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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Resumo rápido

Dormi 2h e meia, tive um dia que foi sempre a correr de um lado para o outro feita maluca.
Andei Às voltas com a embalagem para o meu produto, e andei às voltas com o Studio Max 3D que adora dar-me cabo da paciência e ser ele a mandar.
Mas pronto, já está tudo feito. Vou arranjar as coisinhas para me enfiar na cama e ainda ver se leio um nadita. Mas um nadita mesmo, que eu já não estou habituada a muitas noitadas. É a velhice!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Já agora,

dizem que estou com inícios de depressão.
Rezemos todos para que não tenham razão e para que isto passe somente de uma má fase. Rezemos todos.

Indo de encontro a um comentário...

Se eu me queixo, e só estudo, imagino quem estude e trabalhe.

Mas este 3º ano é de loucos!

Onda de Solidariedade - Hot Christmas Challenge - Desafio de Natal

Se participaram nos banhos públicos, porque não participar noutro desafio?

Este Alien de 20 anos propôs o desafio, e eu apoio.
De certeza que não moram todos em Castelo Branco, como eu, neste momento, onde não há mendigos, nem arrumadores de carros, e muito menos parquímetros, e que se forem ao centro das vossas cidades, principalmente, que irão encontrar gente sem-abrigo.
Tantas pessoas a visitarem a árvore do Porto, por exemplo, que vos custa dar um pouco do seu tempo a fazer alguém feliz? Dispensem 1 ou 2€. Comprem uma refeição, por mais simples que seja, e ide reconfortar o estômago de alguém.
Lembrem-se que vocês estão no quentinho, em vossas casas, de mesa cheia, mas que nem toda a gente tem essa sorte.
Sintam-se úteis! Sintam-se bem convosco próprios! Façam o Natal de alguém ser melhor!
Dispensem o vosso suminho a meio da tarde, e ajudem alguém!
Filmem, tirem foto do vosso gesto. Não para se gabarem, mas para passarem a palavra. Tornem esta iniciativa uma nova grande rede nas redes sociais, como foi o “Ice Bucket Challenge” para ajudar os doentes com Esclerose Lateral Amiotrófica. Apoiem este gesto de solidariedade!

Metam mãos há obre e tornem este natal melhor!!


A origem do desafio:

http://umalienaos20.wordpress.com/2014/12/06/hot-christmas-challenge-desafio-de-natal/

Vernizes Longa Duração The ONE, da Oriflame


Venho comunicar, por este meio, a minha tristeza para com este produto.

Aplica-se bem o verniz, e seca rápido, o que é fantástico!
Quanto a ser de longa duração, expliquem-me lá como é que conseguem que ele dure 14 dias? É que a mim nem 12h durou.

Pintei as unhas ao início da tarde. A seguir ao jantar fui tomar banho e, quando dei por ela, já tinha falha dos vernizes na ponta das unhas. Já para não falar que tive que tirar as minha furadeiras e o verniz começou a sair tipo película de plástico.

Claro que removi o verniz e voltei a pintar. Passaram 2 dias e poucas são as unhas que estão em perfeito estado.
Já para não falar que mandei vir dois vernizes e as cores não são nada parecidas com o que vi no catálogo. 



Pedi o Ballerina Rose e a cor saiu-me um rosa esbranquiçado que detestei. E o Purple in Paris, que se forem ver ao catálogo é roxo, mas na realidade mais se parece com o Cherry Chic, naquele vermelho tinto.

Custam quase 5€ cada um, e foi o dinheiro mais mal gasto!

Os vernizes da Cliché custam 1€ e até parece que duram mais.

Não vou mais nessa letra dos vernizes de longa duração.



domingo, 7 de dezembro de 2014

Toca o disco e volta ao mesmo

Visto que quando construíram a residência não deviam saber o que era isolamento acústico e que a do quarto ao lado está a ouvir música sem fones, eu aqui no quarta consigo ouvir perfeitamente a música dela. E ela deve ter uma playlist com uma dúzia de música. Então está sempre a repetir. E uma música que ela lá tem é uma que eu adoro, a Dangerous, do David Guetta. Mas de tantas vezes a ouvir através da parede, ainda me vou é fartar da música.

Ela devia ter era como eu, há uns tempos atrás tinha, mais de 30gb de música no pc.
Mas formatei o pc e agora nem 3gb tenho.
Mesmo assim, consigo ter uma playlist muito maior que a dela. E assim não me farto das músicas.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Ah!

E hoje de manhã devia ter ido ver se a papelaria estava aberta para comprar o cartão para fazer a embalagem, pois segunda é feriado, e está tudo fechado, e na terça tenho aulas.
O problema é que acordei cheia de frio, e com dores de cabeça, e cansada, e resolvi "que se lixe! Levo só maquetas da embalagem. Faço em cartão para o final do semestre". E assim deixei-me dormir até às 12h30.

Eu sou um desastre, eu sei. Mas estou farta de ter de acordar cedo, e de ter de dormir sempre com despertadores, e de me sentir sempre com sono e cansada.
Neste momento, necessito com urgência de férias. E o problema é que "férias de Natal", no meu caso, só significa "vais continuar a trabalhar, mas em tua casa, Queres sair, ir dar uma volta, estar com os teus sobrinhos? Esquece lá isso! Tens muitos trabalhos pela frente".

Vida de universitário pode ser triste.

Pintar as unhas não é para mim


Eu ate gosto de me ver com as unhas pintadas, mas a preguiça é maior. E depois não gosto nada de ver o verniz a descascar. Irrita-me profundamente!
Para além da preguiça, eu sou uma maravilha a pintar. Pinto a unha e tudo ao seu redor. E termina tudo numa bela cagada!
Já para não falar da minha falta de paciência para estar quieta à espera que seque.

E é por estas razões que ando quase sempre sem verniz.
Mas hoje resolvi pintar. Experimentar uns novos de longa duração, supostamente.
Está uma verdadeira cagada, claro está. Mas lá a ver se eles são realmente duradouros.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Nem sei...

Estou para aqui feita doidinha a enrolar, a enrolar, a enrolar.
Não me apetece ir tomar banho e ir para a cama porque ainda é cedo, mas também não me apetece ver um filme, nem apetece ver a serie (The Originals), nem apetece trabalhar,...
Basicamente, não me apetece fazer ponta dum corno!
Estou aborrecidinha como tudo!
Ainda por cima estou para aqui sozinha.
Vida triste...

E eu a achar que era hoje que me ia deitar nem necessidade de ligar o despertador, e bem me lixei.
Graças ao querido feriado de segunda, tenho que ir amanhã de manhã à papelaria comprar cartão para fazer a embalagem para o meu organizador de secretária.
Ainda por cima aqui fica a quase meia hora a pé, e aquilo ainda é grandinho e não dá para enrolar.
Espero bem conseguir trazer aquilo direitinho até casa.

E como tenho uma colega de quarta que é uma querida  e que acha que o quarta se limpa sozinho, ou então gosta de viver na lixeira, amanhã tenho que limpar aqui o quarto que está imundo! É só cabelos e cotão e lixo... O tapete está uma verdadeira porcaria! E eu assim não sei viver!
Enfim. Vida de pobre!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Fui ao baú

Hoje lembrei-me de ir visitar o meu antigo blogue. Aquele que tive que deixar e ocultar. E ainda hoje sinto tanta, mas tanta pena por ter sido forçada a deixá-lo...

E enquanto lá andava a vasculhar, encontrei um texto. Um texto que falava de várias pessoas que, de alguma forma, marcaram a minha vida e me ensinaram algo.
Algumas já não fazem parte delas. Outras perdi-lhes completamente o rasto, E há ainda aqueles que, miraculosamente, ainda fazem parte da minha vida. Após 4 anos. E nem todas são familiares.
Hoje alteraria algumas coisas que aí escrevi. Principalmente na parte do meu pai. Mas achei por bem partilhar o texto como ele é originalmente.
Só removi os nomes, e deixei somente as iniciais.

Então, aqui fica ele:


As pessoas das nossas (minha) vidas!

Ao longo da nossa vida, desde que nascemos várias pessoas vão passando pelas nossas vidas. Familiares, amigos, conhecidos, conhecidos de conhecidos,... tudo passa, e ninguém fica. Um dia todos partem. Até mesmo nós. Um dia tudo é maravilhoso, por várias dias essa pessoa está junto de nós, por vezes até durante anos! Mas um dia... tudo muda! Ou porque muda de residência, ou porque parte para outro "mundo", de onde de nunca mais poderá voltar. Ou, simplesmente, porque a vida faz com que essa pessoa se afaste da nossa vida. Agora não é desculpa perder-se o contacto. Há a net, há os telefones e os telemóveis, onde rapidamente se obtém resposta da outra pessoa, sem ser necessário estar-se á espera durante semanas, meses, ansiosos pela chegada da carta em resposta como antigamente acontecia. Pode-se até estar no mesmo estado, mas é só por breves instantes. Por breves, segundos, minutos, algumas horas ou, até mesmo, breves, muito breves mesmo, dias.
Durante uma vida cria-se diversos laços com as pessoas, com várias pessoas mesmo! Desde de amor a ódio, de amizade a indiferença.
Tenho 17 anos, mas sinto-me como se tivesses 71 nesse aspecto. Já passaram tantas, mas tantas pessoas pela minha vida... Então com a Internet essas pessoas tornam-se imensas! Já passaram por mim pessoas com quem criei fortes laços, com quem criei belas amizades, carinhos especiais, por quem até mesmo me apaixonei. Também criei amizades, belas amizades! Amizades essas essas que poucas são as que ainda hoje duram e as que continuaram a durar. Hoje já não acredito num futuro com as pessoas, Já não faço um plano de um futuro onde elas até possam estar. Apenas tento traçar o meu futuro, como se estivesse completamente sozinha e as outras pessoas não existissem. Quem tiver que surgir por esses caminhos por mim traçados que surja, na altura que tiver de surgir. Receberei sempre de braços abertos as pessoas que pela minha vida passarem. Durante o tempo que nossas vidas tiverem cruzadas façam o que tenham a fazer. Ensinem-me o que têm a ensinar, façam-me crescer o que ainda me falta crescer. Façam-me conhecer uma nova alegria, uma nova esperança, uma nova felicidade, dêem-me sempre força para lutar, seja através de amor, de ódio, qualquer que seja o sentimento! Todos servem para nos fazer crescer, aprender! Para nos tornar mais fortes! E, quando vossa tarefa na minha vida estiver concluída podem ir embora. Eu deixo! Com um sorriso! Por muitas lágrimas que pela minha cara surgem juro-vos que, no meu interior, haverá sempre um sorriso. Um sorriso de agradecimento por terem feito parte da minha vida e por me terem proporcionado tudo aquilo que me deram.

Já me habituei ás despedidas. Todos os anos, por duas vezes, me despeço do meu sobrinho, irmã e cunhado. Confesso, confesso que fico triste, com saudade e, por vezes, até mesmo com a lágrimita no quanto do olho, mas não choro. Elas não caem. Mais tarde, muito mais tarde até podem voltar a dar sinais de vida, mas já raramente isso acontece pois habituei-me! São 4 anos, 8 despedidas. Uma pessoa acaba por se habituar a isso. E já falta pouquinho para a próxima acontecer.
Neste momento, sempre que alguém volta a surgir no meu caminho, fico triste. Fico com medo. Sinto dor cá dentro, e aperta-me o peito e sufoca-me quando essa pessoa começa, de alguma forma, a marcar minha vida. A dar-me um sorriso, a dar-me uma alegria, uma esperança, uma felicidade. E porquê?! Porque sei que mais tarde ou mais cedo essa pessoa vai partir. Se vai embora deixando em mim uma saudade dos momentos, das conversas, sempre que dela me lembrar. Mas agora não há como guardar isso numa caixinha de recordações. Já não há cartas. Nem fotografias. Há ficheiros. Há históricos. Há mensagens na caixa de entrada que, com um simples clicar numa tecla e um sim de confirmação, tudo desaparece. Tudo se apaga. Deixando apenas recordações em nossa memória que, com o passar do tempo vão-se tornando mais bassas. Mais esbatidas. E a nitidez nunca mais surge.
Mas nem tudo é mau. Há sempre alguém que fica por longos e longos anos. Amigos verdadeiros que, mesmo na distância, de vez em quando lá vão dando sinais de vida, contando as novidades. Relembrando os velhos tempos e, até mesmo, que estão do nosso lados todos e todos os dias!
Mas, para além de amigos, há pessoas que, aconteçam o que acontecer, tomemos o rumo que tomemos estarão sempre nas nossas vidas, lá bem presas, bem marcadas: a nossa família! Podemos até nos chatearmos, podemos até não nos falar durante anos mas, essa ligação nunca, mas nunca desaparecerá!



Posso dar alguns exemplos de pessoas que surgiram na minha vida:

Avó, que sempre cuidou de mim desde de bebé e um dia me deixou. Partiu. Sem nunca me ter dado oportunidade para lhe dizer o quanto a amava. Mas que me fez crescer, me dar valor ás coisas e, em parte, me ensinou que não devemos de deixar as coisas por dizer. Um dia pode ser tarde demais... Foi ela a primeira pessoa que me fez sentir amor, verdadeiro amor e saber o que isso...

Chico, talvez o primeiro rapaz da minha adolescência que me fez sentir um tipo de "paixão verdadeira"

A. P., que me ensinou que, mesmo quando a vida é-nos difícil e as pessoas que amámos estão longe, não devemos deixar de viver, mesmo quando no vamos abaixo.

D., me fez conhecer o que é ter uma "melhor amiga". O que é amar o namorado da nossa amiga. Que me fez aprender que há certas coisas que não podemos esconder dos nossos amigos, quando essas são coisas que, mais tarde ou mais cedo, os vão magoar, e quanto mais tarde, pior pode ser. Também me ensinou o quanto as pessoas podem ser falsas e sinicas para connosco! -.-

F., que me mostrou o que é se agir por instinto!

Kaka, a pessoa que tanto me magoou e por quem eu tanto rastejei aos pés. Me desprezava e mesmo assim eu estava lá. A primeira pessoa que me fez lutar contra o meu coração, mas a favor da razão. Do que era melhor para  mim, para eu estar bem!

Vânia, esta ensinou-me o quanto as pessoas podem mudar, de um momento para o outro, simplesmente porque se arranjou novas companhias e se adaptou a elas, á maneira de ser delas.

N., a pessoa que me ensinou a saborear o verdadeiro ódio! A pessoa que me ensinou a odiar verdadeiramente, capaz de cometer as piores loucuras! A pessoa que me ensinou de que, mesmo quando as coisas estão mesmo á nossa frente e as tentámos ignorar, que não o devemos fazer pois ao fazê-lo, só nos vamos magoar ainda mais e, se calhar até mesmo, algo que nos perseguirá por muito e muito tempo!

N. S., o rapaz que mesmo com 25 anos é feliz sozinho, vivo cada dia feliz, sempre á espera de que alguém surja e o faça verdadeiramente feliz mas que, mesmo assim, não deixa de aproveitar a vida e de ser feliz!

D., um dia tudo pode começar, e pode durar por muito tempo, sendo sempre bom, perfeito mas que, um dia pode encontrar um fim. E esse fim pode acontecer de maneiras calmas, amigáveis, sem qualquer tipo de problema.

D., me ensinou a amar verdadeiramente um amigo, a sentir-me capaz de tudo para salvar a sua vida. Me ensinou o que é realmente uma amizade, o que é realmente confiar numa pessoa a 100%, sem segredos, sem falsidades, sem voltas nem disfarces. Tudo, totalmente transparente! E me ensinou também que, nem sempre os caminhos mais fáceis são os mais correctos. Que esses caminhos podem fazer bem a nós, mas magoar os que nos são mais próximos.

T., posso dizer que foi o rapaz que mais amei, que mesmo com a imensa distância que nos separava, me ensinou que, quando se ama verdadeiramente, tudo é possível quando realmente se quer! Há sempre sacrifícios que têm que ser feitos, mas a presença diária é sempre possível. O melhor conforto não precisa de ser de perto, pode ser até de bem longe! Tem é que ser genuíno! E que, por muito que aconteça nas nossas vidas, não temos que desaparecer da vida das outras pessoas totalmente. Pode-se sempre ir dando notícias de vez em quando.

R., aquele amigo que despertou minha amizade logo no primeiro dia, que me ajudou logo no primeiro instante. Me ensinou o que é se lutar contra e tudo e todos por uma amizade! Me ensinou que, mesmo quando duas pessoas, em certa parte, até se amam, nem sempre é possível ficarem juntas pois podem haver outras pessoas por quem esse sentimento seja mais forte. Me ensinou também que há pessoas que surgem na nossa vida quando apenas são necessárias e que depois partem. Não dos nossos dias, mas da nossa vida.

D., uma amiga incrível que me desiludiu, me despertou ódio e que me fez perceber que nem sempre o ódio é mau. O ódio também pode servir para nos ajudar a não desistir, a lutar!

R. G., surgiu quando precisei, e me ensinou que mesmo quando caímos, não podemos desistir, Temos sempre que nos levantar e seguir nossos caminhos. Que o caminho ainda é longo. Aquilo foi apenas uma pedra que surgir no nosso caminho e que devemos avançar e continuar, sem olhar para trás.

P., que me fez perceber que também eu sou capaz de desiludir as pessoas.

F. A., me fez perceber que nem sempre é necessário uma explicação para haver um fim. Ele apenas existe! E um dia surge. Também me ensinou que os namoros á distância podem fortalecer o sentimento quando nos encontrámos entre os enormes intervalos que há, mas que isso também nos pode magoar muito. E que, se numa relação começa a haver falta de diálogo, muito mais não vai durar.

H.F., fez-me perceber que nas nossas vidas estão constantemente a surgir pessoas nas nossas vidas, que um dia acabam por partir. É a lei da vida!

H. e M.. Um amor pode sobreviver a tudo quando é verdadeiro. Quando ele é realmente verdadeiro, por muito que aconteça, ele durará sempre. Mesmo quando fazem de tudo para separar esses dois seres. Podem até conseguir mas, mais tarde ou mais cedo, o amor acabará por unir de novo esses dois seres.

J., as mentiras quando muitas, há sempre alguém atento que acaba por apanhá-las. Também devemos ter cuidado com o que confiamos ás pessoas pois, quando menos esperámos, essa pessoa a quem mostrámos algo, tornaram-se várias!

M., que durante quase uma semana me fez sentir uma pessoa especial e que, de repente, tudo mudou! Mas será que a sua passagem já acabou?! Que me deu a conhecer uma vida totalmente diferente das que eu estou habituada a ver e a conhecer.

Zé, que mesmo com a distância e sem sermos correspondidos o sentimento pode durar por muito e muito tempo, por muito pequeno que ele seja, e por muito que se ignore. Também me ensinou a ser um bocado coração de pedra e a dizer não aos carinhos e ás palavras amigas que me tentavam dar a volta e, de alguma forma, me conquistar.

M. e G., por me ensinar o que é a alegria de ver as pessoas que amamos regressarem de novo ás nossas vidas! Por me ensinarem que, por muitas discussões que possa haver, o sangue que nos une nunca nos separará pois o amor que esse sangue cria em nós nunca será quebrado. Aconteça o que acontecer, farão sempre, mas sempre parte da minha vida! Por me terem ensinado que por vezes é preciso deixar tudo para trás, amigos e famílias, e começar do zero, longe daqui, isto para procurar uma vida melhor! Me fizeram sentir orgulho por alguém. Por também me terem mostrado que tenho um futuro á minha frente que posso tornar muito melhor mas que, para isso, preciso de mudar, de crescer, de lutar!

V., por me fazer perceber que pode haver uma amizade que durante alguns anos pode estar desaparecida devido á distância mas quando essas pessoas se reencontram a amizade pode surgir de novo, tal e qual como era!

Pai, por me ter complicado tanto a vida, me ensinou que por vezes a mentira é a única opção! Me ensinou também a lutar pelos meus objectivos e a procurar ajuda para isso. Também me ensinou o que é poupar para que, um dia, até possamos ter uma vida melhor!

A.S., por ser minha amiga sempre, mesmo quando não concorda comigo e com as minhas atitudes e escolhas, Por me ter ensinado a ignorar as discussões e a fazer as pazes das formas mais estúpidas! Por me ter ensinado a perdoar mesmo quando somos desiludidos. Por me ter mostrado o que é ter uma amiga para a vida. Por me ter mostrado que por vezes temos que ser frios com as pessoas para não sofrermos tanto. Ela fez-me crescer e mostrou-me que, provavelmente, tenho aqui uma amiga para a vida!!


(houve mais familiares a darem-me algumas lições de vida, através das suas, mas prefiro não mencionar :x)

E para quem gosta de ler...

nada melhor que uma prendinha destas no sapatinho




Encontrei isto enquanto andava pelo facebook, por isso não vos consigo dar muitos pormenores, mas fiquei encantada! 
Ainda por cima podia ler no autocarro, mesmo quando faço as viagens de noite, sem luz. E até mesmo aqui na residência. Poder ler na caminhar, descansadita da vida, sem incomodar ninguém.
E já que o meu pai está sempre a reclamar que eu só sei gastar luz à noite, a ler livros, eis uma boa maneira de ler à noite e sem gastar luz.

Mas a encomenda da wook já chegou, a minha prima já a tem em sua posse, e, em principio, lá dentro está a lanterna que a wook ofereceu.
Estou mortinha por ir para casa e ter os meus livrinhos todos.

Bem, e como pedir não custa, se alguém estiver interessado em felicitar a minha pessoa com uma prendinha destas, esteja à vontade...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Caro youtube,

eu sei que nunca pensaste que, em toda a tua existência, irias encontrar um coreano de seu nome Psy, e ele fosse lançar um êxito tão grande como se tornou a música Gangnam Style, mas a verdade é que ele existe, a música tornou-se viral, e tu chegaste ao limite das tuas capacidades.
Eu sei que custa admitir que já nãos e é capaz, de que uns meros 32bits já não chegam para tão grande número de visualizações, mas a realidade é que necessitas de um servidor novo.

O Psy foi a tua derrota. Quem sabe, futuramente, não virá outra, mas, neste momento, está na hora de te actualizares.
A dança de saltar a cavalo continuará a ser um sucesso do caraças, e tu precisas de continuar fiel ao número de visualizações que apresentações.

Bom trabalho, youtube!

Com os melhores cumprimentos,
M.




Notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=749478

E ele lá veio inaugurar

Como disse, queria ir, mas fiquei em casa a trabalhar.
Acredito que não tenha perdido muito.
E aqui vos deixo a notícia na RR, que fala mais sobre o seu discurso que do facto de ter sido inaugurada uma Escola Superior.




http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=170844

Parece que virou moda

Há modas, e modas.
Modas das quais gosto, outras que nem por isso.
Adoro a febre que por aí anda dos chapéus, que até acabei por comprar um, mas esta moda de deixar crescer os pêlos das axilas e de os pintar de cores berrantes não é para a minha pessoa.

Ando eu há tantos anos a sofrer com a depilação, e só agora é que se lembraram desta moda de ter os pêlos grandes e coloridos? Agora que me habituei a ter essa zona livre de pêlos?
Pois que agora os pêlos nas axilas fazem-me espécie, e não consigo viver com uma selva a crescer-me na axila, mesmo que seja colorida, com uma cor garrida e toda gira.


Não, minha gente. Não gosto de ver, e não me sentiria bem com tal coisas.´
Tenho um complexo enorme com os meus pêlos, e não me sentiria bem sabendo que andava por aí a passeá-los. Mesmo que seja moda, mesmo que as cores fiquem giras.

Mas para quem gostar e queira ver mais fotos ou aderir a tal moda, as fotos são partilhas pelas redes sociais com a hashtal #dyepits.

E por fim me retiro, deixando antes, em vossa possa, o link da notícia que encontrei.
Boas leituras!

Monsanto - Idanha-à-Nova

Para quem for visitar a aldeia mais portuguesa de Portugal, Monsanto, fique a saber que no posto de turismo está a decorrer a exposição "Conhecer, registar e valorizar o património - Monsanto 2014", até dia 5 de Janeiro de 2015, onde se encontram expostas diversas fotografias da aldeia, tiradas pelos alunos da ESART, Castelo Branco, e o nome da minha pessoa encontra-se na lista de participantes.
Foi criado também um catálogo com as fotos seleccionadas (tenho o meu nome num catálogo, uh uh), mas não sei o mesmo é fornecido gratuitamente ou se se tem que pagar.

Para quem quiser se informar um pouco melhor, deixo aqui o link da notícia publicada pela Rádio Cova da Beira - Fundão.

http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/24760


Eu tinha razão

Eu hoje chego à aula com as coisas por acabar.
E como previsto quase ninguém levou as coisas prontas, e quem levou voltou para trás com mil e um defeitos!
E os profs ainda disseram que tínhamos aquela aula para terminar o que faltava. E ainda combinaram que só seria para entregar tudo definitivamente na próxima quarta.
Ou seja, eu tinha razão, e bem fiz eu em não estar aqui a fazer directas.
Tenho que deixar de ser burra e de querer cumprir os prazos todos.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A revolta

Eu devia de ter tudo pronto hoje a tempo de imprimir, mas tal não se vai suceder. 
Eu devia estar preocupada, e em parte estou um pouco, mas, por outro, nem por isso.
A maioria não tem nada pronto. Não levará nada para entregar ou mostrar, e chega-se ao fim e são avaliados como os outros. Porque hei-de me estar a preocupar? Faço tudo, e deixo tudo direitinho.
Caso eles queiram tudo amanhã, eu venho almoçar, imprimo, e volto lá para entregar. 
Não estou para me matar para depois ser avaliada como os outros que entregaram tudo fora de tempo.

Rede Nacional de Expressos


Este fim-de-semana fui a casa e, como sempre, tirei o bilhete de regresso pela internet
Eram 4h, hora de eu sair de casa, e o único email que tinha é da transferência. Bilhete para imprimir, nem vê-lo!
Liguei para lá e disseram-me para levar esse comprovativo e o meu nr de BI e me dirigir à bilheteira efectuar o levantamento do bilhete.
Chego lá, mostro as coisinhas todas ao senhor, e o senhor diz-me que não existe nenhum bilhete em meu nome. Que teria de efectuar uma nova compra de bilhete. Que provavelmente descontaram o dinheiro, mas que o Montepio não fez o dinheiro chegar à RNE.


E lá fiz eu a compra, de novo, do bilhete, que me ficou mais cara 1€ que ao comprar online. E comprei o mesmo lugar que tinha comprado na internet.
Agora estou à espera que minha irmã confirme se fizeram realmente o desconto do dinheiro, para depois enviar um email à RNE a explicar o sucedido e com os comprovativos todos, para que eles me façam a devolução do dinheiro.

E agora eu pergunto-me, e se já não houvesse bilhetes? Como seria? Ou se eu me tivesse atrasado a fazer a mala e não tivesse saído de casa com tanta antecedência?


Não entendo o que se passou, mas eles deviam responsabilizar-se. Eu não devia de ter de comprar outro bilhete, gastar mais dinheiro. Eles deviam de me dar um bilhete novo sem qualquer custo, já que a responsabilidade foi deles, pois eu efectuei a compra, o pagamento, e eles é que não me enviaram o bilhete.

Enfim...

Parece que não vou poder

Como vos disse ontem, eu queria ir hoje ver o Coelhinho a inaugurar a escola, o problema é que tenho trabalhos para terminar.
Estava a pensar acordar por volta das 10h30 e terminar tudo até às 15h15, para poder ir imprimir, trajar e ir.

O problema é que, neste últimos dias, mal tenho tido tempo para descansar. Ando sempre de um lado para o outro, foi viagens, foi noitadas, foi poucas horas de sono, foi andar com a mala de um lado para o outro, são as pernas que me doem de ter estado horas de joelhos a fazer o candeeiro (sim, eu fiz um candeeiro. Depois mostro), são os braços que me doem de o ter estado a cortar, de carregar com a mala e de ter estado ontem a lixar as peças (fiz um organizador de secretária em MDF) e, então, hoje de manhã, deixei-me dormir.
Ou seja, nunca irei conseguir acabar as coisas a tempo de ir imprimir, trajar e ir ver o Coelho.
Tenho pena, a sério que tenho, mas os trabalhos primeiro.
E ando tão de rastos que parece que os dias nunca mais têm fim...
Queria um dia, já só peço 1 dia, que pudesse tirá-lo para mim, para fazer o que me apetece-se, sem pensar em trabalhos.

Espero ainda conseguir esse dia esta semana.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Inauguração da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco

Amanhã, dia 2 de Dezembro, ao fim de 2 meses de já estarmos lá a ter aulas, será a cerimónia de inauguração da Escola Superior de Artes Aplicadas, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, com a honra da presença do Exmo. Sr. Passos Coelho.


Uma palhaçada, é só que tenho a dizer!
As obras estão uma merda, o chão de entrada abateu, andaram a semana passada a arranjar para a vinda do Coelho, e mesmo assim foi arranjado mesmo às 7 pancadas! 
Em dias de chuva, chove no piso térreo. É água por tudo que é lado! E por pouco que não se deu cabo da impressora 3D, graças a estas infiltrações.


Colegas minhas alugaram o estúdio de fotografia, para hoje e amanhã, com antecedência de 2 semanas, e hoje chegam lá e dizem-lhes que não o podem usar porque já arranjaram aquilo para a vinda do Passos Coelho, e que agora não se pode mexer em nada.
Ou seja, elas têm o trabalho para entregar na quarta, precisam do estúdio para tirar as fotos, estavam a contar com ele, e agora, em cima da hora, dizem-lhes que não podem usar. Falta de organização? Muita!



Mas bem, como nunca vi o dito senhor, e como raro se ter uma oportunidade destas, de presenciar a inauguração da nossa escola pelo Primeiro Ministro, a minha pessoa vai tentar despachar os trabalhos todos a tempo de trajar e se arrastar até à escola, para presentear tal feito. 
Porquê trajada? Porque o traje é o simboliza o estudante universitário/ensino superior, e porque o director pediu a máxima dignidade e respeito pelo próximo, e que estejamos devidamente trajados, incluindo os caloiros adeptos de praxe, que estejam vestindo a sua camisola do caloiro.
E, vá, sejamos sinceros, é uma maneira de eu levar o traje à rua para lhe tirar o cheiro a mofo, que desde o ano passada que não o visto. Já nem me lembro da última vez que o vesti! Acho que até foi em Maio, para ir buscar a minha irmã ao aeroporto.

E pronto, esperemos por amanhã.

Mais pormenores a serem lidos aqui http://www.ipcb.pt/index.php/component/content/article?id=1341