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domingo, 16 de novembro de 2014

Divergente



Após tanto adiar, no fim-de-semana passado também consegui ver o Divergente.
O tipo de filmes que eu adoro!!
Acção, romance, adrenalina... Adoro!!
E a rapariga tem uma garra do caraças!
E ele é super giro.
E achei o filme super bem feito.
E quero o próximo.
E quero os livros.
E pronto. Resumidamente, adorei, recomendo e quero mais! :)

If I Stay



No fim-de-semana passado, finalmente, consegui ver este filme.
Gostei bastante do filme, é uma história super querida, mas aquele final...
Queria mais! Falta mais! Precisava de saber o que iria realmente acontecer a seguir!

Apesar de não ter lido o livro, acredito que deva ser bastante interessante. Porque gostei bastante da história. A sério!
Uma história soft, simples,... nem sei!

Vale a pena ver, isto para quem gosta de romances e drama.

II Encontro Nacional de Design de Lisboa



Na passada quinta-feira, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, deu-se o II encontro de Design e só tenho a criticar aquilo.
Para começar, não há qualquer identificação do local. Não fosse os professores a saberem de onde ficava aquilo, e andaríamos a bater em todas as portas até acertar na certa.
Deram-nos brindes (uma saco, uma borracha, um lápis e uma capa de cartão [com a data de 2011]), um cartão de identificação preso a uma fita, e desenrasquem-se à procura do auditório.
No auditório (em que não havia lugares para todas, e houve pessoas que tiveram que se sentar nas escadas) tinhas as câmaras posicionadas em péssimos sítios, a bloquear a saída e tudo.

As apresentações não foram nada de jeito. Uma espanhola que foi para lá fazer a apresentação em inglês (se já me custa apanhar inglês, com pronúncia espanhola é uma maravilha), outra que foi para lá falar da sua investigação, e só falava em cartazes, cartazes e mais cartazes, e documentações, coisas que em nada me interessam, e fez a apresentação toda a ler. Voz monocórdica, sempre no mesmo tom, e ainda disse "a minha biografia tem 22 páginas, não vou ler tudo". Graças a Deus que não prolongou a nossa tortura!

Na parte da tarde, mais uma fofa que foi para lá ler. Esta, pelo menos, lia bem, parecia que estava a contar uma história, mas o meu cérebro, em apresentações lidas, pura e simplesmente se desliga!
Andam os profs sempre a repetir "nas apresentações não se lê, não se está a olhar para o papel, que corta o som e o interesse. Temos somente tópicos e falamos virados para o público", para depois ir assistir a apresentações de pessoas supostamente conceituadas que são esta desgraça.
E ainda tivemos direito a um Italiano que foi para lá também fazer a sua apresentação em Inglês!!
Vocês já ouviram um Italiano falar Inglês? Tem uma pronúncia fantástica!
E o meu cérebro manteve-se desligadinho da vida.

Nas pausas de coffee break, logo à saída do auditório, tinha lá um átrio em que colocaram uma mesa com petiscos, café e sumo. E encostaram a mesa praticamente à parede, impedindo de circular à volta dela. E era uma mesa tão pequena, para tanta gente, que eu só tive um vislumbre dela vazia.
Mas ainda consegui comer um doce de coco e beber um copo de sumo, que alguém conseguiu ir lá resgatar.

Não havia qualquer identificação para as pessoas de onde era o WC. Mais uma vez, foram os nossos professores que estudaram lá que nos indicaram.
E aquilo é só escadas, e mais escadas, e mais escadas.
Calha de querer alguém com mobilidade reduzida ir para lá, e está desgraçado da vida. 
E aquelas escadas têm o degrau tão estreito e são todas em caracol, que uma colega minha quase caia por lá abaixo.

Eu pedi o certificado. Para o ter, tive que pagar mais 5€ de inscrição. E regressei sem certificado algum. Ficaram de enviar por email.
Mas paguei 5€ só pelo trabalho que vão ter de digitar o meu nome num documento e enviá-lo para o meu email, tendo eu depois que gastar dinheiro para o imprimir?

E para finalizar o meu dia em Lisboa, é que já não chegava a confusão que foi para almoçar e a chuva que apanhamos que, ao vir embora (o autocarro ainda estava longe), começou a chover torrencialmente!
Não houve guarda-chuva, botas ou casacos que sobrevivessem aquele dilúvio!
Chegamos ao autocarro quais pintaínhos encharcados, pézinhos a nadar em botas que, supostamente, eram à prova de água, casaquinhos a pingar, pareciam que tinham saído máquina de lavar, calças completamente molhadas, coladas às pernas.
E graças a ter os pés molhados, e de ter tido que caminhar ainda um bom bocado assim, com a fricção que fazia nas botas, acabei por queimá-los na parte de cima, E aquilo fez-me tanta comichão que até com ferida fiquei.

Resumidamente, paguei 10€, acordei às 4h45 da manhã, apanhei uma molha de todo o tamanho, para uma coisa que acho que foi um completo desperdício de tempo!

Desde má organização, péssimas apresentações, e assuntos completamente desinteressantes, a meu ver. Que poderiam até ter sido interessantes, se tivessem sido bem interessantes.
Muita gente dormiu naquele auditório. Até eu aterrei por breves momentos.
E se a maioria das pessoas lá adormeceu, é porque estas opiniões devem ter sido partilhadas por muita gente, e não só por mim.

Lembrem-me de nunca mais me inscrever neste encontro.

sábado, 15 de novembro de 2014

Eu quero...

Eu juro, eu juro que quero muito vir cá escrever, que tenho muita (alguma) coisinha para vos dizer, mas isto anda complicado.
Cansaço, andar de um lado para o outro, muito trabalho, o cérebro que já fritou...
Nossa! Já quase não vou uma para a caixa!

Vou continuar (a tentar) trabalhar.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Eu não entendo...

Está um frio do caraças, um vento gelado que parece que corta a pele, ando eu cheia de roupa, casaco cheio de pê-lo, apertado até cima, mãos nos bolsos, nenhuma pele à mostra na tentativa de não ter frio, e passa uma rapariga por mim, de top, barriga a ver-se, com um casaco peludo exteriormente (por dentro não parecia ser), aberto e a caminhar como se nada fosse.

Ou eu ando doente, ou esta gente deve sofrer dos calores.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

As novas capas do Harry Potter

Agora percebi porque mudaram as capas dos livros do Harry Potter.
No entanto, continuo a não gostar delas. Elas só têm piada por causa da imagem que o conjunto das lombas faz, mais nada.
As antigas são bem mais giras!

Hoje fiquei triste

Como já devem ter reparado, a vida social não abunda para os meus lados. Nem sou daquelas pessoas populares que anda rodeada de gente e, por muito que goste das pessoas mais próximas com que me dou, a verdade é que elas não dão totalmente para as minhas coisas.

Ao contrário delas, sou adepta de praxe. E, como tal, gosto de ir aos cortejos, tanto da latada como do enterro. O problema é que eles não dão valor a essas coisas, nem ligam, nem querem saber, e preferem estar fechados em casa, a ter de ir andar a pé.
Já eu, eu gosto. E gosto de beber, E gosto de alinhar nas brincadeiras, palhaçadas e figuras triste (dentro do razoável/aceitável). Mas elas não têm a mesma maneira de estar que eu e, por vezes, não aproveito tanto as coisas como queria e gostava por causa disso, porque sozinha não tem piada, não dá vontade. E acabo por não aproveitar tudo aquilo que gostava e podia por causa disto. Por falta de companhia. Falta de alguém que acompanhe "o meu ritmo".

Para estes cortejos, antes, tinha a minha "madrinha". Era aquela pessoa que eu sabia que iria, e que alinharia nas coisas.
Este ano, ela não está cá, as pessoas com quem melhor me dão, como costume, vão dizer que não vão, "vou para lá fazer o quê?", a pessoa que eu estava a pensar levar atrás, que não acha piada a estas coisas, mas que eu tinha esperança de convencer a ir, foi convidada por colegas para ir a um almoço de latada, e claro, a minha pessoa, no seu bom senso, não se vai fazer de convidada indesejada, infiltrada e que se cola. Resta aquelas pessoas que eu sei que vão, o problema é que pouco me dou com elas, não tenho à-vontade com elas, são aquelas pessoas que falam comigo por interesse e com as quais não me quero colar, nem andar a pedir "companhia porque estou sozinha".

Mas a triste verdade é esta: estou sozinha. E acabo por perder, não fazer, não aproveitar, as coisas que quero e que gostava por esta mesma razão, porque estou sozinha.

E graças a esta solidão ou falta de companhia das poucas pessoas com quem me dou, no meu último ano cá, não poderei assistir ao cortejo da latada. Não poderei aproveitar este dia. Porque, como é óbvio, não quero ir para o meio de uma multidão sozinha, feita cadela abandonada. Aliás, tal atitude acho que só me iria fazer sentir mais sozinha, deprimida e triste.

E pronto, estou triste... 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A encherem-me de mimos



Os papás este fim-de-semana foram muito meus amigos.

O meu ratinho estava a dar o berro e eles, em vez de me derem um de 5€, como costume, toma lá um da Toshiba, sem fio a chatear-te a cabeça, todo catita. Ainda por cima está em promoção, que maravilha!

Depois, vai-se aos chineses, e olhem tantos casacos quentinhos, cheios de pêlo. E eu que passo tanto frio em terras albicastrenses...
Olhem daqueles com orelhas...
Olhem daqueles parecidas com os das orelhas, mas cheios de pêlo por dentro e sem orelhas. E a minha pessoa parece uma bola de pêlo com aquilo vestido. Mas sente-se super quentinha, e assim é feliz!

(preguiça para tirar foto)


As botas para a chuva são super pesadas. E precisava de uns botins, quentinhos, leves, que dessem para a chuva e confortáveis, que aqui a je vai a pé para a escola e caminha que se farta. E anda sempre com as suas sapatilhas azuis, que já enjoam, e que não ficam bem com metade da roupa, e que são de pano e já estão a ficar todas estragas. Vai daí, acordar às 10h a um Domingo, muito esforço para abrir os olhinhos ensonados, e 'bora para a sapataria (e fazendo publicidade, foi na Sapataria 999, nos Carvalhos, Pedroso).
E acabo com umas que correspondem aos meus requisitos, ainda por cima estavam mais baratas.
Ok, preferia em preto, e sem cordão. Mas são tão quentinhas e confortáveis... Depois de as experimentar, não resisti. Foram as eleitas!




E menina sente-se mimada, quentinha e feliz!

Daisy and Mimo

Apresento-vos os animais lá de casa. El gato Mimo (ou Miminho, é como preferirem) com a sua D. Daisy.

Por favor, cocem-me a arriguinha! 

Tentativa de por a pata

Medo! A Daisy mexeu-se!
Quando conheci esta coisinha mais pequenina

Eles parecem gostar um do outro. A Daisy ladra que se farta quando vê, ele, apesar de se ver que está cheio de medo, tenta pôr a sua patinha no focinho da cadela, a modo que a cumprimentá-la, fazer festinhas, pois é só mesmo a patinha, não há cá unhas de fora.

Ela com 5 meses, ele com 2 e meio, e somos todos felizes!

Ainda vou ganhar medo e não querer mais conduzir

Hoje foi dia de fazer a viagem de regresso a Castelo Branco.
Saí de casa mais tarde que o costume, mas, como estava a chover, o meu pai até nem ia muito de força, ia a andar normalmente, coisa rara.
Mas esta coisa rara, ainda bem que sucedeu.

Em terras gaienses, hoje foi uma tarde de chuva. As primeiras chuvas, como se costuma chamar, e que fazem com que as estradas fiquem mais perigosas, mais escorregadias.

Estávamos nós a dirigirmo-nos para o Porto, para me irem levar à estação dos autocarros quando, numa rotunda em Gaia (aquela à beira do McDrive), o meu pai perde o controlo do carro. Provavelmente por ter apanhado óleo. 
O meu pai virou as rodas no sentido oposto em que a traseira do carro começou a andar, e tentou travar, mas nada impediu que o nosso boguinhas continuasse a fazer o seu pião, em plena rotunda. As rodas da frente foram com velocidade suficiente para subir a guia da rotunda, mas a roda traseira, como bateu de lado, parou. Foi a bela de uma volta de 360º que me deixou em pânico! Quando o carro estava praticamente estabilizado, desatei a chorar, e sufocar. Queria respirar e não conseguia. 
Juro, pensei o pior, Pensei que iríamos bater em algum carro, ou que o nosso ia bater na guia e virar, ou então que não parasse de todo. E depois pensava que era tarde e não tínhamos tempo para acidentes, porque eu tinha um autocarro para apanhar.
Ainda por cima, aquela rotunda está sempre com muitos carros, e costumamos ter sempre algum nas faixas ao nosso lado. Hoje, por milagre, além do meu pai ir a conduzir como um condutor exemplar, não estava qualquer tipo de carro à nossa beira. Foi um azar repleto de sorte. De muita, muita sorte mesmo! E o boguinhas não ficou com nenhuma marca. 
Subida a rotunda e o carro estabilizado (sim, ficamos mesmo em cima da rotunda. Quem viu lá só o carro e não viu o que se passou, deve ter achado que éramos doidos. Ainda por cima virados em sentido contrário), o meu pai mete a marcha atrás, sai lá de cima, e continua o percurso, comigo atrás a tentar acalmar-me, a tentar respirar e parar de chorar.
A minha mãe diz que ele ficou branco. Apesar de toda a calma que ele demonstrou ter, tal como eu, também deve ter pensado o pior.
Já a minha mãe, só estava preocupada comigo, a mandar-me beber água e respirar, e a perguntar se me tinha magoado.
Aquilo pareceu tudo em tão câmara lenta... deu tempo para o meu pai dizer "Oh, fodasse", a minha mãe dizer algo do carro e o meu pai "o carro não vira, não posso fazer nada". E foi deixar-nos ver tudo andar à nossa voltar, enquanto ele continua a sua volta de 360º que nós não podíamos parar.


E o carro ficou no sítio das letras, lá em cima da rotunda, virado em sentido contrário

Se me custou vir para cá hoje? Custou. Hoje nem tive que estar lá à espera do autocarro nem nada. E vim a tremer. E ainda com vontade de chorar. E apanhei um susto dos diabos! 
Já sei que não foi anda demais, que acontece a todos, e que nada de grave aconteceu, ninguém se magoou, nem houve estragos, mas eu, apesar de gostar de sentir adrenalina com coisas radicais, não gosto nadinha desta adrenalina. 

Mas no meio do azar, tivemos uma sorte dos diabos! Mil anjinhos deviam estar ali connosco.

Desde que vim para CB que os sustos têm sido muitos. Mas devo ter um anjinho qualquer a não querer que vá desta para melhor. Ou que vá fazer uma visita ao hospital. E eu agradeço.
Apesar de tudo, sabe bem viver. Com as minhas dores, problemas e mazelas, mas sem acidentes nem coisas graves.


E o boguinhas continua impecável! Grande carro!! Velhinho, mas bom!

E assim continuarei vivendo, com mais um susto para a conta...

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Bom Halloween! #2

Para quem viu a serie, Gossip Girl, quem não se lembra da inocente e rebelde Jenna?




Bom Halloween!



Vim só deixar este miminho. Porque é ao som desta música que aqui a menina está a trabalhar.

Não gosto das sextas-feiras

Vocês já devem de estar a censurar-me, mas esta é a verdade. É o meu pior dia da semana, principalmente hoje especificamente.
É o dia em que entro mais cedo, às 8h30, e é o dia em que saiu mais tarde, às 18h30.
Por norma, de manhã, tenho aula das 8h30 às 10h30, e depois só entro as 14h30. Mas hoje há defesa de mestrado, e os professores querem que nós assistámos. Ou seja, vou estar mais tempo na primeira aula, para depois irmos directos para o auditório assistir. Não faço ideia das horas a que termina,  nem sequer onde irei almoçar. Mas duvido que tenha tempo para ir à residência, já para não falar que não tenho nada feito e não me apetece comer tostas-mistas ao almoço e ao jantar.

E quando, finalmente, me livrar das aulas, terei de ir à rodoviária comprar o bilhete para amanhã. Caminha, Mafalda!
E após chegar à residência, ainda tenho que fazer uma pesquisa para entregar hoje, até à meia-noite, e ainda fazer a mala.
E amanhã tenho que acordar às 6h!

Como estou a adorar este dia!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Desodorizante

Sabem o que é um desodorizante? Segundo a Wikipédia, e paço a citar "é um produto utilizado nas axilas do corpo humano para eliminar os odores desagradáveis produzidos pelo organismo e eliminados pela transpiração."
É suposto as pessoas, pelo menos de manhã, antes de saírem de casa, usarem isto a ver se, durante o dia, não começam a ficar com o cheiro a cabelo de fazer morrer qualquer pessoa que ouse respirar perto de vós.
Esta coisa existem em 3 formas: em creme, em spray e em roll-on.
A minha pessoa opta pelo roll-on, acho prático. Mas também já usei em creme, mas esse usava mais quando tinha a pele irritada, da depilação (o que uma mulher sofre). Mas há quem prefira os sprays. Eu cá detesto-os! Acho-os super intoxicantes! E há cá na residência pessoas que os usam e, quando vou à casa de banho a seguir a elas terem aplicado isto, sinto-me a morrer asfixiada. 

E porque estou eu para aqui a falar em desodorizantes, perguntam vocês.

Ore bem, ou senti-me revoltado.
Estava sem vontade de ir a pé, e resolvi apanhar o autocarro. Até aí, tudo bem. O problema é que o autocarro ia cheio e era um cheirinho a suor maravilhoso! A sério, sentia-me super bem a respirar ali dentro.
É que se vocês não gostam de tomar banho, tudo bem, mas ao menos apliquem a porcaria de um desodorizante! Mas se vocês gostam do vosso cheirinho a suor, têm outra solução: NÃO saiam de casa! Fiquem a morrer sozinhos, intoxicados, no vosso cheirinho, e poupem os narizes dos outros.
É que há ainda quem goste de ar puro (ou quase puro, pelo menos. Respirável, vá), de respirar sem se sentir a ser asfixiado pelo cheiro dos outros.

Pensem nisso. Pensem nisso na próxima vez que quiserem ir para sítios públicos, pequenos e fechados, com 50 pessoas a respirarem o mesmo ar, onde o vosso cheiro abunda. E mata.

domingo, 26 de outubro de 2014

Devia ser paga por isto

Em Agosto, o meu pai mudou a operadora lá de casa para a NOS (nunca, na vossa vida, se lembrem da infelicidade de aderiram à Cabovisão. É um aviso! Vai ser a pior asneira que irão fazer na vossa vida!), e foi a melhor coisa que fez!

Cá na residência só existe uma TV por piso, que se encontra na sala/cozinha. Ou seja, a minha pessoa não se dá ao trabalho de ir para lá ver. Até porque quem chega primeiro, é quem manda na TV, e quase nunca está a dar algo que me agrade. E também não se vê TV descansada da vida, com pessoas a falarem, a fazerem barulho, e parecendo mal nos por-nos lá, todas estateladas, nas amostras de sofá.
Mas, ver TV na internet também é impossível, pois, sendo net da universidade, tem muita coisinha bloqueada.

Mas, graças à querida NOS, eu entro no site da Iris Online (o windows 8 até tem uma aplicação) e é ver-me a ver TV toda feliz da vida (muito raramente, mas às vezes acontece).

Portanto, só tenho a agradecer ao papá, por ter mudado para a NOS, e à NOS por ter estas maravilhas.

sábado, 25 de outubro de 2014

E depois de vasculhar...

Sisley Dias!!

Bolas, estava complicado...

P.s.

E ele faz-me lembrar um actor português, que tenho a imagem dele na minha mente, entrou no MCA, mas não em lembro o nome. Fuck!

*Baba*

Uma amiga com bons gostos partilhou uma imagem no facebook, e a minha pessoa, mal inicia sessão, depara-se com isto:



Baba, muita baba, claro está!

Dá-se pelo nome de Nick Bateman, e nunca o tinha visto na vida.
Mas eu pagava para me esbarrar com uma coisa destas na rua. Na versão barba, sff!
Alguém que me arranje um português destes. Prometo que será amor à primeira vista!


Os dilemas

Eu lembro-me de vir cá escrever, mas depois esqueço-me do que vinha cá dizer. Ou então dá-me a preguiça e não escrevo. Ou ainda me ponho a ver TVD (o raio da série é mesmo viciante e a Nina... God!! Mas que actriz que temos ali! Até 3 papéis aos mesmo tempo, na mesma história, aquela menina consegue fazer. Haja talento!) e acabo por não vir escrever.


Outras vezes é porque estou terrivelmente deprimida, quero vir para aqui escrever, desabafar, mas depois acho que é melhor não escrever e guardar para mim.

Esta minha cabeça vive de dilemas.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

E que assim comece a nascer a felicidade

Isto começa a ser preocupante... Começa a ser fazer muitas coisas a dois, a passar grande parte do meu tempo livre com ele, e eu começo a ter medo de estar a viver uma ilusão, ou de estar feliz com uma realidade que não existe.
Mas, por mais medo que tenha, não quero ficar sem isto. Porque me sabe bem, porque me faz feliz. Porque torna a minha estadia em CB mais agradável, porque me faz caminhar, coisa que o médico mandou-me fazer com regularidade.
Já fizemos jantares um para o outro, outras vezes eu levo a comida já feita e jantamos juntos, outras vezes é só para eu ter companhia naqueles trabalhos mais chatos e aborrecidos em que só me apetece desistir deles.
Depois há os momentos de relax, que acaba com arrepios, risos e brincadeira e que eu ADORO!
Como cá nenhum de nós tem popó, ás vezes vamos a pé, juntos, ás compras. Outras fazemos companhia um ao outro a ir para a escola, quando calha de entrarmos à mesma hora e nenhum de nós tem boleia.
Ele precisava de comprar roupa e eu tinha um livro para ir levantar à Bertrand. E este sábado fomos juntos, ao Fórum de Castelo Branco, tratar disso. (por falar em ir ás compras, comprei uns bálsamos de aromas na loja da Ale-hop, numa tentativa de ter um que soubesse a baunilha, e eles revelaram-se uma verdadeira merda!) 
Ir com um rapaz, comprar roupa, é estranho. Para começar, acho isso algo muito "casal", e depois só estou habituada a ir com a Inês, não com um rapaz, Ainda por cima, para ele.
Mas gostei. Acabou por ser uma tarde bem passada, e acabei por fazer a boa de uma caminhada! (e ainda trouxe bombocas de morango para me deliciar).
Hoje ele lembrou-se que havia uma feira cá em CB e perguntou-me se eu já tinha ido lá. Como respondi que não, combinámos que hoje de manhã iríamos lá para ele me mostrar aquilo (outra coisa muito "casal", a meu ver. E sim, eu vou acordar cedo no único dia em que não tenho aulas para estar com ele).

A verdade é que, graças a ele, já conheci bastante coisa em que em CB. Coisas que sabia das sua existência, mas que nunca as tinha ido visitar. Muito por falta de vontade, de curiosidade e de companhia.
Ás vezes até que quero visitar as coisas e conhecê-las, mas não companhia ou quem me puxe para tal, e acabo por me entregar à preguiça e não ir à descoberta de nada.
Ou seja, se não fosse ele, andaria aqui 3 anos e acabaria por ir embora por não conhecer quase nada de Castelo Branco.

E estas coisas que eu digo que são muito de "casal" sabem tão bem... Mas confesso que tenho receio de levitar alto demais. De um dia perceber que andei a viver uma felicidade ilusória, que eu criei com pequenas coisas que me faziam sorrir e sentir-me bem.

Porém, a esperança é a última a morrer, e eu vivo muito com base nela.
Sei também que não é a melhor altura para ele se envolver seja no que for. Que precisa de tempo, de espaço, de voltar a se encontrar, de voltar a sentir-se bem com ele próprio, e de querer voltar a arriscar partilhar a sua vida com outra pessoa.
Portanto, pretendo viver todos estes bocadinhos como se fossem a melhor coisa do mundo, e continuar a guardar e a agarrar a este esperança que tenho dentro de mim.

E que assim comece a nascer a felicidade...