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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Leituras de 2014

Comecei a ler o livro ainda em 2013, mas foi em 2014 que cheguei ao seu fim.

Confesso que li este livro sob alguma influência, por seguir o autor e amigos do mesmo no twitter. 

Adquiri-lo Online
Wook
FNAC
Chiado Editora
Bertrand

Mas a razão que me levou a querer comprá-lo e lê-lo não foi só essa. Foi também pela história em si. 
Um romance sobre cancro são livros que, de alguma forma, despertam o meu interesse. São sempre histórias tão genuínas, tão sentidas, tão reais...
E todo o mediatismo que estava a surgir sobre ele reforçou ainda mais a minha curiosidade. Eram idas À TV, com entrevistas que me deixavam ainda mais curiosa.
E foi uma boa aquisição.
Relatos histórias profundas. Dá-nos a conhecer um autor vulnerável. E quem é a pessoa, o jovem de 21 anos, capaz de escrever um livro a relatar assuntos tão delicados, e de uma forma tão transparente? Sem receio das criticas, sem receio de se expor. De expor os seus sentimentos, de alguma forma, a sua vida, de mostrar toda a sua vulnerabilidade.
Ele não esconde nada daquilo que a palavra "cancro" faz viver. Todos os tratamentos, todos os sofrimentos, todas as dúvidas e ânsias, todas as incertezas com que um cancro deixa uma vida. Várias vidas, aliás, porque todas as pessoas que rodeiam a pessoa de quem o cancro resolveu se apoderar, passa também a ter vidas instáveis. Vidas em que sabem que, neste minuto, a pessoa está com elas mas que, num piscar olhos, essa realidade pode-se tornar passado.
Há um capitulo em particular que me tocou. O capítulo em que ele fala do seu amigo que também passa por algo do género, e a maneira como a vida desse seu amigo e a vida de a sua tia se cruzam. De uma forma ou de outra, e indirectamente, acabaram de estar lá um para o outro.
A forma frontal com que este livro encara a doença e todas as outras coisas em redor dela, faz-nos também pensar em nós, na nossa vida, nas coisas e pessoas que nos rodeiam. Faz-nos também ver as coisas de outra forma, ou pôr isso em casa. Porque, em momentos de "desespero", em que já não se tem nada a perder, todas as tentativas são válidas.
Apesar de não ser uma história propriamente embelezada, é uma história bela, que transmite amor e esperança. Confiança. E pode-se tornar um bom livro de reflexão, tendo em conta as coisas em que ele nos pode fazer pensar, ponderar. Reflecti muito enquanto lia cada página e acho que, toda a gente que o ler, fará o mesmo.

Será que no fim continuaram a ver a vida da mesma forma? A acreditar cegamente nas mesmas coisas? A experimentar novas filosofias de vida?


Ele foi ao Você na TV. Fiquem a conhecer a entrevista: 



E muito mais!

Podem "ver" o autor e livro no mundo da internet em:

Facebook: https://www.facebook.com/TiaGuida?fref=ts
Twitter: https://twitter.com/AndreF7 (hashtag #TiaGuida)


Boas Leituras!
M.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Leituras de 2013 #16

Comprar AQUI
Sinopse

Todos conhecem a história profundamente dramática da jovem Anne Frank. Publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, o Diário veio revelar ao mundo o que fora, durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária auto-reclusão, para tentar escapar à sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos «campos de trabalho». Tentativa sem final feliz. Em Agosto de 1944, todos aqueles que estavam escondidos no pequeno anexo secreto onde a jovem habitava foram presos. Após uma breve passagem por Westerbork e Auschwitz, Anne Frank acaba então por ir parar a Bergen-Belsen, onde vem a morrer em Março de 1945, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. Traduzido em 67 línguas, este documento excepcional, de que a Livros do Brasil se orgulha de lançar agora a edição definitiva, vendeu já mais de 31 milhões de exemplares e é, seguramente, um dos livros mais lidos, discutidos e amados de toda a história do mundo. Importa enfim acrescentar que esta edição definitiva contém toda uma série de passos que haviam sido omitidos por decisão do pai, que não tinha querido que alguns comentários de Anne Frank relativos à mãe fossem divulgados. O resultado final é um retrato extraordinário de uma adolescente em busca da sua identidade, durante um dos mais trágicos períodos jamais vividos pela humanidade.


Opinião 

Sempre tive uma certa curiosidade pro este livro e, finalmente, pude matá-la.
Não é um livro com nada de especial, mas gostei muito de o ler. Dá-nos a conhecer uma outra realidade da vida.
É giro ver como esta rapariga, de 13 anos, vai crescendo, evoluindo, vai mudando a sua maneira de pensar e os seus ponto de vistas das coisas.
Gostei de conhecer este lado de sacrifício, de ver o que eles passaram numa tentativa de sobreviverem. Terem que lidar com pessoas que não gostavam, terem aprendido a gostar de outras, ver os hábitos que tiveram de modificar para conseguirem sobreviver, os sacrifícios que tiveram que fazer para não passarem fome.
Mesmo ali presos, com o mundo a desabar à sua volta, eles não desistiram. Anne e a irmã, mesmo ali fechadas e com a ajuda do pia, continuaram a estudar, na esperança de, quando dali saíssem, pudessem continuar a estudar. Com a ajuda das pessoas que tinham cá fora, que lhes arranjavam comida e alguns bens essenciais, eles também iam tendo livros da biblioteca para lerem e estudar.
É bom saber como é viver assim enclausurado, com pessoas que não gostam, a falta que começam a sentir das suas coisas, da sua liberdade, da natureza. Os planos que fazem para quando lá saírem, a maneira como tentam passar o tempo.
Os sustos que apanham, os cuidados que têm para não serem apanhados, aquelas regras rígidas para conseguirem continuar ali fechados, sem que ninguém dê por nada.
Tudo muito bem pensado, tudo muito bem planeado.
Só tenho pena de não ter aprendido suficientemente bem história para poder acompanhar e perceber melhor este diário. Dei por mim, muitas vezes, perdida no meio dos seus relatos políticos, por não saber praticamente nada sobre a guerra. Os países que participavam, porquê, quem defendiam... 
E, por essa razão aconselho, a quem o quiser ler, a estudar primeiro a 2ª guerra e Hitler.

É um bom livro para ser lido, e que toda a gente deveria ler. Perceberem que a vida de reis que hoje levam pode não ser eterna. Que, de um momento para o outro, podem ter que largar tudo e fugirem. Esconderem-se. Sacrificarem as vossas coisas. Terem que comer coisas que não gostam e impensáveis só para conseguirem sobreviver. Terem que ignorar o vosso ódio e rancor para conseguirem viver, fechados, com mais pessoas, pessoas de quem não gostam.

É bom livro para nos fazer pensar na vida, e para nos fazer ver as coisas de outra forma. Nos fazer crescer, e reaprender a viver, dando valor a coisas que, para nós, são banais, e que não sabemos dar valor.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Chega o mês de Dezembro


Chega o mês de Dezembro e chegam as noites de frias, acompanhadas por um bom (ou não) serão a trabalhar.

A primeira noitada foi ontem. Mas foi uma noitada quentinha, de aquecedor no meio e pés quentinhos nas nossas pantufas novas. Não somos gémeas, mas os nossos pés são. E os pés da Inês têm orgasmos de prazer dentro das pantufas (vocês não iriam perceber, mas nós percebemos, e fartamo-nos de rir).




E como estávamos a trabalhar todas juntas, claro está que tinha que vir disparate pelo meio. Acham que tomamos café para acordar? Nahhh... O café é para os frasquinhos. Nós despertámos com vodka preta 




E trabalhámos que nos fartámos! Adiantámos imenso e fomos as primeiras a concluir e entregar o trabalho. Quem é que são as maiores?? :D

Com amigas assim, não há espaço para andarmos em baixo.


P.s.: para combater o frio, nada melhor que gorros 

Primark


E um mochinho para alegrar estes tristes dias de frio.


Bijou Brigitte

M.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sorte ao amor


Nunca fui uma pessoa que teve muita sorte no amor. As coisas sempre correram mal, de uma forma ou de outra. Cheguei a ter medo de voltar a tentar, mas, no fundo, sempre tive esperança de encontrar a pessoa certa.
Na adolescência, quando estas coisas acontecem, ficamos triste e dizemos que nunca mais vamos encontrar mais ninguém e blá blá blá, mas depois acaba sempre por surgir alguém. Somos novos, temos uma vida inteira para viver, com tanto para crescer. Ainda andamos de cabeça na lua, não temos os pés bem assentes na terra.
Porém, com 20 anos, as coisas mudam de figura. Nesta fase, por norma, e pelo menos comigo é assim, já não se procura propriamente um amor, um namorado, mas um estabilidade.

Procuramos concluir cursos, arranjar empregos, de preferência fixos e procurámos também que a pessoa que nós amámos, nos ame também, e assim termos uma relação sólida e estável.
A solidão é algo que me mete muito medo, sempre meteu. Toda a gente me diz "ainda és tão nova... vais encontrar alguém", mas depois há aqueles que dizem "com 20 anos e ainda não tens namorado? Não pode ser... estás a ficar velha". As primeiras pessoas acho que o dizem para que nós não desanimemos, as segundas porque são sinceras. 
Por mais que digam acho que, quanto mais velhos estamos, mais complicado é para arranjar alguém. Especialmente se forem como eu, pessoas caseiras e rotineiras. 

Julguei que tinha encontrado o amor. Era feliz, tão feliz... Estupidamente feliz! Já nem me recordava do que era andar assim.
A vida corria-me tão bem... Não só por isto, mas por tudo!
Mas amar alguém e sentirmo-nos amados é tão bom... É das melhores sensações que há!


Agora, este sentimento está em stand-by. Não sei se volta, não sei se fiquei sem ele...
E esta incerteza deixa-me cheia de medo do futuro. Porque o futuro com ele era agradável, era belo. Era acolhedor, afável. Era um futuro alegre e feliz.
Queria recuperar o passado. Trazer o passado para o presente. E queria voltar a ver o meu presente como o meu futuro, e sentir-me incrivelmente feliz!! Mas as minhas mãos estão presas, a minha mente está vazia. Não sei como recuperar algo que adorava. Algo que me fazia feliz. E, o melhor de tudo, era ver a felicidade reflectida também no seu olhar.
O objectivo do amor é fazer a outra pessoa feliz, e sermos felizes com ela. Queria voltar a conseguir isso. Porque, por muito que seja um desejo egoísta, é um desejo egoísta que fazia bem aos dois. Agora, continuar assim, sem saber o que fazer, o que pensar, está a dar cabo de mim, da minha cabeça. Viver na incerteza não é nada agradável, e já não sei mais que fazer para obter respostas!



Foi um desabafo rápido, porque não há palavras para descreverem sentimentos. Muito menos estes sentimentos tão bons e agradáveis...

M.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Resolvi tratar de mim

Desde que vim para Castelo Branco que comecei a ter mais cuidados com algumas coisas. Talvez seja a idade, talvez seja o crescimento, não sei. O que é certo é que comecei a acrescentar coisas há minha rotina que antes não faziam parte, e nem me passava pela cabeça começar a ligar a isso.

O que é certo é que, desde que vim para cá já comprei cremes para  rosto, para as mãos, comecei a usar mais vezes o creme hidratante para o corpo, e até iluminador para os olhos comprei! Também comecei a viciar-me em batons de cieiro (mas isso já veio para cá comigo, cá só fiquei pior) e ainda comecei a dar algum valor à maquilhagem e vernizes (apesar de raramente usar, e de continuar a preferir o meu aspecto ao natural. Mas isso também acontece porque sou muito preguiçosa, especialmente na hora de acordar).

Pois bem, hoje foi mais um dia em que fui às compras e pensei: porque não partilhar estas coisas no blogue?

E eis-me aqui, a concretizar tal pensamento.

Comecemos pelo iluminador de olhos, da Solutions. Também faz de massajador, ou seja, vibra:

Solutions Truly Radiant Sistema Iluminador Para Olhos Vibes

De seguida, os cremes que uso quando vou a casa, também da marca Solutions. É uma marca que adoro! Sinto-me bem, cheira super bem e dura imenso tempo. Eu uso o creme de dia, o de noite, a argila e a espuma de limpeza, para peles mistas.



Cá em Castelo Branco, hoje comprei da marca My label. Mais barato e quase de certeza que fazem o mesmo efeito. Comprei o leite de limpeza, o tónico e os discos esfoliantes. Como ainda só usei hoje, pela primeira vez, ainda não posso dar uma opinião, mas os cremes são macios, sabe bem senti-los na pele, e têm um cheirinho suave e agradável.




E como aqui também faz muito frio, e eu tenho má circulação, ou seja, tendência a ganhar frieiras nas mãos, e já que tenho unhas que parecem papel, resolvi juntar um dois em um. Até agora tenho andado com as mãos super macias, o creme cheira maravilhosamente bem e as minhas horas já parecem estar melhores. O creme é o novo da Vasenol, para mãos e unhas.




Para finalizar, fui à Wells aproveitar a promoção Leve 3, pague 2. Assim trouxe para mim e ainda trouxe um prendinha para a mana. Limitei-me pelas sombras dos olhos já que não tenho muita variedade, e cá nem sequer as tenho. Optei por caixas pequenas, praticas, para facilitar o seu transporte nas viagens, com vários tons.

Wells conjunto de maquilhagem 360º

IDCcolor - EyeShadow 20 colors



M.

domingo, 10 de novembro de 2013

Pretty Little Liars

Gostavam de ter os 4 primeiros livros da série PLL? E por somente 25€?
Eu sei, é um preço único e de aproveitar, e podem fazer a vossa comprar online (compras online estão na moda, que se há-de fazer?) aqui: http://anotherlovelyshop.tictail.com/product/livros-pretty-little-liars
Livros Pretty Little Liars
Têm lá mais livritos à venda, dêem uma vista de olhos.

Já agora, para quem não conhece a série, a série é realmente muito boa! Ainda está em exibição no canal ABC family.
Para mais informações sobre a série, visitem o seu blogue português onde podem encontrar TUDO sobre a série http://prettylittleliarsportugal.blogspot.pt/

Boas leituras! :)

M.

Leituras 2013 #15

Comprar ->aqui <-
Li este livro porque o tinha, e por fazer parte da trilogia que tinha iniciado e, sinceramente, foi um livro que li por ler, pois não me cativou.

O escritor manteve a sua escrita monótona, sem entusiasmo, sem nos conseguir transmitir o que as personagens sentem, sem nos conseguir "viver" realmente a história!

Falta vida!

A história é realmente boa, e está realmente bem pensada, mas deveria ter sido mais aprofundada e melhor escrita, com uma escrita que nos fizesse viver aquilo que as personagens estão a viver, transportar-nos para a história, fazer sentir aquilo que eles estão a sentir.

Irei terminar a trilogia, mas sem grande motivação.

domingo, 3 de novembro de 2013

Swag

Isto vem a propósito de um vídeo que vi (e que não consigo incorporar aqui) e de um post que vi num blogue (http://oarrumadinho.sapo.pt/299110.html) e do qual passo a citar algumas partes:

"(...)o swag, ou o ter swag, é ser-se alternativo sem ter preocupações relativamente ao que os outros pensam. É usar as roupas que acham mais fixes, os acessórios mais estranhos, ouvir a música que eles consideram ser a melhor, num estilo personalizado mas afirmativo. Quem tem swag, supostamente, não vai em ondas e em modas, é individual e até excêntrico e está-se nas tintas para os que comentam o seu estilo.
(...)
Tenho alguma pena que esta onda do swag, que se assume como diferenciadora, tenha uma componente unicamente plástica e totalmente vazia de conteúdo. Gostava que houvesse gente mais nova que se quisesse afirmar e diferenciar pelas coisas que lê, que ouve, que vê, que aprende, e não apenas pelo tamanho dos phones que tem, pela irreverência das calças ou pela atitude supostamente cool mas completamente oca. (...)"

Sinceramente, nunca percebi vem o que é isto do swag porque já vi/li/ouvi várias coisas diferentes, e a única coisa que fico a pensar é "eu não posso fazer parte desta geração..."
Sinceramente, e depois do vídeo que vi, ainda fiquei a lamentar mais este suposto novo estilo. 

Acho que as pessoas começaram a olhar muito mais para a imagem, e não para o interior. Que começaram a valorizar muito mais o que os outros têm ou usam, e "não vou falar com aquele, porque aquele não tem swag". Mas que parvoíce! 
Numa coisa o Arrumadinho tem razão, esta é uma geração oca. Muito oca mesmo! Oca em falta de personalidade, especialmente. 


Ter swag, supostamente, é ser-se diferente e não ligar ao que os outros pensam. Mas agora tornaram-se uma fabricação em serie, que critica quem não faz parte dessa serie.
Ou seja, esse conceito de "swag" foi completamente destruído!

Aliás, eu quando olho para essas pessoas que, supostamente, têm swag, vejo mais alguém numa tentativa fracassada de tentarem serem gunas, especialmente os rapazes. As raparigas, por sua vês, e como uma certa pessoa que eu conheço diz, vestem-se à puta. Porque ter uns calções que mais parecem boxers de ganga é ter muito swag! Nesse caso, eu agradeço o facto de não ter swag nenhuma e de preservar o meu rabo escondido por roupa. 


Sinceramente, sinto-me completamente deslocada desta geração. E olho para estes novos adolescentes e só me apetece pôr as mãos na cabeça em forma de desespero. Mas como raio eles ficaram assim? Quem trouxe esta moda tão sem personalidade? Mas será que eles, nessa tentativa desesperada de quererem criar uma imagem própria e de quererem fazer parte daquele grupo "fixe" acabaram todos criados em forma de industria em serie? 

Eu não sei, mas acho que eles estão a precisar de uma lavagem cerebral, e das grandes!!

M.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Os contos de fadas não têm finais felizes


Andava eu no feed de notícias do facebook, quando me deparei com um artigo que me deixou chocada!

Então não é que as histórias de contas de fadas, que nós tão bem conhecemos, não são bem assim? Quais finais felizes, quais quê... As versões originais são sem finais felizes, mas sim com pedofilia, violações e coisas que tal.
A Bela Adormecida não acordou com o beijo do príncipe. Foi violada por ele. Na Branca de Neve a maçã não saltou com um beijo de um príncipe encantado, não. Na realidade, o príncipe cansou-se de andar com o caixão dela atrás dele (ele também a violava), e num momento de raiva começou a bater-lhe. Um dos socos foi deferido na barriga que fez com que o bocado de maça salta-se e ela acorda-se. E a Madrasta não queria só o seu coração, mas todo um conjunto de órgãos. As irmãs da Cinderela, para conseguirem calçar os sapatos, cortaram os dedos. Numa outra versão, o pai dela, viúvo, disse que só voltaria a casar com uma mulher que fosse tão bela como a sua antiga esposa. E quem é que preenchia os requisitos? A sua própria filha, a Branca de Neve. Então ele queria obrigá-la a casar-se com ele, mas ela fugiu, e foi assim que chegou a casa das terríveis irmãs. O flautista de Hamelin afoga as crianças o rio e, em versões mais antigas, há pedofilia em massa dentro de uma gruta escura. A coitada da pequena Sereia, após beber aquela poção para ficar com o seu príncipe, ele abandona-a. E para piorar as coisas, a poção tem efeitos secundários que a deixam com constantes dores nos pés.

Querem aprofundar mais sobre a Histórias e saber mais sobre outras, como o Capuchinho Vermelho, por exemplo? Então visitem este site http://mobground.net/arquivo-nsn-os-verdadeiros-contos-de-fada/

Os contos de fadas não existem. Nós é que gostamos de finais felizes e temos esperança neles, então criamos estas histórias para que o nosso cérebro acredite ainda mais que tal pode ser possível.
E os finais felizes da infância acabaram...

M.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Corar facilmente não é bom


Sou uma pessoa que cora muito facilmente. E quando digo muito, é mesmo muito! Não sei porquê, mas sou assim. Coisa que em irrita muitas vezes. Até porque muitas vezes coro sem saber bem o porquê o que é ainda mais estúpido...
Mas umas certas e determinadas pessoas descobriram tal coisa em mim, então agora divertem-se a tentarem fazer-me corar o que, digo-vos já, não é propriamente agradável e, às vezes, até se torna constrangedor, estar ali com elas coladas em mim.
Mas que se há-de fazer? Tenho amigas parvas que não têm mais nada para fazer nesta vida que massacrar-me...


Mas que seria de mim sem elas? Andei mais de meio ano para as conhecer, mas foi das melhores coisa que aconteceu aqui em CB. Gosto bastante delas, da companhia delas, das brincadeiras, conversas, palhaçadas, e estar aqui sem elas não é a mesma coisa... A coisa mais simples pode-se tornar a coisa mais parva, que acaba em risos e gargalhadas. 

Conviver com pessoas assim, que nos compreendem, nos aceitam como somos, nos aturam todas as coisas e mais algumas, que estão ali do nosso lado, nos bons e maus momentos, que nos acompanham em risos e lágrimas, é extremamente bom!
Quem consegue viver sem amigos assim? Conseguir, consegue-se, mas será que se é feliz assim? Eu não seria sem elas, e se agora não me importo tanto de estar cá, e se estar cá até se torna divertido e agradável, é graças a elas!


 

M.

Oh Sweet Lorraine

Keep Calm and...

Pensa Positivo!

É deste livro que preciso com urgência! (descobertas da Inês)


Adquirir AQUI


M.

Os arraiais na minha universidade são assim

Adeus, pseudónimo!

Confesso que me comecei a cansar um bocado do nome *Sheila, e que já estava a ficar cansada das associações que as pessoas fazem a este nome. Por isso, resolvi começar a assinar com a primeira inicial do meu nome. M.



Eu e os livros


Como acho que já cheguei a dizer aqui, aqui há uns tempos comprei um livro da Nora Roberts que, quando cheguei a casa é que percebi que era o 2º volume de uma trilogia. Como tal, tratei de comprar o 1º da trilogia, e hoje tratei de ir comprar o 3º, que na altura ainda não tinha saído. a Trilogia chama-se "Signo dos Sete" e deixo-vos já a lista das 3 livros, com link para o caso de o quererem comprar online.
Ainda não os li, por isso não posso dar uma opinião, mas, por norma, os livros da Nora não desiludem ;)


1º volume - Irmãos de Sangue
http://www.wook.pt/ficha/irmaos-de-sangue/a/id/14349895/?a_aid=526afaca39d15



2º volume - Ritual de Amor
http://www.wook.pt/ficha/ritual-de-amor/a/id/14742979/?a_aid=526afaca39d15


3º volume - Pedra Pagã
http://www.wook.pt/ficha/pedra-paga/a/id/15099622/?a_aid=526afaca39d15




Boas leituras,
M.

domingo, 20 de outubro de 2013

O que vocês fariam se ganhassem o EuroMilhões?


Esta foi uma das perguntas que a professora nos fez na aula de Marketing e Publicidade, e resolvi vir aqui responder a ela.

Pois sem, estamos a falar do primeiro prémio, né? Então posso sonhar alto... 

Começava por oferecer 1 milhão à minha irmã, com a condição de ela voltar para Portugal, claro está.
Comprava um carro (baratinho... nada muito caro. Não tenciono exibir-me) e um terreno. Um terreno que futuramente seria para construir a casa que eu tanto idealizo nesta minha cabeça repleta de sonhos.
Depois... ora bem, já que estou a estudar numa cidade distante, talvez saísse da residência e fosse para uma casa, sozinha, e com aquecimento!
Depois ia-me perder nas compras. Comprar uns extras para o meu PC e mais umas coisitas electrónicas, como um plasma para o quarto, por exemplo, e um telemóvel que não me dê cabo do juízo. E a seguir? Perder-me numa livraria e no Wook. Os livros são a minha perdição, e claro que tinha que estourar montes de dinheiro neles. Até porque tenho uma lista razoavelmente grande de livros que quero comprar (não tenho é tempo para os ler, mas pronto). Também aproveitava para comprar várias caixas para os óculos (dou cabo delas depressa, e assim sempre ia mudando de vez em quando). Também comprava caixinhas e caderninhos, barcos em miniatura, globos de neve e sabe-se lá mais o quê!
Não gosto nada de me enfiar nas compras a ver roupa e calçado, mas podia ponderar essa hipótese. Também ia de férias, passear! (com alguém arrastado atrás, claro está!)
No meio disto tudo, acabada a licenciatura, talvez pensasse em mestrado e, quem sabe, em abrir uma empresa. (também podia fazer com o Relvas, e comprar a licenciatura...)
Obrigava a minha mãe a redecorar aquela casa anos 90! Ela precisa de cor, de luz! Que casa mais escura... E dar cabo da cabeça ao meu pai para pôr aquecimento nela. Que se lixe o ter que rebentar com a lareira! Eu quero é estar quentinha!
Pôr algum de parte para, mais tarde, realizar o sonho da minha mãe de ter uma piscina coberta também não era mal pensado. E construir um pequeno edifício para o cão e para o gato. Ou fazia tudo isto na minha casa. Casos a pensar...


Não faço ideia de quanto teria gasto nisto tudo, mas como não sou de coisas extravagantes, talvez ainda não tivesse estourado com ele todo e, o que sobrasse, seria para pôr numa continha, bem guardadinho, a render, que eu cá gosto de ser poupada, e nunca se sabe o dia de amanhã.


E, lendo bem esta lista, acho que até nem sonho assim muito alto. São coisas tão básicas... Mas que me fariam sentir feliz e realizada. Para quê um avião ou um ferrari? Para estarem na garagem? Não, obrigada. Viajar pelo mundo todo? Só se até lá aprendesse a falar inglês fluentemente, o que seria um milagre. Comprar uma mansão? Demasiada coisa para limpar e não me apetece perder-me nela.


Acho que para se sentir feliz, realizado, não precisamos de coisas caras, mas de coisas que nos satisfaçam, e eu sinto-me feliz com as coisas mais simples! E gosto de ser assim...

Leituras de 2013 #14

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Li este livro por mera curiosidade. Era quem mais falava nele, e estava sempre a aparecer na TV e não sei quê, e isso despertou a minha curiosidade.

Pois bem, um dia fui a casa da minha prima e lá estava ele, em cima do balcão, à espera que alguém tivesse a amabilidade de o ler. Ela emprestou-mo e eu fui toda contente, para casa, com o livro debaixo do braço.

Pois que li com essa mesma curiosidade, e li-o rapidinho. O que irá acontecer a seguir?
Pois bem, apesar do relato surpreendente, de haver coisas em que eu fiquei "WTF?! Mas como raio ele descobriu aquilo?" continuo com o mesmo pensamentos que tinha. Vejo este livro como uma mera história, surpreendente, que fala-nos de um céu.
E o que mais me cativou no livro foi tudo pelo que ele passou por causa do apêndice, e não a "revelação" do céu em si.

Não consigo pensar neste livro como uma história realmente. Somente, como mais um livro com uma história.

Leituras de 2013 #13


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No âmbito de uma disciplina, tive que escolher um livro, de um autor que tivesse ganho um prémio Nobel, para realizar um trabalho sobre o mesmo.

Depois de muito procurar escolhi "As Travessuras da Menina Má", de Mário Vargas Llosa.



Achei que este livro seria uma seca, mas revelou-se precisamente o contrário. Adorei o livro, adorei tudo aquilo que ele nos transmite, adorei ficar a conhecer toda aquela vida, aquelas culturas, aqueles países que lá são descritos.
Um livro que nos faz conhecer a história de outros países, em outras épocas, nomeadamente a história do Perú. 
Faz-nos conhecer uma história de amor que, por tantas voltas que a vida deu, o sentimento por lá sempre permaneceu, por vezes escondido, durante anos...

Uma menina muito má para o seu Ricardinho, mas que, no fundo e apesar de ter atitudes que só demonstrassem o contrário, no fim, acho que demonstra que retribuía esse mesmo sentimento.
Gostei da escrita, gostei da história e, confesso que fiquei com vontade de ler mais livros do autor.

Se querem conhecer o Perú no anos 50, França nos anos 60, Inglaterra, Espanha, etc, e ainda viverem uma história bastante atribulada, com guerra, encontros e desencontros, dificuldades de emigrar, perda, morte, dor, dúvida, afecto, entrega, dedicação, esperança, e muitos mais sentimentos que nele nos são transmitidos, este livro é uma óptima escolha!

Leituras de 2013 #12

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Este foi o primeiro romance histórico que li, e adorei!
Aprendi imenso! A frieza que se vivia naquele tempo é completamente assustadora, e houve coisas neste livro que me mexeram imenso com os nervos, nomeadamente a parte em que havia homens que abusavam do seu poder, e abusavam e humilham as mulheres. Até pela própria rainha houve quem não tivesse respeito.
Mas ela, digna de seu titulo, demonstrou ser uma grande mulher, de poder, esperteza, coisa que muitos duvidavam. E, sendo ela mulher, as tentativas de lhe roubarem o reino foram muitas.
Achei que a história foi muito pensada, organizada, construída, conseguindo prender a nossa atenção, interesse, e não nos maçando com factos históricos.

Um óptimo romance! :)

Leituras de 2013 #11

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"Gente Vazia" é somente um livro que entretém, não é daqueles que nos deixa com a ânsia de saber mais, preso às páginas.

Nesse aspecto, fiquei um bocado desiludida com o livro, mas por outro lado gostei da ideia da história. De haver uma sociedade onde os sonhos são proibidos, e onde as pessoas vivem submissas a um poder, sem poderem questioná-lo, ou fazer-lhe frente.

Também gostei da descrição da cidade em ruínas. Com aqueles espaços que devem ser magníficos, onde a natureza acabou por reinar.

Uma coisa que o autor devia mudar, era a sua maneira de escrever. É um bocado "frio". Não sabe descrever os sentimentos. Não nos faz realmente sentir o que as personagens sentem o que, se ele o tivesse conseguido fazer, acho que teria melhorado o livro.
A edição também devia ser melhorada. Parece que a editora não teve cuidado nenhum a escrevê-lo, visto que tem tantos erros...

Apesar de não em ter deixado muito curiosa sobre o que vai acontecer a seguir, o segundo livro já está pronto para ser lido.