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domingo, 4 de janeiro de 2015

Os dias que mais custam

Sexta-feira despedi-me do meu menino, que voltou para a França. Agora que estávamos a entendermo-nos tão bem, que cada vez nos dávamos melhor e estávamos mais próximos, as circunstâncias da vida nos separou.

Na madrugada passada, às 3h30 da manhã, foi a vez de a minha irmã, cunhado e sobrinhos partirem também. As suas vidas são na França, não cá. E nós por cá ficámos, a vê-los partir, de coração apertadinho.
Ainda por cima agora que a minha afilhada está na altura mais engraçada (tem 18 meses) e que já se começava a afeiçoar a nós, só fez com que custasse ainda mais vê-los partir.

E eu, mais uma vez, hoje voltei a despedir-me dos meus pais, para só os voltar a ver daqui por 1 mês, mais ou menos.

Andamos uns para cada lado. As circunstâncias da vida assim o fez.
Mas quando os sentimentos são verdadeiros, a partida faz com que cresça a saudade em nós. E, por vezes, isso só faz termos ainda mais a certeza do quanto amámos as pessoas.
Foi o que aconteceu entre mim e a minha irmã. Foi preciso estarmos longe para haver mais cumplicidade entre nós e amarmo-nos ainda mais.

Quanto a ele, não sei se o mesmo acontecerá. É difícil mantermos a chama acesa quando existe distância. Mas agora há as tecnologias para minimizar as coisas, E tentaremos tirar o máximo de partido delas, na esperança de não deixarmos as coisas morrerem. Mas sim, que se mantenham, se fortaleçam, e que dure até Agosto.

Agosto será o nosso mês decisivo. O meu mês decisivo. 
Em Agosto terei que decidir, de uma vez por todas, o que quero fazer à minha vida.
Se arrisco e vou com ele para a França, e seja o que Deus quiser. Ou se fico no meu belo país a tentar a minha sorte. 

Mas bem, temos 8 meses pela frente, até lá. Muita coisa acontece em 8 meses.
É esperar para ver! :)

1 comentário:

Marcia Leonor disse...

Eu teria logo largado tudo nunca deixaria o meu ir sem mim. Mas eu sou meia louca :)