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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A Culpa é das Estrelas - filme

Apesar de ser mais um filme com uma história igual a tantas outras ou, pelo menos, parecida, adorei-o!

Eu tentei, tentei controlar as lágrimas, mas não consegui.

Não achei que houvesse assim muitas diferenças com o livro, o que é óptimo! Tinha medo que o fizessem, coisa que acontece frequentemente.

O actor que no livro é referido, no filme, não é barrigudo. 
E o fim não é tão chocante como no livro.
No livro é descrito todo o sofrimento que ele passa. O aspecto horrível que o cancro faz com que as pessoas fiquem. Mas, no livro, eles não fazem isso. Mostram só as partes mais significativas do seu sofrimento. Não o colocam no estado de impotência que no livro aparece.

Como tinha lido na net que tinham roubado o banco em Amesterdão onde eles tinham dado o beijo, fiquei com receio que tivessem mudado o local do primeiro beijo deles, mas, graças a Deus, não fizeram tal estupidez, e ainda bem. Teriam estragado tudo!

E fiquei fascinada com a forma como agora se consegue fazer com que uma perna falsa pareça tão real, e como conseguem mostrar uma perna amputada com uma aparência tão real.

A única coisa que tenho a criticar é que acho que o Gus devia de mancar mais, mas estão perdoados! 

Outra coisa que falta nesta história, quer seja no livro, quer no filme, é a falta de um "final" para a Grace. 
Mereciamos uma continuação!




Leituras 2014 #12

A Culpa é das Estrelas



Adorei o livro! 

Custou a arrancar, mas passado as primeiras páginas, tornou-se um vício! Só queria saber mais, mais e mais.
A história é linda, apesar de me ter revoltado com aquele final. Especialmente porque acho este final incompleto.
Foi o segundo livro, até hoje, que me fez verter lágrimas. É tocante, emocionante.
A escrita é muito simples, enriquecida com palavras complexas.
Tem imensas frases, expressões, tão bem pensadas e que nos fazem reflectir tanto...

Sem dúvida, adorei!

Leituras de 2014 #11

Ainda Sonho Contigo




Uma coisa que gostei no livro: os capítulos curtos.

Ao início, este livro não me estava a agradar. A história não me cativava, não me prendia. Era aquele ler por ler. Mas, mesmo assim, queria perceber a história, o que se passava.
Mas, mais ou menos a meio, as coisas mudaram.
Comecei a gostar do livro, a me envolver na história. Começou a cativar.
Apesar de ter pensado em desistir, ainda bem que não o fiz. Porque acabei de gostar do livro.

Uma leitura leve, indicada mais para mulheres mais velhas.

domingo, 24 de agosto de 2014

Adeus. Vou ter saudades tuas.

Após 3 anos cá em casa, um dia saiu e nunca mais voltou...
E já lá vão 3 semanas.

Nunca foi um gato de afectos, nunca gostou de apertos. Abanava a cauda quando o chamava, o seu jeito de dizer "estou a ouvir-te, mas não me vou levantar daqui". Miava incansável quando tinha fome, roçava nas nossas pernas, super querido,  o seu lado interceiro. Consolava-se quando eu lhe coçava atrás das orelhas, enchiava-me de pêlo e, quando lhe dava os 5 min, deixava-me cheia de marcas de me arranhar e ferrar.
Era independente, dono de si. Ia e vinha, brincava feito parvo.
Tinha uma cor linda! E mesmo sendo considerado um gato mau, eu adorava-o!
Mas hoje... hoje és uma mera recordação.

Foi uma passagem tão curta...

Gostava tanto que voltasses...

M.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Eu sei que voltei a andar desaparecida, mas com a minha irmã cá, e agora o pai de férias, raramente paro em casa. E no pouco tempo que paro, tenho sempre algo para fazer. E à noite estou tão cansada que só quero enfiar-me na cama e não tenho paciência para escrever.

Contudo, venho hoje informar-vos que tenho um novo habitante cá em casa.
É uma cadela, filha de uma mãe que é um cadela de caça e de pai lavrador. Tem 2 meses e chama-se Daisy.



Dia 10 de Agosto, foi também o baptizado da minha sobrinha.
Sou oficialmente madrinha de uma menina muito linda!! 

Também cheguei a ir ao médico, por causa das minhas dores nas costas. Mandou-me fazer natação, caminhar, caminhar na areia e emagrecer. Ganhar músculo na coluna e diminuir o peso sobre elas. 
Também me mandou fazer análises e ecografias. 

Com isto, comecei a fazer os exercícios que um fisioterapeuta me tinha recomendado para as costas. E mais alguns extras. Tenho andado espalmada... :/
E até dia 19, foi sempre a engordar. Festas, festas e mais festas! Bolos, bolos e mais bolos! (até aprendi a fazer folhados, e croissants). Mas agora as coisas acalmaram. Vamos lá a ver se começo a emagrecer... Visto que tenho feito o que o médico me tem mandado. Tenho caminhado, feito exercícios,... Vamos ver!


Tentarei voltar a ser mais assídua. Quanto mais não for, em Setembro. Porque agora vem o fim-de-semana, terça andarei a passear o dia todo, como já é tradição e quinta vou fazer os exames. Vamos ver.

Até breve!
M.

sábado, 2 de agosto de 2014

Só passei cá para dizer que...

Sinto-me como se tivesse encontrado um príncipe, após uma vida cheia de sapos. Muitos deles cabrões.

M.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

E com apenas um abraço me desmonta




Estava para aqui a ouvir música e, de repente, a frase do título chamou-me a atenção. Fiz replay e a letra fez tanto sentido que tive que partilhar.
Eu sou explosiva, irrequieta, com a raiva falo muito sem pensar, da boca para fora, e ele é o completo oposto de mim. E o melhor, é que esse seu lado acalma o meu, e é incrível! Como se fosse aquele lado que me faltava. Foleiro, eu sei!
E o abraço dele? Oh god... faz-me sentir um conforto e uma segurança incríveis!

Nunca esperei encontrar isto numa música do Anselmo.

(Excertos com alterações do género)

...
E na raiva eu te digo coisas que até magoam
Sim, eu digo tantas coisas feias
...
Mas depois eu me arrependo
Sim, não liga não
O que na raiva eu te digo
Pois é ela a falar por mim
Não liga não
Pois na verdade o que eu sinto é que tu
Tu pra mim és a único que me completa
Ficar sem ti um segundo me inquieta
Tu pra mim és a único que me satisfaz
E com apenas um abraço me desmonta
...
Mas acredita que és o único que me faz sentir assim
Não existe um, um outro que me faz igual a ti
Mas eu finjo que se eu te perder, finjo que eu vou ficar bem
...


P.s. Eu e ele nunca discutimos (e esperemos que assim continue), mas eu já sei o quea cada gasta...


M.

Ele sobrevive. O meu coração é que não.

Ontem, como queria ir para a piscina, pois era a última vez que podia ir com aquelas duas pessoas, e como a minha boleia habitual não me podia levar, resolvi arriscar e meter-me na cidade com o carro. Assim, mesmo lá para o meio da avenida.
E adivinhem, o diabo resolveu meter a mãozinha, e tive um acidente. Não faço ideia onde o raio do carro estava, só sei que quando o vi ele já estava à minha frente. Não consegui travar e o choque aconteceu.
Nada de mais, canto com canto, mas o meu coração desfez-se ali. O meu pai não sabia que que eu ia à cidade, e ele ia-se passar quando soubesse.
Foi para o meu padrinho que liguei, foi ele que foi lá ajudar-me. Eu tremia tanto... eu só queria um buraco!

Depois de tudo resolvido, o empregado do meu padrinho foi quem levou o carro para casa da minha tia, a dona da piscina. É que eu estava tão nervosa que o meu padrinho nem quis que eu levasse o carro. E o rapaz foi impecável! Foi o caminho todo a falar comigo, a tentar acalmar-me. Bastante simpático. Muito mais simpático que o antigo empregado que ele tinha. Este sim, está aprovado padrinho!

Com tudo isto, a ma"inha acabou por não poder estar connosco na piscina.  Acabei eu e ele, lá sozinhos, e ainda bem. Da maneira como eu estava só queria era sossego...
Soube bem estar sozinha com ele. Falarmos... desabafar e distrair-me. Mas quando começou a aproximar a hora de voltar a pegar no carro, de ter que ir embora e enfrentar o meu pai... que voltas que me deu na barriga!
Mas, naquele momento, o abraço dele foi a coisa mais maravilhosa que eu podia ter tido! Aqueles abraços confortáveis, apertados, que nos transmite conforto, segurança, paz. Oh, como eu quero mais abraços daqueles...
E fiquei orgulhosa dele, quando ele resolveu enfrentar a vergonha e ir comigo despedir-se dos meus tios.
Pelos vistos, acharam-se mutuamente simpáticos, e a minha tia diz que ele parece ser muito boa pessoa, para aproveitar que já não há amigos assim. Também perguntou se ele era meu namorado, e quando eu disse que não a resposta pronta dela foi "se não são,  ainda hão-de ser". Sempre a querer arranjar-me um namorado. Tão querida que ela é. Eu é que apanho as secas todas por ser a única da família solteira, mas eles ainda parecem mais preocupados que eu. Sempre uns queridos.
Mas bem, lá tive que pegar no carro e passar no local do acidente, para o levar à estação. Como ele diz, fui uma mulher com tomates. E fui mesmo! Mas tinha que ser. Ninguém iria por mim, e se eu não pegasse no carro, iria ganhar medo.
Correu tudo bem. Foi meia gora de viagem,  até casa, sem nenhum susto. Tivessr sido antes assim...

O pior foi mesmo quando cheguei a casa. Mais uma vez, o meu padrinho esteve presente para me ajudar. E ainda bem, porque o meu pai nunca se acredita em nós. Para ele, eu já ia de força e tudo. Ainda bem que o meu padrinho chegou lá e viu os carros no sitio ainda. E viu o estado do carro do outro.
Mesmo assim, ouvi na cabeça que me fartei! Implicava com tudo, atirava tudo à cara, e nem me deixou falar sobre o papel da participação que ele tinha de assinar. Eu andava de coração nas mãos, com medo que este inferno não fosse acabar.
Mas vá, parece que a noite lhe fez bem e, quando chegou a casa, depois do trabalho, disse para pegar nas coisas para irmos ao seguro tratar das coisas. E já falou calmamente comigo e o normal como nos outros dias.
Que peso que me saiu de cima...

E amanhã a mana já está cá de novo! Bendito mês de Agosto!

E agora o boguinhas tem mais um dói-dói. Desculpa, boguinhas...


M.



quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vamos falar de amor?

Apercebi-me que é quando tenho os meus momentos românticos aqui, no blogue, que tenho mais visitas.
Mas hoje, hoje venho falar de um amor diferente.
Apareceu cá em casa, era eu ainda muito pequena.
A mãe andava aqui pela rua e nós,  com pena dela, íamos deixar-lhe cokida lá fora, todos os dias.
Chegou o inverno, um inverno rigoroso, fom muita chuva. Como as grades da minha casa são largas e o moro baixo,  a cadela entrou cá dentro e foi-se abrigar debaixo da lenha que o meu pai tinha no terreno. Foi lá que ela deu à luz.
Quando demos por ela, alguns já estavam mortos, e outros a irem pelo mesmo caminho. Mas havia um que se punha em cima dela.
No fim, todos morreram e só sobrou esse, o espertinho. E foi assim que cresci na companhia de um cão.
Ele chamava-se Snoopy. Lembro-me de ele se deitar todo enroladinho e de parecer uma bola de pêlo. De a minha irmã estar sentada na cozinha, ao lado do namorado, com o Snoopy ao colo, de ela lhe estar a fazer festinhas, de ele apoiar a cabeça entre os braços deles e de adormecer assim. De ir dar uma volta com ele, começar a correr e ele ficar para trás. Tadinho, era pequenino, não corria muito.
Um dia foi atropelado, tadinho. Ficou desorientado, fugiu, e vimo-nos negras para o encontrar. Mas lá o encontramos e ele estava bem.
Era um cão pacato, não ferrava, gostava de brincar. Nós soltavamo-lo, el3 ia dar a sua volta e voltava para casa.
Chegava à hora do jantar e ele começava a ladrar, como que a dizer "está na hora de virem deitar-me comida. Não se esqueçam de mim!". E quando nos vias a chegar ladravas todo contente.  Às vezes, até já só bastava ouvir o barulho do carro.
Aliás,  quando era novo, nós sempre que saímos com o carro ou passavamos à porta de casa, tinhamos de acelerar, senão ele vinha a correr atrás do carro, de boca qberta, língua de fora, todo contente. E sim, só corria atrás do nosso carro.
E quando ia dar uma volta de carro, ia com o focinho de fora a cheirar o vento. Sim, a cheirá-lo.
E ladrava sempre que alguém se aproximava do nosso portão,  a dar sinal de que estava ali um desconhecido. E já convivia com ele há tantos anos, que até já conseguia destinguir o ladrar dele. Quando era de contente, quando era a dar sinal de alguém ou animal estranho, a chamar-nos, ou de alegria por estarmos a brincar com ele.
Depois a velhice chegou. Já pouco corria, custava-lhe subir os muros, tropeçava. Faltavam-lhe já dois dentes à frente, tadinhos. Quando o soltavamos, ele já não saia disparado,  a correr todo contente. Ficava a correr devagar,  à volta do jardim, todo contente. E passava o tempo quase todo em casa, já não saia tanto para a rua. E quando o fazia, punha-se sentado à porta, à espera que alguém a fosee abrir, pois ele já não conseguia subir o muro.
Mas um dia...
Um dia saiu... e nunca mais voltou.
Fizeste parte das nossas vidas, cresci contigo, e até o meu sobrinho, que pouco conviveu contigo, fartou-se de perguntar por ti.
Fazes cá falta, Snoopy.

sábado, 26 de julho de 2014

Devia de mudar isto

Ando com este livro para trás e para a frente e pouco dele li. Aliás, acho que esta semana nem li nada dele.
É uma história que não me cativa. Agrada-me o facto de ele ter capítulos pequenos, mas estar a ler sobre mulheres com 60 anos ou mais não me cativa.
Mas, se comecei a ler, agora hei-de acabar. Custe o que custar! Até porque, quanto mais cedo o acabar,  mais depressa me livro dele e começo um mais agradável.

Confesso também que o facto de ir para a cama tarde, e me pôr a mexer  no tablet, a ver vídeos, séries ou filmes, e a jogar, não ajuda. Acabo pro estar entretida e é mais interessante que ler um livro que não me está a cativar, né?

Mas bem, está na hora de mudar isso. Vamos lá a ver se o consigo acabar de ler durante a próxima semana.

M.

the amazing spider-man 2

Finalmente o filme saiu neste cinemazinho caseiro que é o wareztuga,  e eu,  fiel como sou a este tipo de filmes, fui, a correr, vê-lo.
O filme está brutal! Está com uns efeitos brutais, dá para rir, dá para chorar, e tem acção que chegue.
Eu fico "wow" com aquelas explosões, aquelas quedas em câmara lenta tão bem conseguidas, e dá uma vontade de me atirar dum arranha céus como ele... claro está que me espatifava toda no chão,  mas sonhar não custa.
O casalinho é qualquer coisa de maravilhosa: q.b. de romantismo, q.b. de divertimento, e aquela Gwen é qualquer coisa de extraordinário!

E não gosto daquele Harry!

E não gosto de quem pós tanta tristeza no filme... ah!, caraças,  não mereciam!

E para finalizar, não páro de ouvir a música. Viciem-se comigo!



M.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A minha monótona vida

Eu tenho uma vidinha mesmo muito interessante. De tal maneira interessante, ocupada e preenchida que nem tenho tido tempo para partilhar convosco. 

Agora sem ironias:
Na realidade, estou fechada em casa. Entre dormir, comer e pouco mais, assim se vão passando os meus dias. 
Dias dinâmicos, não acham?

M.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Tardes de verão com gelados

Hoje foi dia de ir ter com as amigas ao Porto. Mesmo longe, temos que tentar arraniar tempinho para os nossos amihos do coração ♡

E claro que, golosas como somos, e tendo em conta o calor com que temos sido presenciados, não resistimos a um bom gelado fresco!

Fomos à Spirito Cupcakes & Coffee, na baixa do Porto.
Eu, pessoa caseirinha e que raramente gasta dinheiro, hoje não me e fiz de rogada. Quis tudo a que tinha direito!
Vai daí, pedi um big cone dinamarquês com quatro sabores: maracujá, cheesecake de morango, chocolate negro e menta marroquina. O que eu me deliciei...
O de maracujá era super fresco, o cheesecake um sabor bom e suave, o de menta era aqule sabor forte e agradável e o chocolate negro o que tinha bocadinhos de chocolate.
As bolas de chocolate e menta foram as primeiras a serem colocadas e as últimas a serem comidas, e a combinação desta duas era tão perfeita...

Eu entrei lá dentro cheia de calor,  saí de lá fresquinha como tudo! Até sentia a boca dormente.
Na próxima vez, rendo-me aos donuts. Têm um aspecto...
E os milkshake também têm imensa saída, mas eu não gosto de leite, nem me atrevo a gastar dinheiro neles, sob o risco ee não gostar.

Há lojas perfeitas, e eu, golosa como sou, tornei-me fã desta.

Se tiverem tempo, e poderem, dêem lá um saltinho. A loja tem imensas ofertas, é super agradável... vale bem a pena!
E dêem também um saltinho ao site. Regalem esses olhinhos, com mcoisas boas, para abrir-vos a apetite: http://www.spiritocupcakes.com

M.

Todos temos estes momentos

Há dias em que uma pessoa acorda cheia de confiança. Nada nos derruba!
E depois há aqueles dias em que a auto estima nos foge.

Eu já fui uma rapariga de 1,60m, a pesar 52kg. Porém, isto é passado. Já cheguei a pesar quase 20kg a mais que isto.
O corpo deixou de ser o que era. Surgiu a barriga, os pneus, as estrias, a horrível celulite que se infiltra de uma maneira tão convicta que não nos deixa.
Por norma, tento esquecer que assim sou, mas há dias...
E uma pessoa, burra como tudo, ainda se põe a ver fotos de antigas colegas que têm tudo no sítio! Nas medidas e proporções certas! Ainda por cima, faz isto na companhia de um rapaz que passa o tempo a dizer "boa", "jeitosa", etc. E a auto estima que restava a uma pessoa, puff! Desparece num piscar de olhos! 
E assim começa a surgir uma rapariga irritante, que se sente gorda, feia, que todas são melhores que ela, que o dito cujo nunca nos vai querer porque não temos os seus corpos de sonho... desmotivação à força toda!
E a auto estima fica escondida debaixo do tapete até que a neura passe.

Neste momento, estou com a neura. Estive com um rapaz a ver fotos de antigas colegas de corpos perfeitos.

Volta, auto estima!

M.

domingo, 20 de julho de 2014

Surprise!

O papá quando quer consegue ser um querido!

Nestes últimos tempos, toda a gente, incluindo putos de 5 anos e pessoas com mais de 50, que nem ligar um computador sabiam, tinham um tablet. E eu, como ser renegado que sou, nada tinha.
Eu bem que pedi no Natal passado, e para os anos, mas o meu pai insistia que eu já tinha um computador e que não precisava de nada disso. Eu bem argumentava, dizendo que era mais prático, que já podia ir nas viagens a ler ou a ver filmes, que não dava jeito nenhum andar a tirar o portátil no autocarro, mas de nada me valia.

Nas férias de verão do ano passado, a minha irmã deu uma ao meu sobrinho, mas eunnada pude dizer. O meu pc tinha dado o berro e eu precisava, com urgência, de um novo. E não ia andar a pedir uma coisa ao meu pai que não me fazia falta quando haviam outras prioridades, certo?

Pois que hoje, assim do nada, o meu pai lembrou-se de ir à worten. Que tinha visto na TV que havia coisas as 50% de desconto. E eu disse-lhe que na Rádio Popular, que é aquu pertinho, não se pagava o iva este fim-de-semana. Mas ele quis primeiro ir tirar as dúvidas à worten (eles só sabem tentar enganar as pessoas. Metem lá papéis grandes a dizer "50% de desconto", mas são em merditas que não prestam) e acabamos na RP. Imensa gente, fila para a caixa enorme, os funcionários aflitos,  a correrem de um lado para o outro da loja. Dirigimo-nos aos tablets e ele diz "escolhe um, mas barato e mais ou menos" e eu olhei e disse "quero este!". Lá conseguimos desencantar um funcionário e perguntamos se valia a pena ou não e ele disse que,  tendo em conta o preço, ia muito bem servida com esta. Depois foi só escolher a cor e esperar tempos infinitos na fila.

E agora? Agora estou a escrever este post a partir do meu novo brinquedo, feliz da vida!

Talvez tenha sido uma recompensa por eu menter portado tão bem este semestre.

E, com este, talvez comece a deixar-vos, mais frequentemente, coisinhas novas para ler.

M.

sábado, 19 de julho de 2014

Fim do romance

Eu e a minha grande boca...

Uma pessoa que leu o meu blogue, disse que lhe parecia que estava a ler um romance e que esperava pelos próximos capítulos.
Pois bem, parece que trago o capítulo final deste romance.

Após uma conversa em que, sem querer, começou a puxar por mim e eu, que tenho uma grande boca e não me consigo controlar, acabei por confessar o que se estava e o que estava a começar a sentir.
Pois bem, se havia esperança, foram todas destruídas. Ao menos fica logo tudo esclarecido agora, sofro tudo agora e não há cá esperanças para criar castelos no ar.
Como disse,  ele saiu recentemente de una situação complicada. E segundo ele, foi algo muito intenso. E que quando gosta, gosta mesmo e que vai demorar anos para esquecer. E que não pretende ter nada com ninguém porque gosta dela (vindo dele, não esperava eu outra coisa).
Ele diz que já desconfiava do que eu sentia, e que eu ter contado não irá mudar nada. Que continuará a falar comigo e a agir da mesma maneira. Mas para mim? Para mim mudou muita coisa!
Continuarei a agir da mesma maneira com ele. A dedicar-me a ele como antes, a querer estar com ele, tudo!
Mas agora que os sonhos foram destruídos e a esperança desfeita, há feridas a precisar de serem lambidas.
Será uma luta diferente. Uma luta sem um objectivo. Porque não haverá um final feliz, de conto de fadas.
E sinto que parte da minha leveza destes últimos tempos se desfez.

Continuarei sempre a apaixonar-me pelas pessoas erradas. Ora são uns cabrões, ora são perfeitos demais para mim.
Não sei porque raio continuo com esperança de que será diferente. E porque continuo a ter esperança.
Nunca será diferente! Nunca haverá um final feliz! Para quê sonhar?

E agora? Agora vou entregar-ne as lágrimas, e tentar sarar as feridas. E destruir o resto de esperança que possa haver.

M.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Ai coraçon!

Uma pessoa entra na cozinha e, como está tudo fechado e não vê ninguém,  pensa que está sozinha.
Vai descontraidamente ao frigorífico e, de repente, ouve um miado alto.
O raio do gato estava a dormir numa cadeira, enfiado debaixo da mesa!
Ele anda sempre lá fora, nunca está cá dentro sozinho, logo, óbvio que não contava com ele.
Até saltei!
Uma pessoa não merece apanhar sustos assim... Um coração não aguenta!

M.

Hei-de encontrar algum!

E ele, tal como eu, também adora chocolates.

Mas hei-de lhe encontrar algum defeito. Ninguém é assim tão perfeito.

Uma coisa que me irrita é quando ele começa as frases e depois não acaba. E o pior é que ele já percebeu que eu fico irritada e, às vezes, até parece que faz de propósito. Mas este não pode ser o único defeito. Há-de haver mais.
E o meu lado detective há-de descobrir!

M.

Aos blogues que valem a pena!

A noite passada não conseguia dormir. Dava voltas e voltas na cama, e nada de adormecer.
Até que desisti e resolvi ir ler blogues, algo que já não fazia há imenso tempo!
Comecei a ver os blogues que sigo, e estava a gostar tanto dos posts de um blogue que o resolvi abrir, e lê-lo todo seguidinho.
Pois que fartei-me de rir! Eu até chorava! E tentava abafar o meu riso para que o meu pai não ouvisse e se levanta-se para me vir dar na cabeça.
Ela chama-se Patrícia, tem 19 anos e acontece-lhe com casa coisa que é impossível não rir!
Ainda por cima eu, com a minha imaginação fértil, imaginava as coisas, e ainda me ria mais!

Por isso, se querem ler um blogue divertido e que valha a pena, espreitem o blogue "Girls Like Boys With a Brain".

Acreditem, vale a pena! Não se vão arrepender, e só vão querer continuar a ler.
(E não, não conheço a rapariga de lado nenhum, não faço a mínima ideia de quem seja e não estou a sugerir porque ela me pediu. Estou a sugerir porque gostei mesmo e porque acho que vale a pena darem um saltinho até lá)

M.

E agora, coisinhas boas

Certo dia, estava eu no terminal dos autocarros à procura do meu para vir passar o fim-de-semana a casa, reparei num rapaz que lá andava. Estatura média, moreno, cabelo com aquele ar despenteado e barba, e pensei "ele é giro", mas caguei e andei.
Entrei no autocarro e ele lá estava. E, só por acaso, o meu lugar ficava na mesma linha do dele. 
Passado um pouco, entra uma rapariga que eu conhecia dos meus tempos de caloira, e vem a dirigir-se para trás, a falar para mim, e senta-se ao lado dele. "Mas eles conhecem-se?". Pelos vistos, conheciam-se. Eram da mesma turma. E ela lá nos apresentou. Vim a viagem toda a falar com ela, mas ele vinha calado, entregue ao seu mundo. Devo ter olhado milhares de vezes para ele, e pensado "sossegado, misterioso, afinal não é só giro".
Chegámos ao terminal do Porto, saímos todos, e eu disse-lhe adeus. A ele. Ela nunca mais a vi.
E isto foi nos finais do mês de Abril.

Passado uns meses, estávamos nós, mais ou menos, na altura do S. João, encontrei o rapaz no Twoo e achei piada à situação. Meti "gosto". 
E não é que, no dia seguinte, ele me fala no facebook? E é super simpático! E sem me conhecer de lado nenhum, ainda me mandou coisas para me tentar ajudar com inglês! E ficámos a falar pela madrugada fora. 
E a história foi-se repetindo. Falamos todos os dias, até de madrugada. E tentei ajudá-lo com história, que era a disciplina que ele tinha por fazer e ia a exame.
Na véspera do exame, ele volta para CB e eu vou ter com ele. Já estava farta de estar sozinha e fechada na residência. Fui ajudá-lo a estudar, mas passámos mais tempo a falar e na brincadeira que outra coisa.
No dia seguinte, à tarde, voltei a estar com ele. Andamos a caminhar lá por Castelo Branco, debaixo daquele calor abrasador, à procura de um lugar sossegado e com sombra, para nos sentarmos e passar a tarde. E encontrar um lugar assim é tão, mas tão complicado... Aquela cidade é super quente, tem montes de chafariz e fontes, mas não tem a porcaria de uma sombra! 
Acabámos na margem do lago artificial, que sempre se estava mais fresquinho lá, a conversar, a ver os peixes e as pessoas a andarem nas gaivotas.
Ao final da tarde, ele teve de ir embora e, a partir daí, começamos a falar menos. Ele já tinha companhia e tinha a sua vida por resolver.
Mesmo assim, consegui passar a manhã de quinta com ele. Ele estava de directa, sem conseguir dormir, e eu lá o convenci a irmos dar uma volta, para ele espairecer. Acabámos no Castelo, um local onde eu só tinha ido uma vez, à noite, de olhos vendados, e sobre a alçada da Trupe. Foi giro conhecer, finalmente, o Castelo, de olhos abertos e de dia. Ele aproveitou para tentar dormir um bocado, e eu fiquei morena de forma estranha, com as marcas da roupa (a somar às marcas que eu já tinha do dia da bênção das pastas, que até vermelha fiquei). Ando toda colorida, coisa linda de se ver!
Enquanto ele descansava,  eu deliciava-me a mexer-lhe no cabelo (ele tinha a cabeça deitada sobre o meu colo) e a olhar casualmente para ele.

No dia seguinte, vim embora, finalmente. Vim de carro, com a minha madrinha académica. Ainda tentei que ele viesse também connosco, mas o carro vinha super carregado, e não havia lugar.

Agora, eu e ele pouco falamos, e tenho pena. Continuamos a falar, mas já não tanto como antes. São conversas mais curtas, normalmente para contar algo ao outro, e pouco mais. Já não há conversas até de madrugada, nem nada, o que tenho imensa pena. Sinto falta disso, mas que posso eu fazer? Ele tem a vida dele, e não posso impor a minha presença.

E mesmo assim, já muito faz ele, que me atura!

E ontem passou o dia comigo. Fomos passear por Gaia e pelo Porto, e hoje não posso das pernas. Mas valeu tão a pena...
Ele já começa a libertar-se mais comigo. Já começa a falar mais, a brincar mais, a abrir-se mais. E ainda alinha na minha mente perversa, o que é giro de se ver. E ele ainda diz que eu ainda não vi nada, pois ele é bem pior, mas que ainda não tem confiança suficiente para isso. Luto para que em breve a tenha, então!

E eu ando completamente babada e nas nuvens! E ele nem sabe. 
Ele tem uns olhos lindos, adoro vê-lo sorrir, e caminhar ao lado dele. Andamos tão próximos que os nossos braços vão quase sempre encostados um no outro, e dá-me um arrepio na espinha, confesso.

Ainda por cima, parece que damos para as coisas um do outro!
Fomos ao El Corte e, mal entrámos no último piso, havia montes e montes de livros! E ele disse que tínhamos chegado ao meu paraíso, que podia ficar lá a babar-me. Depois fomos à parte que ele queria, e ele andava todo entusiasmado a dizer "consegui isto a metade do preço". Depois ficamos os dois parados, lá no meio, a olhar paramuma big TV, de 4k, com 2m de cumprimento, e a custar 35 mil €. Coisa pouca. Mas ainda estivemos lá os dois, assim, parados lá no meio durante bastante tempo, a admirar a porcaria da televisão. Sonho ser rica!
Enquanto almoçávamos, descobri que ambos temos o mesmo gosto pela matemática. Ele, tal como eu, nunca teve problemas com tal disciplina e ainda tinha boas notas. Também gosta do mesmo tipo de jogos de eu, de estratégia e lógica.
Ambos gostamos de ar livre e de caminhar. 
Ambos gostamos de visitar coisas.
E enquanto ele passa a vida no computador, a jogar, eu passo a minha a ler e a escrever. Também não pode ser tudo igual, né?

Ele via-me tão vidrada com o twitter, que agora criou um. Como ele segue poucas pessoas, consegue apanhar tudo o que eu lá escrevo, ou seja, lá se foi o meu lugar sagrado, em que eu publicava tudo e mais alguma coisa. É que se continuar a fazê-lo, ele vai perceber que me estou a apaixonar, e não pode ser.
Ele acabou de sair de uma situação complicada, e não quero, de forma alguma, que ele sinta que o estou a pressionar. Ele precisa de "esquecer" sozinho, e com o tempo. Não com pessoas a pressioná-lo.
Estamos a criar uma amizade fantástica, e é isso que eu quero continuar a fazer, que evolua, e manter. Quero que ele perceba que tem aqui uma amiga com quem pode sempre contar, para tudo. Que, apesar de tudo, não está sozinho.
E em CB terá muito que me aturar! Não tenho culpa de ele pedir a minha ajuda e de eu, como alma generosa que sou, não ser capaz de dizer que não. Claro que o ajudo! E claro que vou para lá chateá-lo para que ele não fique fechado o dia todo em casa, sozinho. E ele próprio até dá ideias para essa altura, por isso, só faço, inocentemente, o que me mandam!

E se tudo correr bem, em Agosto, ele vem comigo e com a minha irmã à Feira Medieval.
Não tenho culpa de o vento estar a soprar a meu favor, né? :)

Ele faz-me bem... Fez-me aceitar a vida como ela é, descomplicar as coisas sem deixar de ser a Drama Queen que sou e, sendo coincidência ou não, desde que ele apareceu que as coisas têm corrido super bem!
Além do mais, sabe mesmo bem ter um amigo. Eles são muito mais simples e descomplicados que as raparigas, essa é que é essa, e sabe mesmo, mesmo bem!
Ainda por cima sendo alguém com quem consigo estar, não só em CB, mas também cá.

Não estou preocupada com o que se possa passar. Neste momento estou bem, sinto-me leve, e sinto que a vida me sorri. Quero somente aproveitar cada momento, e deixar que as coisas aconteçam, naturalmente.
Não faço tensões de lhe dar a entender o que começo a sentir. Quero somente ser amiga dele, e quero que ele perceba isso. Se as coisas evoluírem, não direi que não, e irei aproveitar cada bocadinho.

Porque cada bocadinho com ele, me faz sentir mais leve e animada. Por isso, vale a pena!

M.