefira os sprays. Eu cá detesto-os! Acho-os super intoxicantes! E há cá na residência pessoas que os usam e, quando vou à casa de banho a seguir a elas terem aplicado isto, sinto-me a morrer asfixiada. 

E porque estou eu para aqui a falar em desodorizantes, perguntam vocês.

Ore bem, ou senti-me revoltado.
Estava sem vontade de ir a pé, e resolvi apanhar o autocarro. Até aí, tudo bem. O problema é que o autocarro ia cheio e era um cheirinho a suor maravilhoso! A sério, sentia-me super bem a respirar ali dentro.
É que se vocês não gostam de tomar banho, tudo bem, mas ao menos apliquem a porcaria de um desodorizante! Mas se vocês gostam do vosso cheirinho a suor, têm outra solução: NÃO saiam de casa! Fiquem a morrer sozinhos, intoxicados, no vosso cheirinho, e poupem os narizes dos outros.
É que há ainda quem goste de ar puro (ou quase puro, pelo menos. Respirável, vá), de respirar sem se sentir a ser asfixiado pelo cheiro dos outros.

Pensem nisso. Pensem nisso na próxima vez que quiserem ir para sítios públicos, pequenos e fechados, com 50 pessoas a respirarem o mesmo ar, onde o vosso cheiro abunda. E mata.

domingo, 26 de outubro de 2014

Devia ser paga por isto

Em Agosto, o meu pai mudou a operadora lá de casa para a NOS (nunca, na vossa vida, se lembrem da infelicidade de aderiram à Cabovisão. É um aviso! Vai ser a pior asneira que irão fazer na vossa vida!), e foi a melhor coisa que fez!

Cá na residência só existe uma TV por piso, que se encontra na sala/cozinha. Ou seja, a minha pessoa não se dá ao trabalho de ir para lá ver. Até porque quem chega primeiro, é quem manda na TV, e quase nunca está a dar algo que me agrade. E também não se vê TV descansada da vida, com pessoas a falarem, a fazerem barulho, e parecendo mal nos por-nos lá, todas estateladas, nas amostras de sofá.
Mas, ver TV na internet também é impossível, pois, sendo net da universidade, tem muita coisinha bloqueada.

Mas, graças à querida NOS, eu entro no site da Iris Online (o windows 8 até tem uma aplicação) e é ver-me a ver TV toda feliz da vida (muito raramente, mas às vezes acontece).

Portanto, só tenho a agradecer ao papá, por ter mudado para a NOS, e à NOS por ter estas maravilhas.

sábado, 25 de outubro de 2014

E depois de vasculhar...

Sisley Dias!!

Bolas, estava complicado...

P.s.

E ele faz-me lembrar um actor português, que tenho a imagem dele na minha mente, entrou no MCA, mas não em lembro o nome. Fuck!

*Baba*

Uma amiga com bons gostos partilhou uma imagem no facebook, e a minha pessoa, mal inicia sessão, depara-se com isto:



Baba, muita baba, claro está!

Dá-se pelo nome de Nick Bateman, e nunca o tinha visto na vida.
Mas eu pagava para me esbarrar com uma coisa destas na rua. Na versão barba, sff!
Alguém que me arranje um português destes. Prometo que será amor à primeira vista!


Os dilemas

Eu lembro-me de vir cá escrever, mas depois esqueço-me do que vinha cá dizer. Ou então dá-me a preguiça e não escrevo. Ou ainda me ponho a ver TVD (o raio da série é mesmo viciante e a Nina... God!! Mas que actriz que temos ali! Até 3 papéis aos mesmo tempo, na mesma história, aquela menina consegue fazer. Haja talento!) e acabo por não vir escrever.


Outras vezes é porque estou terrivelmente deprimida, quero vir para aqui escrever, desabafar, mas depois acho que é melhor não escrever e guardar para mim.

Esta minha cabeça vive de dilemas.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

E que assim comece a nascer a felicidade

Isto começa a ser preocupante... Começa a ser fazer muitas coisas a dois, a passar grande parte do meu tempo livre com ele, e eu começo a ter medo de estar a viver uma ilusão, ou de estar feliz com uma realidade que não existe.
Mas, por mais medo que tenha, não quero ficar sem isto. Porque me sabe bem, porque me faz feliz. Porque torna a minha estadia em CB mais agradável, porque me faz caminhar, coisa que o médico mandou-me fazer com regularidade.
Já fizemos jantares um para o outro, outras vezes eu levo a comida já feita e jantamos juntos, outras vezes é só para eu ter companhia naqueles trabalhos mais chatos e aborrecidos em que só me apetece desistir deles.
Depois há os momentos de relax, que acaba com arrepios, risos e brincadeira e que eu ADORO!
Como cá nenhum de nós tem popó, ás vezes vamos a pé, juntos, ás compras. Outras fazemos companhia um ao outro a ir para a escola, quando calha de entrarmos à mesma hora e nenhum de nós tem boleia.
Ele precisava de comprar roupa e eu tinha um livro para ir levantar à Bertrand. E este sábado fomos juntos, ao Fórum de Castelo Branco, tratar disso. (por falar em ir ás compras, comprei uns bálsamos de aromas na loja da Ale-hop, numa tentativa de ter um que soubesse a baunilha, e eles revelaram-se uma verdadeira merda!) 
Ir com um rapaz, comprar roupa, é estranho. Para começar, acho isso algo muito "casal", e depois só estou habituada a ir com a Inês, não com um rapaz, Ainda por cima, para ele.
Mas gostei. Acabou por ser uma tarde bem passada, e acabei por fazer a boa de uma caminhada! (e ainda trouxe bombocas de morango para me deliciar).
Hoje ele lembrou-se que havia uma feira cá em CB e perguntou-me se eu já tinha ido lá. Como respondi que não, combinámos que hoje de manhã iríamos lá para ele me mostrar aquilo (outra coisa muito "casal", a meu ver. E sim, eu vou acordar cedo no único dia em que não tenho aulas para estar com ele).

A verdade é que, graças a ele, já conheci bastante coisa em que em CB. Coisas que sabia das sua existência, mas que nunca as tinha ido visitar. Muito por falta de vontade, de curiosidade e de companhia.
Ás vezes até que quero visitar as coisas e conhecê-las, mas não companhia ou quem me puxe para tal, e acabo por me entregar à preguiça e não ir à descoberta de nada.
Ou seja, se não fosse ele, andaria aqui 3 anos e acabaria por ir embora por não conhecer quase nada de Castelo Branco.

E estas coisas que eu digo que são muito de "casal" sabem tão bem... Mas confesso que tenho receio de levitar alto demais. De um dia perceber que andei a viver uma felicidade ilusória, que eu criei com pequenas coisas que me faziam sorrir e sentir-me bem.

Porém, a esperança é a última a morrer, e eu vivo muito com base nela.
Sei também que não é a melhor altura para ele se envolver seja no que for. Que precisa de tempo, de espaço, de voltar a se encontrar, de voltar a sentir-se bem com ele próprio, e de querer voltar a arriscar partilhar a sua vida com outra pessoa.
Portanto, pretendo viver todos estes bocadinhos como se fossem a melhor coisa do mundo, e continuar a guardar e a agarrar a este esperança que tenho dentro de mim.

E que assim comece a nascer a felicidade...

Bullying

No outro dia, estava eu a sair da residência, e reparei-me com uma rapariga novita que tinha vindo buscar um puto ao infantário aqui da frente. E acabei por apanhar parte da conversa em que ela lhe perguntava como tinha corrido o dia e se alguém lhe tinha batido ou feito mal.


E a minha pergunta é, será que uma criança que sofra bullying físico na escola (pois sabemos que também há aquele que só deixa marcas psicológicas) responderia a verdade a uma pergunta tão directa? Será que não teria medo na mesma de admitir? De contar? De dizer e depois sofrer mais?
Por outro lado, é certo e sabido que, para se evitar que isto aconteça, as crianças têm que se sentir à vontade em casa para contar, confiança. 


Mas que gostei de ver uma criança tão nova preocupada com outra, com medo de que ele sofra bullying na escola, e ver que já há um alerta para este acto, que as pessoas tentam andar mais atentas, gostei.

Que a sociedade evolua!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Residência Universitária - parte 2

E continuo a dizer que morar numa residência só é giro nos filmes.
Aqui ouve-se tudo e mais alguma coisa!
É os dos quartos do lado e de cima a abrir os gavetões, arrastar cadeiras e a caminhar (mais os de cima que os do lado), a descarga da casa de banho que se deve ouvir pela residência toda. E quando alguém está na casa-de-banho, os que estão nos quartos daquela célula ouvem tudo, ou quase tudo.
O meu quarto fica por cima da sala de estudo, por isso, quando chega a parte das noitadas e eles ficam lá a trabalhar até às tantas, coma música alta ou a falarem alto, sim, eu ouço-os no meu quarto. E se eu for para junto da sanita, ouço tudo o que dizem na perfeição!
O meu quarto também está virado para a entrada, ou seja, ouço sempre o "pi" do cartão de entrada a passar e a porta a bater. E depois há aqueles que se esquecem que já é de madrugada e que há gente a dormir, e se põe a falar ou na brincadeira na entrada. A falar alto e coisas que tal.

Outro mal, é dividir quarto com pessoas que não conhecemos, e que têm hábitos e horários diferentes de nós. Uma pessoa quer dormir, a outra não. Uma tem que fazer noitada a trabalhar, a outra está cansada e só quer tudo apagado para poder dormir, etc.
E depois há que coordenar muito bem os banhos, de manhã, para não irmos todas, ao mesmo tempo, para a casa-de-banho.

Eu detesto ter de comer sozinha, e aqui é outra coisa que acontece. Acabamos a comer todos sozinhos, solitários em meses que dão para 4 pessoas.
E depois há aqueles dias em que queremos uma mesa para comer, e estão todas ocupadas. Lá temos nos que pedir, timidamente, a alguém, se se importa que nos sentemos juntos deles. E depois estão duas pessoas completamente desconhecidas, caladas, cada uma fixa no seu prato, a comerem, solitárias e envergonhadas.

A vantagem da residência é que, quem tem bolsa, não a paga, porque a acção social, ao valor da bolsa, acrescentam a mensalidade da residência.

Residência universitária

Esqueçam as residências universitárias que vêem nos filmes. Mistas, com grande festas, um quarto para duas pessoas e casa de banho para cada quarto. Esqueçam lá isso porque a realidade é bem diferente.
Onde estou não há cá misturas. Rapazes para um lado, raparigas para outro. Querem estar juntos? Estejam nas salas de estudo.
Isto aqui está dividido por células. Em cada célula existem 2 quartos, em cada quarto 2 pessoas. Existe também 1 única casa de banho para as 4. Estando uma lá, já mais ninguém a pode usar. Especialmente se a pessoa for tomar banho.
Na entrada existe um minibar para as 4. Cada uma fica com um espaço minúsculo em cada prateleira. Praticamente que só dá para iogurtes, queijo e fiambre, e pouco mais. Eles não se devem lembrar que nós temos de comer, que cozinhar, e que dá jeito fazer comida a mais e guardar no frigorífico. Especialmente porque somos quase 40 para uma só cozinha, cozinha essa com somente 2 fogões eléctricos, cada um com 2 discos. E estarmos lá muitos a cozinhar não dá jeito. Eu, por exemplo, detesto estar a cozinhar com pessoas lá. Gosto de cozinhar sossegada. E à pala disso acabo muitas vezes por ir fazer o jantar ao final da tarde, por exemplo, e depois aqueço-o.
O forno avariou o ano passado,  o do piso onde estou, e nunca mais voltou.
A máquina de lavar da minha ala (cada piso tem 2 lavandarias, em cada extremidade) avariou no final do ano passado. Problemas no motor, disseram. Arranjaram e ficou tudo em ordem. Chego cá e o que encontro? A máquina avariada!
Como é que ela avariou se nas férias não estava cá ninguém para a usar?
Agora tenho de andar com a roupa para longe, andar com ela de um lado para o outro, até conseguir uma vaga para a conseguir lavar.
Se gosto de aqui estar? Não. Mas não tenho escolha. E penso no único lado positivo que isto tem: tenho aquecimento. O que cá é uma maravilha, tendo em conta a cidade fria que Castelo Branco é.

domingo, 5 de outubro de 2014

Aquele mal chamado ciúmes e que existe quando se gosta de alguém

Sim, eu sofro daquele mal chamado ciúmes.
Não tenho culpa, é uma coisa que desperta, volta e meia, dentro de mim e que eu tento, eu tento controlar, mas é mais forte que eu.
E claro, quando vejo alguém a "roubar-me" tempo em que eu podia estar a aproveitar a passá-lo ao lado da pessoa de quem gosto, é algo que me faz ficar ciumenta e chateada, claro que sim!
É que se fosse uma amiga daquelas próximas, chegadas, em que eu sei que posso confiar... Mas não, não é o caso. É somente uma pessoa com que me dou relativamente bem. Mas se confio nela? Não. Óbvio que não!

E pronto, estou irritada. Vim tentar deitar para fora.

sábado, 4 de outubro de 2014

Sex Tape

Ontem estive a ver o filme Sex Tape.

Sinceramente, esperava outro tipo de história. Já sabia a história base, de serem um casal que se filmaram a fazer sexo e que, acidentalmente, colocaram o vídeo "Online".
Mas estava à espera de outro tipo de história.
Na realidade eles são casados e com filhos. Adoravam sexo mas, com a chegada da primeira gravidez, tornou-se complicado haver tempo, ocasião e vontade para andar a fornicar loucamente como na altura de estudantes.
Ou seja, quem vê este filme perde logo a vontade de ter filhos.
Por outro lado, gostei das peripécias pelas quais eles passam, na tentativa de recuperar todos os iPads que contêm o tal vídeo. Especialmente da peripécia que se passa a meio do filme, em que envolve um cão que anda a perseguir e a atacar o actor principal. Fartei-me de rir!


Resumindo, não esperem um filme extraordinário, com uma história extraordinária, mas é um filme bastante bom para distrair e rir. Porque sim, dá mesmo para rir!

Já me ia esquecendo...

Já vos disse que há gente no quarto ao lado?
Chegou esta semana, quinta, salvo erro.
Anda na ESA, a escola rival da ESART.
Parece ser simpática, acessível, entendemo-nos bem.
Ao menos isso!

Agora falta a colega de quarto dela aparecer, que ainda não deu sinais de vida.

Ainda em modo férias

Isto está complicado. Primeira semana de aulas, onde supostamente deveria ser só aulas de apresentação, e já andamos entulhados em trabalhos, com datas apertadas.
Uma pessoa ainda nem se habituou à ideia de que já não está de férias, ainda nem o corpo se habituou a esta nova rotina de trabalho, e já não podemos ver o calendário que aquilo já mete medo com tantas coisas marcadas.


Esta semana custou a passar para caraças! Eu cheguei a quinta-feira convicta de que já era sexta. Foi uma semana demasiado longa, com muita coisa. Desde que cheguei a Castelo Branco que ainda nem tive tempo para descansar como devia ser, para respirar!
Tive esta noite. E já não era sem tempo. E era mais que merecido, bolas!
Andei sempre de um lado para o outro, dormir pouco, caminhar muito, ficar constipada, cansaço,...

Mas vá, já é fim-de-semana! Ok, um fim-de-semana cheio de trabalhos para fazer, mas não interessa. É fim-de-semana! E já posso respirar mais um bocado de alívio e ver mais descansadamente a série The Vampire Diaries.
Já vos disse que ando viciada naquilo?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

nós temos portas desenhadas pelo designer da lamborghini

Já estive de cama, tem estado um calor desgraçado, mas a temperatura vai começar a descer. E eu fico contente porque vou deixar de morrer de calor a ir a pé para a escola, mas também começo a ficar assustada. Se a coisa começa a descer muito, não tenho roupa que aguente!

Hoje fiquei a saber que as portas da minha escola são portas de design. Foram desenhadas por um designer da lamborghini. Há, pois! Isto é só coisa fina.
E tiveram que pedir para mudar as louças sanitárias, porque as que vinham no projecto eram de autor, caríssimas!
Eles deviam de andar a nadar em dinheiro quando mandaram fazer o projecto.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Directamente de Castelo Branco

De regresso a terras albicastrenses. Estou aqui há uma semana, mas sinto-me como se estivesse cá há quase 1 mês.

Tenho-me sentido na nuvens, ao mesmo tempo que tenho levado com água fria que o fazem manter os pés bem acentes no chão. Continuo a sonhar com algo que quero, que gostava, ao mesmo tempo que sinto interiormente que tal não vai ser possível. São sonhos que nunca passaram disso: de sonhos. São sonhos em que a sua realização não dependem de mim, e a pessoa de quem eles dependem tem outros sonhos e desejos, não compatíveis com os meus.
Gostar de alguém é assim, entregar nas mãos de outros os nossos sonhos, a possibilidade de se realizarem, parte do nosso futuro e da nossa felicidade.


Passando à frente, escola nova. Ou melhor, instalações novas.
Ali toda a gente se cruza com toda a gente. Ntes raramente encontrávamos alguém que não fosse da nossa turma, mas agora estamos constantemente a esbarrarmo-nos com toda a gente e mais alguma. Incuindo aquelas pessoas que preferiamos nunca as vermos à frente.
Tem estado um calor desgraçado,  mas dentro da escola está fresquinho. Até fresquinho demais!
Já estava tão habituada à outra escola que é estranho estar nesta. Mas sabe bem saber que a escola é perto da residência.  Que em 15min estou lá, sem necessitar de estar dependente de autocarros ou boleias.
Por outro lado, e isto só comprova a má organização das coisas, neste momento estamos sem oficinas. E porquê? Porque ninguém se lembrou de tirar as medidas às máquinas e quando quiseram fazer a transferência das mesma, descobriram ue elas não passam nas portas. Assim sendo, este primeiro semestre vão andar a fazer obras nas oficinas para alargar a entrada a ver se, no próximo semestre, já está tudo transferido para a nova.
Até lá, e agora vem a estupidez, as oficinas continuaram a ser na Agrária, onde sempre foram. Ou seja, 2 vezes por semana, tenho de apanhar o autocarro, andar ainda 10min a pé, continuar com o massacre de antes, longe da nova escola incompleta. 
É esta a organização que temos. Tanta coisa para fazerem as mudanças, que nem confirmaram se tal era realmente possível.


Quanto à nova colega de quarto, mais uma vez, é uma caloira. Chama-se Diana, é de Lisboa, a mãe e a tia são pessoas super simpáticas e, até ver, ela também. 
Nestes dois dias que se passaram desde que ela cá está que nos temos entendido bem. Vamos lá a ver é se assim continua. Eu rezo para que sim, e parece-me que, desta vez, serei ouvida.
Quanto às raparigas do quarto ao lado, ainda não há sinais da sua existência. Que assim continuem que nós agradecemos.

E agora retiro-me, pois parece que a minha pessoa está a querer ficar doente e ando a cair para os lados.
M.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dois dias diferentes

Sexta-feira à noite fui dormir a casa da minha Aninha e foi noiye de karaoke.
Eles são clientes tão frequentes que já conhecem o pessoal de lá e têm direito ao melhor sítio do bae reservado, com direito a sofás e pufs e coisas que tal.
Pessoalmente, não gosto de karaoke. Cantar, para mim, é na brincadeira ou sozinha, longe de microfones e pessoas a olhar.
Também podia ter dançado, mas, sinceramente, naquele dia não me sentia à-vontade. Não me sentia bem. Era como se tivesse perdida a autoconfiança toda e quisessr estar o mais despercebida possível naquele espaço. E depois era tudo coreografias feitas, e era para eu andar lá completamente perdida!

Sábado passamos a tarde na esplanada, e fomos jantar a Gaia (aquela alheira soube-me pela vida!), e rimo-nos tanto, tanto, mas tanto... já não me lembro da última vez que me ri tanto num só dia! Acho que já me ri para o ano todo!
E claro, quando a Ana começou com aquele seu sorriso característico, foi ver toda a gente a olhar. Difícil passar despercebido assim.

Nesse mesmo dia, antes de irmos vim a casa confirmar se podia mesmo ir. A minha mãe contou que tinha caído e teve a explicar a queda, chegamos cá fora e a Ana espalhou-se ao comprido! Ainda a vi a tentar apoiar-se ao capot do carro, mas sem sucesso. E foi uma queda tão cómica que foi complicado ajudá-la sem me desmanchar a rir. Os trabalhadores que andam aqui na rua até vieram perguntar se ela precisava de ajuda, imaginem só! Ao menos foram simpáticos.

Ao vir embora, e na tentiva de levar o Philippe a casa, como já vem sendo costume, perdemo-nos. Andamos, literalmente, às voltas! E cheguei 10min depois da hora que tinha combinado com o meu pai. O que vale é que ele estava forradinho a dormir.

Estes dois deram para conhecer pessoas novas, distrair-me, conviver um bocado, ir contra ao que estou habituada cá e para rever antigos colegas. E foi super estranho ver a Ana com o Brazuka! Mas ele parece diferente daquilo que era...
E que corra tudo bem, é só o que eu desejo :)

E amanhã vai ser andar o dia todo a correr a fazer tudo, para quarta de manhã me pôr na alheta.
Esta noite pouco irei dormir (ainda vou ler) e amanhã também.
Vou andar de rascos, com dores nos olhos e o caraças, mas pode ser que assim durma a viagem toda!
A mala já está quase feita, ao menos isso. O pior é o resto...

Bem, vou indo. Quanto mais tarde for, menos leio, mais tarde adormeço e menos durmo.

Vou tentar ir dando notícias!

M.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Vamos lá dar vida a isto

A minha pessoa diz que voltou para ficar, mas, vai-se a ver, e a realidade é outra.
A verdade é que ando desanimada e sem vontade para escrever.
Ando com uma saúde um caco! Tenho o belo do colesterol alto e estou com uma ligeira anemia. Anemia esta que me eeixa sonolenta, cansada, sem paciência, irritadiça, e sei lá mais o quê! E pronto, é esta a minha vida...

E depois comecei a ver a série "The Vampire Diaries" e, ao que parece, fiquei viciada naquilo. Então, todas as noites, pego no tablet e enfio-me na cama a ver. Isto depois de ter visto o novo episódio da nova novela da TVI, "Jardins Proibidos" (aproveitar enquanto há TV, que em CB vejo tudo por um canudo).
Acabei ontem a primeira temporada, e agora pretendo fazer uma pausa e dedicar-me à leitura. A ver se termino o livro "A rapariga que roubava livros" antes de voltar para CB. Coisa que farei na próxima terça-feira, e, tendo em conta que amanhã vou passar a noite fora e que irei conhecer as noites no karaoke, isso significa que tenho 3 marabilhosas noites para o acabar. E faltam-me, nada mais nada menos, que 300 páginas. Uma média de 100 páginas por noite.
Ler à velocidade da luz!

Esta semana também me associei ao Círculo de Leitores (que agora tem uma parceria com a livraria Bertrand, o que faz com que haja um maior leque de ofertas), alimentar mais o meu vício. Coisa que o sr meu pai não achou piada nenhuma!
Mas enfim, agora está feito papi!

Vou tentar manter a minha vontade de escrita activa, mas je não promete nada.
Está visto que, neste área, mins não consegue cumprir as promessas.

E agora, fones nos ouvidos, e dedicar-me um bocadinho à leitura.
Quando me cansar da música, delicio-me com o som do temporal que vai lá fora.

Tenham uma boa noite!

M.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Hoje deu-me para os poemas #3

Alma Minha Gentil, que te Partiste

Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento Etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente,
Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te
Algũa cousa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,

Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"

Hoje deu-me para os poemas #2

E este descreve o que ando a sentir


Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:

Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.


O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"

Hoje deu-me para os poemas

Amor é um Fogo que Arde sem se Ver

Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se e contente;
É um cuidar que ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A Culpa é das Estrelas - filme

Apesar de ser mais um filme com uma história igual a tantas outras ou, pelo menos, parecida, adorei-o!

Eu tentei, tentei controlar as lágrimas, mas não consegui.

Não achei que houvesse assim muitas diferenças com o livro, o que é óptimo! Tinha medo que o fizessem, coisa que acontece frequentemente.

O actor que no livro é referido, no filme, não é barrigudo. 
E o fim não é tão chocante como no livro.
No livro é descrito todo o sofrimento que ele passa. O aspecto horrível que o cancro faz com que as pessoas fiquem. Mas, no livro, eles não fazem isso. Mostram só as partes mais significativas do seu sofrimento. Não o colocam no estado de impotência que no livro aparece.

Como tinha lido na net que tinham roubado o banco em Amesterdão onde eles tinham dado o beijo, fiquei com receio que tivessem mudado o local do primeiro beijo deles, mas, graças a Deus, não fizeram tal estupidez, e ainda bem. Teriam estragado tudo!

E fiquei fascinada com a forma como agora se consegue fazer com que uma perna falsa pareça tão real, e como conseguem mostrar uma perna amputada com uma aparência tão real.

A única coisa que tenho a criticar é que acho que o Gus devia de mancar mais, mas estão perdoados! 

Outra coisa que falta nesta história, quer seja no livro, quer no filme, é a falta de um "final" para a Grace. 
Mereciamos uma continuação!




Leituras 2014 #12

A Culpa é das Estrelas



Adorei o livro! 

Custou a arrancar, mas passado as primeiras páginas, tornou-se um vício! Só queria saber mais, mais e mais.
A história é linda, apesar de me ter revoltado com aquele final. Especialmente porque acho este final incompleto.
Foi o segundo livro, até hoje, que me fez verter lágrimas. É tocante, emocionante.
A escrita é muito simples, enriquecida com palavras complexas.
Tem imensas frases, expressões, tão bem pensadas e que nos fazem reflectir tanto...

Sem dúvida, adorei!

Leituras de 2014 #11

Ainda Sonho Contigo




Uma coisa que gostei no livro: os capítulos curtos.

Ao início, este livro não me estava a agradar. A história não me cativava, não me prendia. Era aquele ler por ler. Mas, mesmo assim, queria perceber a história, o que se passava.
Mas, mais ou menos a meio, as coisas mudaram.
Comecei a gostar do livro, a me envolver na história. Começou a cativar.
Apesar de ter pensado em desistir, ainda bem que não o fiz. Porque acabei de gostar do livro.

Uma leitura leve, indicada mais para mulheres mais velhas.

domingo, 24 de agosto de 2014

Adeus. Vou ter saudades tuas.

Após 3 anos cá em casa, um dia saiu e nunca mais voltou...
E já lá vão 3 semanas.

Nunca foi um gato de afectos, nunca gostou de apertos. Abanava a cauda quando o chamava, o seu jeito de dizer "estou a ouvir-te, mas não me vou levantar daqui". Miava incansável quando tinha fome, roçava nas nossas pernas, super querido,  o seu lado interceiro. Consolava-se quando eu lhe coçava atrás das orelhas, enchiava-me de pêlo e, quando lhe dava os 5 min, deixava-me cheia de marcas de me arranhar e ferrar.
Era independente, dono de si. Ia e vinha, brincava feito parvo.
Tinha uma cor linda! E mesmo sendo considerado um gato mau, eu adorava-o!
Mas hoje... hoje és uma mera recordação.

Foi uma passagem tão curta...

Gostava tanto que voltasses...

M.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Eu sei que voltei a andar desaparecida, mas com a minha irmã cá, e agora o pai de férias, raramente paro em casa. E no pouco tempo que paro, tenho sempre algo para fazer. E à noite estou tão cansada que só quero enfiar-me na cama e não tenho paciência para escrever.

Contudo, venho hoje informar-vos que tenho um novo habitante cá em casa.
É uma cadela, filha de uma mãe que é um cadela de caça e de pai lavrador. Tem 2 meses e chama-se Daisy.



Dia 10 de Agosto, foi também o baptizado da minha sobrinha.
Sou oficialmente madrinha de uma menina muito linda!! 

Também cheguei a ir ao médico, por causa das minhas dores nas costas. Mandou-me fazer natação, caminhar, caminhar na areia e emagrecer. Ganhar músculo na coluna e diminuir o peso sobre elas. 
Também me mandou fazer análises e ecografias. 

Com isto, comecei a fazer os exercícios que um fisioterapeuta me tinha recomendado para as costas. E mais alguns extras. Tenho andado espalmada... :/
E até dia 19, foi sempre a engordar. Festas, festas e mais festas! Bolos, bolos e mais bolos! (até aprendi a fazer folhados, e croissants). Mas agora as coisas acalmaram. Vamos lá a ver se começo a emagrecer... Visto que tenho feito o que o médico me tem mandado. Tenho caminhado, feito exercícios,... Vamos ver!


Tentarei voltar a ser mais assídua. Quanto mais não for, em Setembro. Porque agora vem o fim-de-semana, terça andarei a passear o dia todo, como já é tradição e quinta vou fazer os exames. Vamos ver.

Até breve!
M.

sábado, 2 de agosto de 2014

Só passei cá para dizer que...

Sinto-me como se tivesse encontrado um príncipe, após uma vida cheia de sapos. Muitos deles cabrões.

M.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

E com apenas um abraço me desmonta




Estava para aqui a ouvir música e, de repente, a frase do título chamou-me a atenção. Fiz replay e a letra fez tanto sentido que tive que partilhar.
Eu sou explosiva, irrequieta, com a raiva falo muito sem pensar, da boca para fora, e ele é o completo oposto de mim. E o melhor, é que esse seu lado acalma o meu, e é incrível! Como se fosse aquele lado que me faltava. Foleiro, eu sei!
E o abraço dele? Oh god... faz-me sentir um conforto e uma segurança incríveis!

Nunca esperei encontrar isto numa música do Anselmo.

(Excertos com alterações do género)

...
E na raiva eu te digo coisas que até magoam
Sim, eu digo tantas coisas feias
...
Mas depois eu me arrependo
Sim, não liga não
O que na raiva eu te digo
Pois é ela a falar por mim
Não liga não
Pois na verdade o que eu sinto é que tu
Tu pra mim és a único que me completa
Ficar sem ti um segundo me inquieta
Tu pra mim és a único que me satisfaz
E com apenas um abraço me desmonta
...
Mas acredita que és o único que me faz sentir assim
Não existe um, um outro que me faz igual a ti
Mas eu finjo que se eu te perder, finjo que eu vou ficar bem
...


P.s. Eu e ele nunca discutimos (e esperemos que assim continue), mas eu já sei o quea cada gasta...


M.

Ele sobrevive. O meu coração é que não.

Ontem, como queria ir para a piscina, pois era a última vez que podia ir com aquelas duas pessoas, e como a minha boleia habitual não me podia levar, resolvi arriscar e meter-me na cidade com o carro. Assim, mesmo lá para o meio da avenida.
E adivinhem, o diabo resolveu meter a mãozinha, e tive um acidente. Não faço ideia onde o raio do carro estava, só sei que quando o vi ele já estava à minha frente. Não consegui travar e o choque aconteceu.
Nada de mais, canto com canto, mas o meu coração desfez-se ali. O meu pai não sabia que que eu ia à cidade, e ele ia-se passar quando soubesse.
Foi para o meu padrinho que liguei, foi ele que foi lá ajudar-me. Eu tremia tanto... eu só queria um buraco!

Depois de tudo resolvido, o empregado do meu padrinho foi quem levou o carro para casa da minha tia, a dona da piscina. É que eu estava tão nervosa que o meu padrinho nem quis que eu levasse o carro. E o rapaz foi impecável! Foi o caminho todo a falar comigo, a tentar acalmar-me. Bastante simpático. Muito mais simpático que o antigo empregado que ele tinha. Este sim, está aprovado padrinho!

Com tudo isto, a ma"inha acabou por não poder estar connosco na piscina.  Acabei eu e ele, lá sozinhos, e ainda bem. Da maneira como eu estava só queria era sossego...
Soube bem estar sozinha com ele. Falarmos... desabafar e distrair-me. Mas quando começou a aproximar a hora de voltar a pegar no carro, de ter que ir embora e enfrentar o meu pai... que voltas que me deu na barriga!
Mas, naquele momento, o abraço dele foi a coisa mais maravilhosa que eu podia ter tido! Aqueles abraços confortáveis, apertados, que nos transmite conforto, segurança, paz. Oh, como eu quero mais abraços daqueles...
E fiquei orgulhosa dele, quando ele resolveu enfrentar a vergonha e ir comigo despedir-se dos meus tios.
Pelos vistos, acharam-se mutuamente simpáticos, e a minha tia diz que ele parece ser muito boa pessoa, para aproveitar que já não há amigos assim. Também perguntou se ele era meu namorado, e quando eu disse que não a resposta pronta dela foi "se não são,  ainda hão-de ser". Sempre a querer arranjar-me um namorado. Tão querida que ela é. Eu é que apanho as secas todas por ser a única da família solteira, mas eles ainda parecem mais preocupados que eu. Sempre uns queridos.
Mas bem, lá tive que pegar no carro e passar no local do acidente, para o levar à estação. Como ele diz, fui uma mulher com tomates. E fui mesmo! Mas tinha que ser. Ninguém iria por mim, e se eu não pegasse no carro, iria ganhar medo.
Correu tudo bem. Foi meia gora de viagem,  até casa, sem nenhum susto. Tivessr sido antes assim...

O pior foi mesmo quando cheguei a casa. Mais uma vez, o meu padrinho esteve presente para me ajudar. E ainda bem, porque o meu pai nunca se acredita em nós. Para ele, eu já ia de força e tudo. Ainda bem que o meu padrinho chegou lá e viu os carros no sitio ainda. E viu o estado do carro do outro.
Mesmo assim, ouvi na cabeça que me fartei! Implicava com tudo, atirava tudo à cara, e nem me deixou falar sobre o papel da participação que ele tinha de assinar. Eu andava de coração nas mãos, com medo que este inferno não fosse acabar.
Mas vá, parece que a noite lhe fez bem e, quando chegou a casa, depois do trabalho, disse para pegar nas coisas para irmos ao seguro tratar das coisas. E já falou calmamente comigo e o normal como nos outros dias.
Que peso que me saiu de cima...

E amanhã a mana já está cá de novo! Bendito mês de Agosto!

E agora o boguinhas tem mais um dói-dói. Desculpa, boguinhas...


M.



quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vamos falar de amor?

Apercebi-me que é quando tenho os meus momentos românticos aqui, no blogue, que tenho mais visitas.
Mas hoje, hoje venho falar de um amor diferente.
Apareceu cá em casa, era eu ainda muito pequena.
A mãe andava aqui pela rua e nós,  com pena dela, íamos deixar-lhe cokida lá fora, todos os dias.
Chegou o inverno, um inverno rigoroso, fom muita chuva. Como as grades da minha casa são largas e o moro baixo,  a cadela entrou cá dentro e foi-se abrigar debaixo da lenha que o meu pai tinha no terreno. Foi lá que ela deu à luz.
Quando demos por ela, alguns já estavam mortos, e outros a irem pelo mesmo caminho. Mas havia um que se punha em cima dela.
No fim, todos morreram e só sobrou esse, o espertinho. E foi assim que cresci na companhia de um cão.
Ele chamava-se Snoopy. Lembro-me de ele se deitar todo enroladinho e de parecer uma bola de pêlo. De a minha irmã estar sentada na cozinha, ao lado do namorado, com o Snoopy ao colo, de ela lhe estar a fazer festinhas, de ele apoiar a cabeça entre os braços deles e de adormecer assim. De ir dar uma volta com ele, começar a correr e ele ficar para trás. Tadinho, era pequenino, não corria muito.
Um dia foi atropelado, tadinho. Ficou desorientado, fugiu, e vimo-nos negras para o encontrar. Mas lá o encontramos e ele estava bem.
Era um cão pacato, não ferrava, gostava de brincar. Nós soltavamo-lo, el3 ia dar a sua volta e voltava para casa.
Chegava à hora do jantar e ele começava a ladrar, como que a dizer "está na hora de virem deitar-me comida. Não se esqueçam de mim!". E quando nos vias a chegar ladravas todo contente.  Às vezes, até já só bastava ouvir o barulho do carro.
Aliás,  quando era novo, nós sempre que saímos com o carro ou passavamos à porta de casa, tinhamos de acelerar, senão ele vinha a correr atrás do carro, de boca qberta, língua de fora, todo contente. E sim, só corria atrás do nosso carro.
E quando ia dar uma volta de carro, ia com o focinho de fora a cheirar o vento. Sim, a cheirá-lo.
E ladrava sempre que alguém se aproximava do nosso portão,  a dar sinal de que estava ali um desconhecido. E já convivia com ele há tantos anos, que até já conseguia destinguir o ladrar dele. Quando era de contente, quando era a dar sinal de alguém ou animal estranho, a chamar-nos, ou de alegria por estarmos a brincar com ele.
Depois a velhice chegou. Já pouco corria, custava-lhe subir os muros, tropeçava. Faltavam-lhe já dois dentes à frente, tadinhos. Quando o soltavamos, ele já não saia disparado,  a correr todo contente. Ficava a correr devagar,  à volta do jardim, todo contente. E passava o tempo quase todo em casa, já não saia tanto para a rua. E quando o fazia, punha-se sentado à porta, à espera que alguém a fosee abrir, pois ele já não conseguia subir o muro.
Mas um dia...
Um dia saiu... e nunca mais voltou.
Fizeste parte das nossas vidas, cresci contigo, e até o meu sobrinho, que pouco conviveu contigo, fartou-se de perguntar por ti.
Fazes cá falta, Snoopy.

sábado, 26 de julho de 2014

Devia de mudar isto

Ando com este livro para trás e para a frente e pouco dele li. Aliás, acho que esta semana nem li nada dele.
É uma história que não me cativa. Agrada-me o facto de ele ter capítulos pequenos, mas estar a ler sobre mulheres com 60 anos ou mais não me cativa.
Mas, se comecei a ler, agora hei-de acabar. Custe o que custar! Até porque, quanto mais cedo o acabar,  mais depressa me livro dele e começo um mais agradável.

Confesso também que o facto de ir para a cama tarde, e me pôr a mexer  no tablet, a ver vídeos, séries ou filmes, e a jogar, não ajuda. Acabo pro estar entretida e é mais interessante que ler um livro que não me está a cativar, né?

Mas bem, está na hora de mudar isso. Vamos lá a ver se o consigo acabar de ler durante a próxima semana.

M.

the amazing spider-man 2

Finalmente o filme saiu neste cinemazinho caseiro que é o wareztuga,  e eu,  fiel como sou a este tipo de filmes, fui, a correr, vê-lo.
O filme está brutal! Está com uns efeitos brutais, dá para rir, dá para chorar, e tem acção que chegue.
Eu fico "wow" com aquelas explosões, aquelas quedas em câmara lenta tão bem conseguidas, e dá uma vontade de me atirar dum arranha céus como ele... claro está que me espatifava toda no chão,  mas sonhar não custa.
O casalinho é qualquer coisa de maravilhosa: q.b. de romantismo, q.b. de divertimento, e aquela Gwen é qualquer coisa de extraordinário!

E não gosto daquele Harry!

E não gosto de quem pós tanta tristeza no filme... ah!, caraças,  não mereciam!

E para finalizar, não páro de ouvir a música. Viciem-se comigo!



M.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A minha monótona vida

Eu tenho uma vidinha mesmo muito interessante. De tal maneira interessante, ocupada e preenchida que nem tenho tido tempo para partilhar convosco. 

Agora sem ironias:
Na realidade, estou fechada em casa. Entre dormir, comer e pouco mais, assim se vão passando os meus dias. 
Dias dinâmicos, não acham?

M.